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segunda-feira, 4 de abril de 2016

#EXONERADILMA - PRESIDENTE FICA E INDICADOS POR MICHEL TEMER E SUA ALA VÃO EMBORA


RESPOSTA AOS TRAIDORES - Se o governo não serve para vocês, vocês não servem para o governo.

O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA MICHEL TEMER GOSTA MUITO DE POSAR DE ÉTICO, E FUGIR DA VERDADE INCONTESTÁVEL DE QUE O SEU PMDB SEMPRE FEZ DE FATO PARTE DO GOVERNO. PARA O BEM E PARA O MAL, O PMDB FOI ATÉ A FAMIGERADA REUNIÃO DA SEMANA PASSADA, PARTÍCIPE, DO GOVERNO DILMA ROUSSEFF

TINHA OITO MINISTÉRIOS, CENTENAS DE CARGOS NO PRIMEIRO ESCALÃO, ALGUNS MILHARES DE CARGOS NO SEGUNDO E TERCEIRO.

INSTITUTOS E AUTARQUIAS IMPORTANTES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA ERAM COMANDADOS POR INDICADOS DO PMDB, GRANDE PARTE DELES DA ALA LIGADO A TEMER, MOREIRA FRANCO E EDUARDO CUNHA.

ALIÁS, A BRONCA DE CUNHA COM DILMA COMEÇOU QUANDO ELA EXONEROU UM INDICADO DO AINDA PRESIDENTE DA CÂMARA. O CIDADÃO NÃO REUNIA CONDIÇÕES DE CONTINUAR.

COM O MEIO DESEMBARQUE do PMDB, foram embora apenas os que são muito ligados a TEMER, os cargos começam a ser ocupados por aliados do governo. 

Isso parece que incomoda ao PIG e à OPOSIÇÃO. Queriam o quê ? Que DILMA entregasse cargos aos inimigos do governo e apoiadores do GOLPE DO IMPEACHMENT ?

EXONERADOS !

Vinícius Renê Lummertz Silva do cargo de presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), nomeado em maio de 2015 pelo vice-presidente Michel Temer, que exerceu a Presidência por alguns dias enquanto Dilma estava em visita ao México.

O vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê de Santanna, - Indicado pelos peemedebistas Moreira Franco e Geddel Vieira Lima.

O diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), Walter Gomes de Sousa.

O diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Rogério Luiz Abdalla.

O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Antônio Henrique Carvalho Pires, 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

DILMA ROUSSEFF PARTE PARA O ATAQUE - FHC VESTE A CARAPUÇA !


Investigação na Petrobras deveria ter começado na década de 90, diz Dilma
20/02/2015 - Brasília
Luana Lourenço - Repórter da
Agência Brasil - Edição: Juliana Andrade e Talita Cavalcante

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (20) que os casos de corrupção na Petrobras vieram à tona porque atualmente há mais investigação. Ela criticou a impunidade em governos anteriores.

“Se em 1996, 1997 tivessem investigado e tivessem, naquele momento, punido, não teríamos o caso desse funcionário da Petrobras que ficou quase 20 anos praticando atos de corrupção. A impunidade leva a água para o moinho da corrupção”, afirmou a presidenta, sem citar nomes.

Em entrevista após a cerimônia de entrega de credenciais de novos embaixadores no Brasil, Dilma Rousseff garantiu que as empresas envolvidas nas denúncias de corrupção na estatal, investigadas pela Operação Lava Jato, serão punidas “dentro da legalidade”.

“As empresas, os donos das empresas ou os acionistas das empresas serão investigados. disse. “Agora, o governo fará tudo dentro da legalidade”, completou Dilma. “Isso não significa, de maneira alguma, ser conivente, apoiar ou impedir qualquer investigação ou qualquer punição a quem quer que seja, doa a quem doer”, afirmou.

Dilma voltou a dizer que é preciso separar a imagem da Petrobras da dos funcionários que estão sendo investigados. “Não vou tratar a Petrobras como a Petrobras tendo praticado malfeitos, quem praticou malfeitos foram funcionários da Petrobras, que vão ter que pagar por isso. Quem praticou malfeitos, quem participou de atos de corrupção vai ter que responder por eles. Essa é a regra no Brasil.”

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

GRAÇA FOSTER ESTÁ DEIXANDO A PRESIDÊNCIA DA PETROBRAS


REUNIÃO COM DILMA ROUSSEFF PODERÁ SELAR AINDA HOJE A DEMISSÃO DE GRAÇA FOSTER. 

Só a necessidade de se encontrar um nome FORTE para a substituição, está segurando Graça Foster como presidente da Petrobras. Ela já pediu diversas vezes para sair, e agora, após uma divulgação de balanço, no mínimo infeliz, com contabilização de prejuízo calculado de forma imprecisa e muito por pressão dos mercados e da MÍDIA ENTREGUISTA, o governo  (DILMA ROUSSEFF) também acha que é a hora dessa mudança.

A especulação nos "mercados" está comendo solta, e as ações da EMPRESA SUBIRAM quase 15%. É a turma da AGIOTAGEM aproveitando para embolsar DINHEIRO com a ONDA que vem fazendo.

Como a Presidente Dilma tem por Graça Foster grande admiração e reconhece o seu valor e competência, e ainda pelo fato de que a PETROBRAS não pode ficar com a presidência em aberto, talvez a saída de Graça seja postergada, mas...dizem fontes seguras de Brasília, que de hoje não passa.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

SITE MUDA MAIS DA CAMPANHA DE DILMA VOLTA AO AR - TSE DERRUBA PEDIDO DE CENSURA APRESENTADO PELO PSB/REDE DE MARINA SILVA

MARINA PERDE NO TAPETÃO COMO PERDERÁ NAS URNAS !



Ministro autoriza site 'Muda Mais', da campanha de Dilma, a voltar ao ar

O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Herman Benjamin acatou recurso apresentado pela campanha de Dilma Rousseff (PT) e autorizou o site "Muda Mais" a voltar ao ar.

A página havia sido bloqueada a pedido da coligação de Marina Silva (PSB) na última terça-feira (16). Em representação enviada ao TSE os advogados da campanha alegavam que o "Muda Mais" não estava devidamente registrado na Justiça Eleitoral e tinha seu domínio associado a uma empresa, o que é proibido.

No recurso, a coligação de Dilma disse que o domínio, na verdade, pertence ao PT, e que a empresa Polis Propaganda e Marketing foi usada somente para o registro, alimentação e criação de conteúdo.

Além disso, rebateram outro argumento usado pela campanha de Marina no pedido de retirada: o de que o site estava hospedado em servidor localizado no exterior, o que também é proibido. De acordo com o recurso do PT, o servidor está em São Paulo.

