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terça-feira, 23 de junho de 2015

ACAREAÇÃO ENTRE DOLEIRO ALBERTO YOUSSEFF E PAULO ROBERTO COSTA REVELA ...

DELAÇÃO PREMIADA CHEIA DE CONTRADIÇÕES E INSUSTENTÁVEIS ACUSAÇÕES.


Ponha DOIS BANDIDOS numa mesma sala, ambos querendo salvar sua PELE e ainda sair com uns trocados no BOLSO, para VIVER A VIDA depois do cumprimento da PENA irrisória a que serão submetidos graças ao ACERTO que fizeram para denunciar a TUDO e a TODOS, e o resultado é uma ACAREAÇÃO que ao invés de ajudar a juntar provas para incriminar ou confirmar as denúncias até agora apresentadas na operação LAVA JATO, deixou como SALDO o fato de que um desmentiu o outro em questões cruciais e o peso das acusações foi bastante reduzido.

Se o que dizem estes dois CRÁPULAS, for, COMO TEM SIDO, considerado essencial para mandar prender, manter preso por meses e condenar muitos dos acusados, estaremos diante do seguinte impasse: 

Como admitir que a JUSTIÇA aceite de forma TÃO ABRANGENTE O QUE DIZEM DOIS MENTIROSOS. cuja HISTÓRIAS, em diversos pontos NÃO BATEM, NÃO CONFEREM.

 Além disso, os dois parece que sofrem de AMNÉSIA SELETIVA, ou DELIRAM, parecendo LEMBRAR DE COISAS QUE NUNCA ACONTECERAM, quando suas VERSÕES são confrontadas. 

A questão agora é saber de que forma o JUIZ SÉRGIO MORO vai continuar sustentando sua "SANTA INQUISIÇÃO", com base na PALAVRA sem nenhum VALOR de DELATORES BARATOS, porém REGIAMENTE PREMIADOS.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O DELATOR SE DESMENTE - PAULO ROBERTO COSTA MUDA O CONTEÚDO DE SUA DELAÇÃO PREMIADA

DELAÇÃO RECHEADA DE INCONSISTÊNCIAS
PETROBRAS NÃO TEVE OBRAS SUPERFATURADAS - E NUNCA EXISTIU A LISTA COM NOME DAS EMPRESAS QUE VENCERIAM LICITAÇÕES DE FORMA "COMBINADA".

Em nova versão do seu depoimento, que está em petição enviada na quinta-feira (9) à Justiça, o ex-diretor Paulo Roberto Costa mudou a versão que apresentou em seu acordo de delação. Agora ele afirma que as obras da Petrobras investigadas na Operação Lava Jato não eram superfaturadas. 

Em 2 de setembro do ano passado, em depoimento como delator, o ex-diretor dizia que "empresas fixavam em suas propostas uma margem de sobrepreço de cerca de 3% em média, a fim de gerarem um excedente de recursos a serem repassados aos políticos". Na nova versão, Costa afirma que os preços seguiam os parâmetros da estatal e o percentual das obras que era desviado para partidos, entre 1% e 3% do valor do contrato, "eram retirados da margem de lucro das empresas".

A delação foi homologada pelo Supremo Tribunal Federal em 29 de setembro do ano passado. A acusação de que as obras tinham sobrepreço faz parte de uma denúncia apresentada em março pelos procuradores da Lava Jato, mas ainda não há estimativa do valor. A denúncia já foi aceita pelo juiz federal Sergio Moro, e Costa figura como um dos réus. O TCU (Tribunal de Contas da União) também apontou superfaturamento em uma série de obras investigadas pela Lava Jato. Ele poderá perder benefícios caso a Justiça constate que houve rompimento do acordo. 

A defesa de Costa cita um exemplo hipotético de que não teria havido superfaturamento nas obras: "Se uma empresa oferecia uma proposta 15% acima do orçamento básico e repassava os 3%, ela ficava com lucro de 12%; no caso de não repasse ficaria com um lucro de 15%". Costa refuta também que cuidasse da lavagem do dinheiro desviado das obras. Costa nega também que ele e o doleiro Alberto Youssef recebessem uma lista que citava as obras e as empresas que seriam vencedoras de cada uma delas.