
Os problemas de segurança pública em nossa cidade são tão graves, e os acontecimentos de sábado último tiveram uma dimensão tão assustadora, que outras questões importantes acabam ficando em segundo plano, empanadas pelo medo que o carioca vem sendo tomado.
Mas muito dessa violência acaba estourando nas Emergências dos Hospitais públicos, e não é só por causas diretas como a dos baleados ou acidentados de trânsito, mas também das doenças decorrentes dessa constante tensão em que vivemos, aumentam os casos de Hipertensão e doenças Coronarianas.
E aí é que vemos a duríssima realidade, nossos hospitais estão sem condições de dar a população do Rio de Janeiro, a atenção e o atendimento que ela necessita.
O quadro vem se agravando, e em todos os itens, desde equipamentos, vagas disponíveis, oferta de exames e recursos humanos ocorre quase que um desmonte do pouco que se tinha. Nas UPAs já não se encontra mais a especialidade Ortopedista, o Hospital Estadual Carlos Chagas não consegue atender os casos nem de média complexidade, há uma falta generalizada de profissionais médicos de várias especialidades por todas as Unidades da Cidade, além da superlotação das Emergências.
Para denunciar isso, cobrar providências e chamar a atenção da população, os médicos fizeram uma manifestação no último domingo em Copacabana, com caminhada e cartazes, alertando para os principais problemas da saúde em nosso Estado/Cidade.
Não há saúde sem médicos (nem sem os demais profissionais da área), e com as péssimas condições de trabalho e os salários aviltantes que são pagos, vai ficar cada vez mais difícil a situação. Não há por parte dos governos nada que sinalize uma vontade de melhorar essa situação.
Assim, fica fácil de responder a pergunta da faixa: Quanto vale o Médico ? Para os nossos governantes eles valem pouco, e a população como um todo, vale menos ainda.
Mas muito dessa violência acaba estourando nas Emergências dos Hospitais públicos, e não é só por causas diretas como a dos baleados ou acidentados de trânsito, mas também das doenças decorrentes dessa constante tensão em que vivemos, aumentam os casos de Hipertensão e doenças Coronarianas.
E aí é que vemos a duríssima realidade, nossos hospitais estão sem condições de dar a população do Rio de Janeiro, a atenção e o atendimento que ela necessita.
O quadro vem se agravando, e em todos os itens, desde equipamentos, vagas disponíveis, oferta de exames e recursos humanos ocorre quase que um desmonte do pouco que se tinha. Nas UPAs já não se encontra mais a especialidade Ortopedista, o Hospital Estadual Carlos Chagas não consegue atender os casos nem de média complexidade, há uma falta generalizada de profissionais médicos de várias especialidades por todas as Unidades da Cidade, além da superlotação das Emergências.
Para denunciar isso, cobrar providências e chamar a atenção da população, os médicos fizeram uma manifestação no último domingo em Copacabana, com caminhada e cartazes, alertando para os principais problemas da saúde em nosso Estado/Cidade.
Não há saúde sem médicos (nem sem os demais profissionais da área), e com as péssimas condições de trabalho e os salários aviltantes que são pagos, vai ficar cada vez mais difícil a situação. Não há por parte dos governos nada que sinalize uma vontade de melhorar essa situação.
Assim, fica fácil de responder a pergunta da faixa: Quanto vale o Médico ? Para os nossos governantes eles valem pouco, e a população como um todo, vale menos ainda.
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