Após a argumentação da campanha de Dilma, o ministro Benjamin autorizou a imediata volta do Muda Mais ao ar. Pediu, entretanto, que o PT formalize a transferência do domínio do site para o partido e registre o endereço da página na Justiça Eleitoral.

A coligação de Marina pode recorrer da decisão do ministro Benjamin.

terça-feira, 8 de abril de 2014

LULA SERÁ CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MAS SÓ EM 2018 - AGORA É DILMA !

O ex-presidente LULA aproveitou a entrevista concedida nesta terça-feira (8/4) a um grupo de blogueiros, para dizer, MAIS UMA VEZ, que não é "candidato" a presidente da República, e classificou como "boataria" as notícias de que ele pode concorrer à Presidência ainda em 2014.

"Não sou candidato, ou seja, não tenho como ir em cartório registrar que não sou candidato. Minha candidata é a Dilma Rousseff."

Luiz Inácio Lula da Silva

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

EM VÍDEO - LULA E DILMA CUMPRIMENTAM O INGRATO EDUARDO CAMPOS PELO NASCIMENTO DO FILHO 'MIGUEL'

CORDIALIDADE E FRATERNIDADE ACIMA DAS DIVERGÊNCIAS POLÍTICAS


Em Vídeo - 007BONDeBlog comenta o fato


O Governador EDUARDO CAMPOS tem se revelado alguém muito ingrato e desleal. Não por se candidatar à Presidência da República, visto que esse é um direito seu. Mas, Campos tem feito ataques covardes e mesquinhos ao governo DILMA e ao PT, tem NEGADO os AVANÇOS do Brasil, o que até bem pouco tempo ele exaltava, e nos quais SURFOU para se eleger governador de Pernambuco. 

Pior é ver que o governador busca fazer alianças com os que até "ontem" eram considerados adversários sob a ótica da ideologia, e cuja política neoliberal e de arrocho defendida por eles, CAMPOS jurava ser contra. Mesmo assim, diante do nascimento do filho (5o. filho) do casal EDUARDO e RENATA, Lula e Dilma mandaram suas congratulações.

Tomara que Eduardo Campos entenda a mensagem de que em política, é possível divergir sem ser ofensivo, é possível criticar sem ser covarde, e é possível buscar novos caminhos, sem trair antigos companheiros e sem cuspir no prato em que se comeu por tantos anos.

O nascimento de uma criança é sempre algo a ser comemorado. Que o menino Miguel seja muito feliz.

007BONDeBlog

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Lula liga para Campos e ambos choram ao falar sobre o filho do governador

Presidente Dilma Rousseff também enviou mensagem a Campos pela chegada de Miguel


A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixaram de lado as divergências políticas e enviaram mensagens de congratulações a Eduardo Campos (PSB) pela chegada de Miguel, quinto filho do governador de Pernambuco que nasceu na terça-feira, 28, em Recife.

Dilma, que deve enfrentar Campos na disputa pelo Palácio do Planalto, em outubro, enviou um buquê de flores e uma carta endereçada ao governador e sua mulher, Renata, cujo teor não foi revelado.

Já o ex-presidente Lula telefonou para o governador. Segundo relatos, ambos se emocionaram ao comentarem que Miguel nasceu com síndrome de Down. Campos foi ministro da Ciência e Tecnologia no governo do ex-presidente e se elegeu governador com apoio dele.

Fonte: R7

Nota do Blog - Prezados leitores e amigos do blog, gostaria de conhecer a opinião e avaliação sobre os VÍDEOS que estamos publicando. Estamos em fase de teste, trabalhando ainda de forma "artesanal", mas, nosso objetivo é ter mais um modo de comunicação, simples, direta e sempre sobre temas atuais. Uma conversa com o leitor. Assim, saber se o som está regular, se a proposta é considerada válida, ou outras avaliações que queiram fazer, são muito importantes.

sábado, 12 de outubro de 2013

PESQUISA DATA-FOLHA - MARINA SILVA COLOCA EM PRÁTICA O ABORTO ELEITORAL DE EDUARDO CAMPOS E AÉCIO NEVES

Eduardo Campos e Aécio Neves queriam Marina Silva na disputa para que com ela, aumentassem as chances de um segundo turno nas eleições presidenciais de 2014. Marina entrou na disputa de uma forma que acabou não sendo nada boa para os dois candidatos. Ao se filiar ao PSB diante da incompetência para viabilizar seu partido REDE, Marina Silva tirou espaço de Aécio, ressuscitou Serra, e abortou qualquer decolagem da candidatura de Eduardo Campos. A "DOCE e FRÁGIL" Marina Silva ainda, detonou os partidos de direita, jogou os RURALISTAS em ALTO-MAR, desdenhou do PPS e ainda por cima desmantelou o PSB e suas alianças. 

A recente pesquisa mostra bem que, Dilma Rousseff continua com as maiores chances de vencer, e que se a oposição não acertar o seu passo, isso pode acontecer logo no primeiro turno.

No caso de Aécio Neves e Eduardo Campos deixarem o caminho livre para José Serra e Marina Silva, aí a disputa fica mais acirrada. Resta saber se os dois vão abrir mão de seus projetos pessoais, em prol de uma aliança de oposição, de caráter bastante instável e de resultados duvidosos. Fica caracterizado ainda que, transferência de votos é coisa muito difícil, além do que, brasileiro vota prioritariamente em NOMES e não em PARTIDOS ou pseudo-alianças programáticas.

Datafolha: com Campos e Aécio, Dilma venceria eleição no 1º turno

Pesquisa aponta 2º turno no caso de Marina Silva ou José Serra concorrerem

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo mostra que a presidente Dilma Rousseff seria reeleita no primeiro turno se disputasse a eleição contra Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). A presidente teria 42% das intenções de voto, contra 21% de Aécio e 15% de Campos. Votos em branco, nulo ou nenhum registram 16%. Outros 7% não saberiam em quem vão votar. 

O levantamento testou quatro cenários para a eleição presidencial, alternando os nomes de Campos e Marina Silva, pelo PSB, e os de Aécio e José Serra, pelo PSDB. Nas outras três combinações, Dilma não alcançaria índice suficiente para garantir vitória no primeiro turno. Na simulação mais apertada, a petista tem 37% das intenções de voto, Marina chegaria aos 28%, e Serra, 20%.

Nas hipóteses de segundo turno, Dilma venceria qualquer um dos possíveis candidatos, de acordo com a pesquisa. A margem mais folgada seria numa eventual disputa contra Eduardo Campos (54% a 28%) e a mais apertada, contra Marina Silva (47% a 41%). Contra Aécio Neves, Dilma venceria por 54% a 31% e contra José Serra, por 51% a 33%.

