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terça-feira, 15 de outubro de 2013

JUSTIÇA NO BRASIL - LENTA, CARA E INJUSTA, SÓ RESOLVE 30% DOS PROCESSOS

Um amigo meu tem um processo, que desde 2011 está parado no TJ-RJ - Fórum do Méier. Estelionatários fizeram uma compra em nome dele, usando documentação falsa e com dados inclusive, apenas parcialmente completos. Mesmo assim um BANCO do tipo FINANCEIRA lhes financiou um bem. Claro que os meliantes nunca pagaram. Uma série de aborrecimentos, despesa com advogado, idas e vindas até Delegacias, onde literalmente não se apura NADA, e todos os dias a FINANCEIRA liga para "COBRAR". Tudo provado quanto ao fato do meu amigo ser vítima dos estelionatários e da FINANCEIRA, farta documentação, um caso em que não há a menor dúvida de com quem está a RAZÃO, mas...

O processo simplesmente não anda, o juiz não julga e o advogado diz que não há nada para fazer, além de recorrer a OUVIDORIA do TJ - segundo a pessoa que é vítima isso foi feito e de nada adiantou, ou RECLAMAR na Corregedoria. Aí o amigo fica com medo da reação de SUA EXCELÊNCIA o Sr. Juiz, e prefere "continuar esperando".

E ainda tem umas excelências por aí, CUIDANDO dos outros poderes, ao invés de olhar para o seu telhado de vidro.

Judiciário resolveu 30 em cada 100 processos em 2012, mostra CNJ
André Richter - Agência Brasil

Brasília - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou hoje (15) a pesquisa Justiça em Números 2013. O estudo faz anualmente uma radiografia detalhada do Poder Judiciário do país. De acordo com os dados, referentes a 2012, em cada 100 processos somente 30 foram baixados. Entre as conclusões da pesquisa, o principal problema da Justiça é a dificuldade de solucionar processos antigos.

De acordo com o estudo, em 2012, 92 milhões de processos tramitaram na Justiça, e a taxa de acúmulo de ações ficou em 70%, número estável em relação a quatro anos anteriores. Segundo o CNJ, a taxa é elevada devido à pendência de processos que estão na primeira instância do Judiciário. A aglomeração sobe para 80% nas ações em fase de execução.

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“O crescimento da demanda não têm possibilitado que esforços para julgar e baixar processos sejam suficientes. Mais especificamente, ao se analisar o crescimento do quantitativo dos casos novos junto com os indicadores de magistrados e servidores, observa-se que a maioria dos tribunais, com exceção da Justiça Federal, não consegue dar vazão aos processos em relação ao estoque existente”, concluiu o levantamento.