O Datafolha fez 2.517 entrevistas em 154 municípios. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos. O instituto aponta ainda que nos recortes por idade, renda e escolaridade, Marina vence Dilma entre os mais jovens - de 16 a 24 anos -, os que têm ensino superior e os que têm renda acima de cinco salários mínimos.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

DILMA EM SÃO PETERSBURGO FICA FRENTE A FRENTE COM O TERRORISTA BARACK OBAMA

A presidente do Brasil terá uma ótima oportunidade de trazer o tema da espionagem americana durante a cúpula do G20. Será com certeza o momento de fazer, de forma escancarada, uma severa condenação e protesto veemente contra essa ação que beira o terrorismo, visto que os EUA invadem sem nenhum tipo de escrúpulo a privacidade de cidadãos e governantes de todo o mundo. Dilma deve ainda manifestar a posição do Brasil, contrária a uma intervenção militar na Síria, alertando para o desequilíbrio que tal ato terá na economia mundial, agravando ainda a tensão na região do Oriente Médio e causando mais sofrimento ao povo sírio.

Dilma chega a São Peterburgo para Cúpula do G20
Danilo Macedo e Renata Giraldi 
03.09.2013 

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff chegou por volta das 13h30 (20h30 no horário local) de hoje (3) em São Petersburgo, na Rússia, onde participará da 8ª Cúpula do G20, grupo de países que reúne as maiores economias mundiais. Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, o assessor especial para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, e o porta-voz da Presidência, Thomas Traumann, integram a comitiva de Dilma, que não tem compromissos oficiais amanhã (4).


A organização do G20 informou que o foco das atenções da cúpula será o debate sobre o crescimento econômico e a estabilidade financeira, assim como a criação de empregos de qualidade e o combate ao desemprego. Porém, o agravamento da crise na Síria também deve entrar em debate. No sábado passado (31), o presidente norte-americano, Barack Obama, informou que os Estados Unidos estão prontos para atacar a Síria. Ele disse, no entanto, que aguardará o apoio do Congresso para iniciar a ação militar. 

Além desses assuntos, será o primeiro encontro entre Dilma e Obama desde as recentes denúncias de espionagem, por agências norte-americanas, envolvendo a invasão de dados particulares da presidenta brasileira e de seus assessores. O assunto também deve ser tratado em reuniões que Dilma terá, na quinta e na sexta-feira (dia 5 e 6), com os demais presidentes do Brics, bloco formado pela Rússia, Índia e China e África do Sul, além do Brasil.


Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa terceirizada que prestava serviços para Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA), principal responsável pelas denúncias de espionagem do governo norte-americano, está na Rússia desde 23 de junho, quando chegou ao aeroporto de Moscou. Depois de quase 40 dias no aeroporto, ele recebeu asilo da Rússia.

Ontem (2), o ministro brasileiro das Relações Exteriores convocou o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, para prestar esclarecimentos sobre as denúncias de espionagem e cobrou explicações “formais e por escrito” dos norte-americanos, até o final desta semana. Para o chanceler, a violação é “inconcebível e inaceitável” sob o ponto de vista da soberania brasileira. “Esse tipo de prática é incompatível com a parceria estratégica entre os países. O governo brasileiro quer prontas explicações”, disse em entrevista coletiva.

Edição: Juliana Andrade
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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

DILMA ROUSSEFF COLOCA AS "CARTAS NA MESA" PARA FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

OS ASES E OS DOIS DE PAUS


"Nesse 1o. semestre de 2013,criamos 826 mil novas vagas com carteira assinada. Esse 826 mil significam a quantidade de empregos criados em todo o primeiro governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Criamos em seis meses tudo o que foi criado por ele em quatro anos".

DILMA ROUSSEFF
Na inauguração do Campus de Varginha da Universidade Federal de Alfenas (MG)

domingo, 28 de julho de 2013

DILMA ROUSSEF EM ENTREVISTA À MÔNICA BERGAMO - ÍNTEGRA AQUI


Dilma afirma que não haverá "volta, Lula" porque o ex-presidente "não saiu"

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

Em entrevista exclusiva à Folha, a presidente Dilma Rousseff disse que o ex-presidente Lula "não vai voltar porque ele não saiu". De acordo com ela, as comparações com o seu antecessor não a incomodam. "Não me incomoda nem um pouquinho."

A presidente ressaltou ainda que a reforma política, que encontra resistência no Congresso é um pedido de "todo mundo". Para Dilma, o plebiscito --sugerido por ela e rechaçado pela maior parte do Parlamento-- daria mais legitimidade às mudanças no sistema político.

Ele negou que esteja pensando em cortar o número de ministérios, medida que até mesmo alguns aliados já sugeriram, já que isso não traria economia para o governo federal. Dilma garantiu a permanência de Guido Mantega na Fazenda. Para a presidente, a inflação está sob controle.

Folha - A senhora teria características que não contribuiriam para que projetos deslanchassem. Seria centralizadora, autoritária.

Dilma Rousseff - Não, eu não sou isso, não. Agora, eu sei, como toda mulher, que, se você não acompanha as coisas prioritárias, tem um risco grande de elas não saírem. É que nem filho. Você ajuda até um momento, depois deixa voar.

Leia a íntegra da entrevista 

Folha – As manifestações deixaram jornalistas, sociólogos e governantes perplexos. E a senhora, ficou espantada?

Dilma Rousseff - No discurso que fiz na comemoração dos dez anos do PT, em SP [em maio], eu já dizia que ninguém, ninguém, quando conquista direitos, quer voltar para trás. Democracia gera desejo de mais democracia. Inclusão social exige mais inclusão. Quando a gente, nesses dez anos [de governo do PT], cria condições para milhões de brasileiros ascenderem, eles vão exigir mais. Tivemos uma inclusão quantitativa. Esta aceleração não se deu na qualidade dos serviços públicos. Agora temos de responder também aceleradamente a essas questões.


Mas a senhora não ficou assustada com os protestos?

Não. Como as coisas aconteceram de forma muito rápida, eu acho que todo mundo teve inicialmente uma reação emocional muito forte com a violência [policial], principalmente com a imagem daquela jornalista da Folha [Giuliana Vallone] com o olho furado [por uma bala de borracha]. Foi chocante. Eu tenho neurose com olho. Já aguentei várias coisas na vida. Não sei se aguentaria a cegueira.

Se não fosse presidente, teria ido numa passeata? 

Com 65 anos, eu não iria [risos]. Fui a muita passeata, até os 30, 40 anos. Depois disso, você olha o mundo de outro jeito. Sabe que manifestações são muito importantes, mas cada um dá a sua contribuição onde é mais capaz.


O prefeito Fernando Haddad diz que, conhecendo o perfil conservador do Brasil, muitos se preocupam com o rumo que tudo pode tomar.

Eu não acho que o Brasil tem perfil conservador. O povo é lúcido e faz as mudanças de forma constante e cautelosa. Tem um lado de avanço e um lado de conservação. Já me deram o seguinte exemplo: é como um elefante, que vai levantando uma perna de cada vez [risos]. Mas é uma pernona que vai e “poing”, coloca lá na frente. Aí levanta a outra. Não galopa como um cavalo. Aí uma pessoa disse: “É, mas tem hora em que ele vira um urso bailarino”. Você pode achar que contém a mudança em limites conservadores. Não é verdade. Tem hora em que o povo brasileiro aposta. E aposta pesado.

A senhora teve uma queda grande nas pesquisas.

Não comento pesquisa. Nem quando sobe nem quando desce [puxa a pálpebra inferior com o dedo]. Eu presto atenção. E sei perfeitamente que tudo o que sobe desce, e tudo o que desce sobe.


Mas isso fez ressurgir o movimento “Volta, Lula” em 2014. 

Querida, olha, vou te falar uma coisa: eu e o Lula somos indissociáveis. Então esse tipo de coisa, entre nós, não gruda, não cola. Agora, falar volta Lula e tal… Eu acho que o Lula não vai voltar porque ele não foi. Ele não saiu. Ele disse outro dia: “Vou morrer fazendo política. Podem fazer o que quiser. Vou estar velhinho e fazendo política”.

Para a Presidência ele não volta nunca mais? 

Isso eu não sei, querida. Isso eu não sei.

Ao menos não em 2014.

Esses problemas de sucessão, eu não discuto. Quem não é presidente é que tem que ficar discutindo isso. Agora, eu sou presidente, vou discutir? Eu, não.

Mas o Lula lançou a senhora. Ele pode lançar, uai. O fato de usarem o Lula para criticá-la não a incomoda? 

Querida, não me incomoda nem um pouquinho. Eu tenho uma relação com o Lula que tá por cima de todas essas pessoas. Não passa por elas, entendeu? Eu tô misturada com o governo dele total. Nós ficamos juntos todos os santos dias, do dia 21 de junho de 2005 [quando ela assumiu a Casa Civil] até ele sair do governo. Temos uma relação de compreensão imediata sobre uma porção de coisas.

Mas ele teria criticado suas reações às manifestações.

Minha querida, ele vivia me criticando. Isso não é novo [risos]. E eu criticava ele. Quer dizer, ele era presidente. Eu não criticava. Eu me queixava, lamentava [risos].


Como a senhora vê um empresário como Emílio Odebrecht falar que quer que o Lula volte com Eduardo Campos de vice?

Uai, ótimo para ele. Vivemos numa democracia. Se ele disse isso, é porque ele quer isso 

Folha – Sua principal proposta em reação às manifestações foi a realização de um plebiscito para fazer a reforma política. A crítica à senhora é que ninguém nas passeatas pedia isso.

Dilma Rousseff - Pois acho que tá todo mundo pedindo reforma política. As manifestações podiam não ter ainda um amadurecimento político, mas uma parte tem a ver com representatividade, valores, o que diz respeito ao sistema político. Ao fato de que os interesses se movem conforme o financiamento das campanhas. Não dá para cuidar de transparência sem discutir o sistema. “O gigante despertou”, diziam nos protestos -o que mostra o inconformismo com a nossa forma de representação.

O Congresso Nacional fará reforma contra ele mesmo? 

Querida, por isso que eu queria um plebiscito. A consulta popular era a baliza que daria legitimidade à reforma.

Mas a senhora concorda que o plebiscito não sai?

Eu não concordo com nada, minha querida. Eu penso que é importante sair. E não sei ainda se não sai. Eu acho que é inexorável. Se você não escutar a voz das ruas, terá novos problemas.


E a saúde? Os profissionais da área dizem que o Mais Médicos é uma maquiagem porque o país tem uma estrutura precária de atendimento.É? 

Pois é. Acontece que botamos dinheiro em estrutura. Jornais e TVs mostram que há equipamentos sem uso. Como você explica que 700 municípios não têm nenhum médico? E que 1.900 têm menos de um médico por 3.000 habitantes? Uma coisa é certa: eu, com médico, me viro. Sem médico, eu não me viro.

Folha — O PMDB engrossou o coro dos que defendem o enxugamento de ministérios. 

Dilma Rousseff – Não estou cogitando isso. Não acho que reduza custos. As medidas de redução de custeio, nós tomamos. Todas. E sabe o que acontece? Vão querer cortar os de Direitos Humanos, Igualdade Racial, Política para as Mulheres. São pastas sem a máquina de outros. Mas são fundamentais. Política de cotas, por exemplo: só fizemos porque tem gente que fica ali, ó, exigindo.

A senhora sabe falar o nome de seus 39 ministros?

De todos. E todos eles ficam atrás de mim [risos]. Eu acho fantástico vocês [jornalistas] acharem que, nesse mundo de mídias, o despacho seja apenas presencial. Os ministros passam o tempo inteirinho me mandando e-mail, telefonando, conversando.


O ministro Guido Mantega está garantido no cargo? 

O Guido está onde sempre esteve: no Ministério da Fazenda. E vocês podem me matar, mas eu não vou falar de reforma ministerial.

O desemprego em junho subiu pela primeira vez em quatro anos, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. 

Querida, o desemprego… [Consulta papéis.] Olha aqui, ó. É fantástico. Tem dó de mim, né? Como não podem falar de inflação, porque o IPCA-15 [prévia do índice oficial] deu 0,07% neste mês… E nós temos acompanhamento diário da inflação, tá? Hoje deu menos 0,02%. Tá? Ela [inflação] é cadente, assim, ó [aponta o braço para baixo].


E o emprego? Houve uma variação. 

Foi de 5,9% para 6%. É a margem da margem da margem. Foram gerados 123.836 empregos celetistas. Em todo o primeiro mandato do Fernando Henrique Cardoso foram gerados 824.394 empregos. Eu, em 30 meses, gerei 4,4 milhões. Você vai me desculpar. Com a inflação, também… Alguém já disse quanto é que caiu o preço do tomate? Ou só comentaram quando o tomate aumentou? [Pede para uma assessora checar os números. Ela informa que o tomate está custando R$ 4,50 o quilo.] Eu não sou dona de casa, não posso mais ir no supermercado e não sei o preço do tomate hoje. Mas sei a estatística do tomate. Teve uma queda, se não me engano, de 16%. Eu ia naquele supermercado ali, ó [aponta a janela]. Não posso mais.

A senhora acha que os críticos do governo exageram? 

Eu propus cinco pactos [depois das manifestações]. E eu tenho um sexto, sabe? Que é o pacto com a verdade. Não é admissível o que se faz hoje no Brasil. Você tem uma situação internacional extremamente delicada. Os EUA se recuperam, mas lentamente. Nós temos um ajuste visível na China. O Fed [Banco Central dos EUA] indicou que deixaria o expansionismo monetário, o que provocou a desvalorização de moedas em todo o mundo. E o país, nessa conjuntura, mantém a estabilidade. Cumpriremos a meta de inflação pelo décimo ano consecutivo. Sabe em quantos anos o Fernando Henrique não cumpriu a meta? Em três dos quatro anos dele [em que a meta vigorou]
.
A inflação subiu por vários meses no período de um ano. Nós tivemos a quebra na produção agrícola americana, que afetou os mercados de commodities alimentares. Tivemos uma seca forte no Nordeste e também no sul.


A crítica é que a senhora relaxou no controle da inflação para manter o crescimento. Ah, é? 

Tá bom. E como é que ela tá negativa agora?
Há dúvidas também em relação à política fiscal. A relação dívida líquida sobre PIB nunca foi tão baixa. A dívida bruta está caindo. O deficit da Previdência é 1% do PIB. As despesas com pessoal, de 4,2%, as menores em dez anos. Como é que afrouxei o fiscal? Quero falar do futuro. De agosto até o início do ano que vem, faremos várias concessões, rodovias, ferrovias, aeroportos e portos, o que vai contribuir para a ampliação dos investimentos e para melhorar a competitividade da economia.

Mas o Brasil cresce pouco. 

O mundo cresce pouco. Nós não somos uma ilha. Você não está com aquele vento a favor que estava, não. Nós estamos crescendo com vendaval na nossa cara.

O modelo de crescimento pelo consumo não se esgotou? 

É uma tolice meridiana falar que o país não cresce puxado pelo consumo. Os EUA crescem puxados pelo consumo e pelo investimento. Nós temos que aumentar a taxa de investimento no Brasil. Aí eu concordo. Tanto que tomamos medidas fundamentais para que isso ocorra. Reduzimos os juros. Desoneramos as folhas de pagamento. Reduzimos a tarifa de energia. E fizemos um programa ousado de formação profissional, o Pronatec.


Os investimentos estão lentos e isso é creditado ao governo. Os empresários reclamam que a senhora não tem diálogo.

Eu? Veja a agenda de qualquer tempo da minha vida. Participei de todos os leilões, do período Lula e do meu. Entendo que eles [empresários] queiram conversar comigo, como faziam sistematicamente. Mas sou presidente. Eu não posso mais discutir taxa interna de retorno.

É outra crítica: o governo interfere, quer definir até a taxa. É da vida o empresário pedir mais, o governo pedir menos. Aí ganha no meio. O Tribunal de Contas da União exige a definição de uma taxa de retorno. E o governo tem de ter sensibilidade para perceber quando está errado.

A senhora teria características que não contribuiriam para que projetos deslanchem.
Seria centralizadora, autoritária. 

Não, eu não sou isso, não. Agora, eu sei, como toda mulher, que, se você não acompanha as coisas prioritárias, tem um risco grande de elas não saírem. É que nem filho. Você ajuda até um momento, depois deixa voar.


A senhora já fez ministros chorarem com suas broncas? 

Ah, que ministros choram o quê! Aquela história do [ex-presidente da Petrobras José Sergio] Gabrielli? Um dia escreveram que ele era pretensioso e autoritário. No dia seguinte, que eu tinha brigado e que ele chorou no banheiro. A gente ligava pra ele: “Eu queria falar com o autoritário chorão”. Ô, querida, você conhece o Gabrielli? Ah, pelo amor de Deus.

A senhora não é dura demais? Ah, querida, eu exijo bastante. O que exijo de mim, exijo de todo mundo.

Isso não inibe ministros? Não tenho visto eles inibidos, não. Nenhum projeto de governo sai da cabeça de uma pessoa só. Não funciona assim. Se funcionasse, eu tava feita. Não trabalharia tanto.

Uma das questões que Lula encaminhou no fim do governo foi o da regulamentação da radiodifusão no país. A senhora enterrou esse assunto?

Não. Agora, o que eu e Lula jamais aceitaremos é que se mexa na liberdade de expressão. Vou te dizer o seguinte: não sou a favor da regulação do conteúdo. Sou a favor da regulação do negócio.


O que acha de o ministro Paulo Bernardo, das Comunicações, ser chamado por críticos de “ministro do Plim-Plim”? 

É um equívoco, uma incompreensão. Essa discussão [da regulação] está sempre posta. O [ex-chefe da Secretaria de Comunicação Social] Franklin [Martins] deixou um legado importante. E agora vai ter mais discussão. A regulação em algum momento terá de ser feita. Mas ela não é igual ao que se pensou há três anos. É algo complexo, até o que deve ser regulado terá de ser discutido.

Por quê?

Hoje o que está em questão não é mais empresa jornalística versus telecomunicações, TV versus jornais. Hoje tem a internet. Tem um problema sério, nos EUA, no Brasil, para jornais escritos, revistas. Vai haver problema de concorrência da internet, da plataforma IP, em TV. Temos de discutir. Eu não tenho todas as respostas. Todo mundo terá de participar. O Google hoje atrai mais publicidade que mídias que até há pouco eram as segundas colocadas. A vida é dura. E não é só para o governo. [Dilma pede que a conversa seja encerrada, alegando cansaço]. Gente, preciso ir. Estou tontinha da silva [risos].


Ia perguntar sobre seus prováveis adversários em 2014, Aécio Neves e Marina Silva. [Em tom de brincadeira] 

Não fica triste, mas sobre isso eu não ia responder, não.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

Ilustração de responsabilidade do blog - Não constam da matéria original

segunda-feira, 22 de julho de 2013

JOAQUIM BARBOSA "AGRIDE" DILMA LHE NEGANDO CUMPRIMENTO - E O ESPÍRITO CRISTÃO MINISTRO ? - Assista ao Vídeo


UM GESTO PEQUENO

A atitude deselegante, mesquinha, pequena, dá bem a dimensão do que esse senhor é capaz. Notada por todos, e por todos reprovada, a atitude de negar o cumprimento à Presidente Dilma Rousseff, logo após ser por  ela apresentado ao Papa, é mais uma anotação no currículo já repleto de manchas, causadas por destemperos, agressividade, arrogância e falta de educação do Ministro Joaquim Barbosa. 


quarta-feira, 26 de junho de 2013

JOAQUIM BARBOSA NÃO QUER SER PRESIDENTE - O PAPELÃO DA GOLPISTA FOLHA DE SÃO PAULO

GOLPISTA ATÉ EM ENQUETE FEITA NO MEIO DE PROTESTOS DE RUA, AFOLHA "LANÇA" A CANDIDATURA DE JOAQUIM BARBOSA QUE, 
EM SE TRATANDO DE ELEIÇÃO PRESIDENCIAL PARA 2014, É "CAVALO PARAGUAIO"


Ele não quer ser presidente, e se quisesse, teria que enfrentar Dilma, e pelo visto, Marina Silva.

A "pesquisa" (Se é que pode-se  considerar assim) do Jornal Folha de São Paulo, realizada num ambiente e momento amplamente desfavorável à Presidenta Dilma Rousseff (Manifestação de rua na Capital paulista), acabou por revelar exatamente o contrário do que, por certo, o Jornal desejava apresentar. Dilma continua forte e favorita para a reeleição em 2014.  

Conforme o "primeiro colocado na pesquisa de campo de batalha", o Ministro Joaquim Barbosa muito bem observou, não estavam ali representados todos os extratos da população brasileira, e, o momento é muito bom para quem ataca partidos (caso de Barbosa), ou, finge que faz política de forma diferente, (caso da ex-senadora Marina Silva), que ficou em segundo lugar. Curioso notar que, mesmo em São Paulo, onde o PSDB é forte, e num momento em que Dilma estava sob ataque, o candidato tucano Aécio Neves não se saiu bem. Era a chance dele de aparecer na frente de uma pesquisa, mas...


25/06/2013
'Me sinto lisonjeado, mas não tenho vontade' de ser presidente, diz Barbosa
FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, disse nesta terça-feira (25) que se sentiu "extremamente lisonjeado" com o resultado de pesquisa Datafolha que o colocou na liderança entre os preferidos dos manifestantes paulistanos para ocupar o cargo de presidente da República. Ele, no entanto, diminuiu o resultado.

"Eu me sinto extremamente lisonjeado, apesar de não ser político e jamais ter participado de campanha política. É excelente para a minha vida pessoal, para o meu histórico", afirmou. "São manifestações espontâneas de algumas poucas camadas da população brasileira. Não estão representados todos os extratos da população brasileira. Isso precisa ser mitigado", argumentou.


De acordo com o Datafolha, Barbosa foi mencionado por 30% dos entrevistados, contra 22% da ex-senadora Marina Silva, que tenta montar a rede Sustentabilidade para concorrer ao Planalto em 2014. Dilma (PT) aparece em terceiro, com 10%.

Questionado se ele consideraria a hipótese de se lançar, Barbosa disse que não.

"Não tenho a menor vontade de me lançar candidato a presidente da República. Tenho quase 41 anos de vida pública, acho que está chegando a hora. Chega."

quarta-feira, 12 de junho de 2013

LULA OU DILMA ? ESCOLHAM PARA QUAL DOS DOIS VÃO PERDER - O "DRAMA" DA OPOSIÇÃO E DO PIG EM 2014


O "DRAMA" da oposição política e da oposição midiática, é saber para qual dos dois, LULA ou DILMA, pretendem perder as eleições em 2014. Quando tinham a impressão de que Lula voltaria candidato, colocaram em prática violenta campanha contra o ex-presidente. Bastou LULA lançar Dilma, dizendo que ela será a candidata do PT em 2014, para que a campanha se voltasse contra  DILMA. Ela que era festejada como a gerente que Lula nunca foi, na opinião do PIG, e que tinha, ainda segundo a MÍDIA partidária, vocação para enfrentar e afastar "corruptos", passou a ser o alvo dos ataques. Eles diziam que o governo dela é melhor que o dele, agora dizem que o dele foi melhor que o dela. 

PERDIDOS e sem propostas, os oposicionistas e meio oposicionistas, torcem por uma tragédia na economia, enquanto isso, a oposição midiática forja essa tragédia e alardeia uma inflação que não existe e um descontrole das contas que parece muito longe de realmente acontecer.

A questão é simples. Em quantos países no MUNDO um partido político que está no governo, e sofre as consequências de um mundo mergulhado em grave crise econômica, social e moral, possui DOIS CANDIDATOS, que de forma isolada ou em dupla, possuem amplo favoritismo, aprovação recorde, pessoal e dos seus governo (O que LULA fez e DILMA faz) ?

As oposições procuram nesse momento SABER, através dos balões de ensaio que soltam, nas campanhas forjadas ou nas pesquisas de direcionamento duvidoso que fazem, para qual candidato do PT (Lula ou Dilma) vão perder com menor margem de votos em 2014.

LEIA AQUI



SATISFAÇÃO COM O GOVERNO DILMA - 73,3%

CNT: aprovação do governo Dilma é de 54,2%

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff está em 54,2%, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) em parceria com a MDA Pesquisa. O levantamento havia sido realizado pela última vez em julho de 2012, quando chegou a 56,6%. Neste ano, foram ouvidas 2.010 pessoas em 20 estados. A a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Quando o cenário mede a aprovação pessoal de Dilma, 73,7% dos entrevistados aprovam o desempenho da presidente da República, enquanto 20,4% desaprovam. A satisfação do eleitorado com Dilma Rousseff era de 75,7% no ano passado. À época, os eleitores que desaprovavam a presidente somavam 17,3%.

A CNT afirma que, a partir desta pesquisa, resultados serão divulgados bimestralmente. Por essa razão, o instituto de pesquisa afirma que é difícil fazer uma comparação de cenários. 


domingo, 3 de fevereiro de 2013

A OPOSIÇÃO CAI NO RIDÍCULO E QUER CUIDAR DO GUARDA ROUPA DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF


Poder
É cor-de-rosa choque

Da: Carta Capital

Na falta de uma “crise no setor elétrico”, a oposição brasileira decidiu enveredar por uma nova vertente: a crítica de moda. Os estilistas do PSDB gastaram horas para decidir se era ou não vermelho o terno que a presidenta Dilma Rousseff usou durante o pronunciamento em cadeia de rádio e televisão no qual anunciou o corte nas tarifas de luz.

Até o meio da semana, os tucanos tinham certeza de que Dilma usara vermelho. Em consequência, protocolaram uma representação na Procuradoria-Geral da República sob o argumento de que o objetivo subliminar seria promover o partido da mandatária do País, o PT. “A presidenta Dilma usou roupas vermelhas no pronunciamento oficial em uma clara referência às roupas vermelhas utilizadas na campanha de 2010 e nos programas partidários, fazendo alusão à cor do seu partido”, acusa o documento.

Já seria risível, mas ficou pior. A roupa não era vermelha, mas cor-de-rosa. “Inclusive combinava perfeitamente com o batom, da mesma cor”, disse uma fonte do Palácio, tão interessada nas últimas tendências do mundo fashion quanto o tucanato. O cabeleireiro da presidenta, Celso Kamura, foi taxativo. “Sem dúvida, rosa chiclete Ping-Pong.” Um conhecedor profundo de paletas de cores talvez batesse o martelo sobre a nuance exata do terninho: goiaba. Uma cor em voga neste verão. Dilma, pelo visto, está por dentro.

Coube ao novo líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio, a incômoda tarefa de ir à Procuradoria, na terça-feira 29, entregar a representação contra as roupas de Dilma. “Entendemos ser vermelho, mas é um detalhe pequeno que faz parte de um contexto. Ela pode usar a cor que bem entender, só quisemos mostrar a mudança no comportamento dela. É a primeira vez que aparece nessa cor, porque em pronunciamentos anteriores, como no último, ela vestiu preto com uma renda branca por cima”, disse o deputado, aparentemente um conhecedor do guarda-roupa presidencial.

Além do terno de Dilma, o PSDB protestou contra as letras utilizadas no programa, “parecido”, segundo o partido, com a tipologia usada na campanha presidencial de 2010. A oposição cita em particular a “grafia do sobrenome” Rousseff. E contra o que viu como abuso na utilização da rede nacional de rádio e tevê. “A convocação de redes obrigatórias de rádio e de televisão somente pode ser realizada quando necessária para preservação da ordem pública, da segurança nacional ou no interesse da Administração”, diz a representação, amparada no Regulamento dos Serviços de Radiodifusão.

Para Sampaio, houve “mudança de padrão” no pronunciamento em relação às falas anteriores. “A presidenta Dilma fez clara antecipação da campanha eleitoral. Agiu de maneira a condenar a existência da oposição e tratou a oposição como sendo pessoas que não amam o País”, queixou-se o deputado. “O conceito de República foi abandonado”, bradou o presidente do PSDB, Sérgio Guerra.

Não bastasse o daltonismo, a amnésia dos tucanos é flagrante: o apelo ao “republicanismo” é discurso fácil, mas em junho de 2002, em pleno ano eleitoral, o então presidente Fernando Henrique Cardoso convocou rede nacional para anunciar o pagamento da reposição das perdas que os trabalhadores brasileiros tiveram no FGTS em razão dos planos Verão e Collor, o que beneficiou 35 milhões de cidadãos.

“Assim como o Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, os avanços na saúde e na educação, a reposição do Fundo de Garantia é mais uma realização que outros governos não conseguiram e este governo conseguiu”, vangloriou-se FHC, a cinco meses da eleição presidencial, aquela que levou Lula à Presidência.

Exaltar as virtudes do Plano Real era frequente nos pronunciamentos de FHC em cadeia nacional durante seu governo. “Nós cuidamos primeiro do real, para que agora o real possa cuidar das pessoas”, afirmou, em 1997. Por causa desse pronunciamento, a oposição, representada pelo PT, PDT, PSB e PCdoB, recorreu à época ao Tribunal Superior Eleitoral. A alegação era idêntica: finalidade “eleitoreira”. A diferença, como de costume, está no posicionamento da mídia. À época de FHC, ninguém via desvios ou intenções ocultas em seu comportamento. Já hoje… A representação do PSDB ancora-se em editoriais e textos da Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo e Veja com críticas ao pronunciamento “eleitoreiro” e “partidário” de Dilma Rousseff.

Os tucanos, ecoados pela mídia e vice-versa, criticaram o fato de Dilma se “vangloriar” da redução na conta de luz e, ao mesmo tempo, “atacar” os que fizeram previsões sem fundamento. Vale ainda a comparação: em seu primeiro pronunciamento em cadeia de rádio e tevê, em 1995, FHC fez o quê? Vangloriou-se do sucesso do Plano Real e atacou os “pessimistas”. “Muitos apostaram que o real iria desmoronar”, disse FHC. “Pois se enganaram.”

A queixa à Justiça parece uma tentativa de minimizar os efeitos (esses ainda não mensuráveis) do corte nas tarifas de energia sobre a escassa simpatia popular ao partido. Antecipada pelo governo para 24 de janeiro e fixada em 18% no caso das residências e 32%, no da indústria e comércio, o corte nas tarifas foi uma boa notícia da qual o PSDB não só não participou como tentou sabotar. Três estados governados pelo partido – Paraná, Minas Gerais e São Paulo – decidiram não aderir à Medida Provisória que reviu os contratos das concessionárias, mesmo sob as críticas dos industriais, os maiores beneficiados. Mas a redução na conta de luz também ocorrerá nessas áreas.

No Palácio do Planalto, a notícia de que os tucanos tinham entrado com a representação virou motivo de comemoração. A avaliação geral era de que a oposição vestiu a carapuça ao se identificar como alvo das críticas veladas da presidenta, que em nenhum momento citou nomes ou legendas. E deu a chance de o PT criticar diretamente o principal rival em seu programa eleitoral na televisão, em maio. Uma possibilidade é apresentar o PSDB como o partido “a favor da conta de luz cara”.

Nas redes sociais, a chacota era mesmo sobre a tentativa de “proibir” Dilma de usar vermelho. A cada aparição de uma celebridade em cores rubras, como a primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, no baile da posse, estonteante num longo vermelho, ou a bem menos vistosa chanceler alemã Angela Merkel, repetia-se a piada: “O PSDB vai proibir também?”

Cynara Menezes-POLÍTICA


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

LULA - SOZINHO, O "APEDEUTA" CRIOU MAIS EMPREGOS QUE SARNEY - COLLOR - ITAMAR E FHC (EM SEUS DOIS MANDATOS) JUNTOS

QUEM SABE GOVERNAR SABE, QUEM NÃO SABE TRAMA GOLPE !


A matéria do Site R7 foi publicada em 2010, depois de Dilma ser eleita, um ano antes, portanto, dela criar 2,2 MILHÕES DE EMPREGOS FORMAIS.

Era Lula cria mais empregos que governos FHC, Itamar, Collor e Sarney juntos


Dilma deve continuar política apostando no investimento estatal
Gustavo Gantois e Mariana Londres, do R7, em Brasília

Há oito anos, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito para seu primeiro mandato, as pesquisas de opinião mostraram que o desemprego e a fome eram as maiores preocupações dos brasileiros. Chegando ao fim do governo mais popular da história recente, um novo levantamento, feito em setembro pelo instituto Datafolha, mostrou que os dois maiores tormentos agora são a saúde e a segurança. 

Sinal dos tempos, a campanha presidencial de 2010 quase deixou o tema emprego passar em branco. Enquanto o Lula candidato prometia a geração de 10 milhões de vagas formais, a presidente eleita, Dilma Rousseff, fez questão de não fixar qualquer meta. Segundo o ministro Carlos Lupi, do Trabalho, que participou do programa de governo de Dilma na área, a ausência foi proposital. 

- Ela não precisou e nem precisa prometer porque já está fazendo. O governo da Dilma é o da continuidade. 

De acordo com a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), que registra todas as contratações e demissões de empregados regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), pelo regime estatutário, dos servidores públicos, além dos trabalhadores temporários e avulsos, a expansão durante o governo Lula é incontestável. De 2003 até setembro de 2010 foram criados 14.725.039 empregos. Isso dá a Lula uma média de 1,8 milhão de postos de trabalho por cada ano de seu governo.

A comparação com os governos anteriores é quase injusta. Fernando Henrique Cardoso criou 5.016.672 empregos em seus oito anos de mandato, uma média de 627 mil. Itamar Franco, que governou de 1993 a 1994, gerou 1.394.398 postos – média de 697 mil. José Sarney, em seus cinco anos como presidente, criou 3.994.437 empregos, marcando a segunda melhor média (998 mil) dos últimos 30 anos. Fernando Collor, por sua vez, deixou o governo com a extinção de mais de 2,2 milhões de postos de trabalho. 

Os 14,7 milhões de empregos gerados nos oito anos do governo Lula até setembro deste ano, portanto, superam a soma dos empregos gerados nos governos FHC, Itamar, e Sarney, que juntos são 10,4 milhões em 15 anos. Isso sem contar com o fechamento de 2,2 milhões de vagas durante os três anos do governo Collor, o que daria um saldo de 8,2 milhões de empregos em 18 anos. 

Propostas de Dilma

Em seu programa de governo, a presidente eleita afirma que vai trabalhar a questão do emprego em três frentes. A primeira, calcada na continuidade da geração, vem do seu próprio perfil de quem vê o Estado como grande indutor do crescimento econômico. Para isso, como argumenta Lupi, vai investir ainda mais em obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do programa Minha Casa, Minha Vida, e, principalmente, em projetos da Petrobras estimados em R$ 250 bilhões até 2014 – outros R$ 462 bilhões estão previstos pós-2014. 

- As ações estatais são a locomotiva do crescimento econômico e da geração de emprego. Há projetos gigantescos envolvendo o Comperj [Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro] que vão demandar investimentos em hotelaria, restaurantes e outros serviços. Isso tudo é emprego que não acaba mais.

A segunda frente de Dilma é a ampliação de cursos técnicos para todos os municípios com mais de 50 mil habitantes. Nesse ponto, os números estão a seu favor. Desde 2003, foram abertas 214 novas escolas profissionalizantes, com a oferta de 500 mil matrículas. Ainda nessa frente, há o programa Próximo Passo, que pretende qualificar, entre os beneficiários do Bolsa Família, 145 mil trabalhadores na área da construção civil e 25 mil na área de turismo e hotelaria. 

O terceiro nicho de geração de empregos talvez seja o mais importante. De acordo com projeção do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), os pequenos empresários serão responsáveis por quase 80% de todas as vagas criadas em 2010. Dilma afirma, em seu programa de governo, que fará políticas especiais tributárias, de crédito, qualificação profissional e suporte tecnológico para ampliar o setor. 

Para o presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Márcio Pochmann, tudo leva a crer que o caminho seja realmente esse. Apostar em milagres, como já foi comprovado pela história recente brasileira, não é saudável. 

- Muito já foi feito no sentido de criar falsos processos de geração sustentável de emprego. Investir nas micro e pequenas empresas e, ao mesmo tempo, estimular o restante da economia por meio de ações estatais é uma saída viável. Mas não há melhor indicativo de sustentabilidade do que 28 milhões de brasileiros saindo da pobreza e tendo apoio do Estado para buscar um emprego digno.

Leia + aquihttp://noticias.r7.com/brasil/noticias/era-lula-cria-mais-empregos-que-governos-fhc-itamar-collor-e-sarney-juntos-20111104.html

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

AS MULHERES DE BOLA CHEIA - MARTA, DILMA ROUSSEFF E O FUTEBOL FEMININO

Marta foi eleita pela quinta vez consecutiva a melhor jogadora de futebol feminino do Mundo, Dilma foi eleita a primeira mulher presidente (a) do Brasil. Um encontro que mostra o talento, charme, inteligência e capacidade de superação da mulher brasileira. Aliás, no mundo todo as mulheres estão dando conta do recado cada vez mais e melhor.

Marta convida Dilma para assistir Mundial de Futebol Feminino na Alemanha

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Eleita pela quinta vez consecutiva a melhor jogadora de futebol do mundo pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), a atleta Marta se reuniu hoje (24) com a presidenta Dilma Rousseff, em Brasília. “Ela falou que vai haver uma atenção maior [para o futebol feminino] e espero que realmente aconteça para ter algo melhor para as meninas que jogam aqui no Brasil. Hoje estamos vivendo um momento legal no futebol feminino e espero que não seja passageiro”, disse Marta, ao sair da audiência, explicando que não foram discutidas ações concretas sobre o tema.

A atleta convidou Dilma Rousseff para assistir aos jogos do Campeonato Mundial de Futebol Feminino, marcado para junho, na Alemanha. Dilma não se comprometeu com o convite. Marta presenteou a presidenta com uma camisa do Santos, time no qual joga atualmente, e revelou que a presidenta quis saber de sua trajetória de vida. “Foi um encontro entre duas mulheres que tiveram que batalhar muito na vida e se sobressaíram”, disse a craque. O encontro entre as duas foi acompanhado pelo ministro do Esporte, Orlando Silva, e pelo presidente do Santos Futebol Clube, Luiz Álvaro.

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LEIA E ASSISTA O VIDEO EM: ConeXão Blogs & Mídia$
Comentaristas da Sky Sports são afastados por comentário preconceituoso

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

DILMA ROUSSEFF - FOTO E PALAVRA OFICIAL - PODEM ESPERAR AÇÕES FIRMES

A foto oficial da presidente Dilma Rousseff foi apresentada nesta sexta-feira (14) no Palácio Planalto.


Vestida com um blaser, usando batom cor cereja, e brincos de pérolas, a presidente (a) foi fotografada no último domingo (9), no Palácio da Alvorada. 

A foto oficial era ansiosmente esperada, e ficou muito bonita.

Nesse momento, porém, o que vem de Dilma Rousseff com o carimbo de "oficial", é o compromisso por ela assumido de enfrentar a questão do combate a ocupação irregular do solo, das moradias em áreas de risco, das obras de contenção de encostas, dragagem de rios, saneamento e respeito pela parte ambiental. É a postura serena e firme de reconhecer que muito precisa ser feito, por todo o Brasil, em parceria com todos os governos de Estados e Municípios, para que tragédias como a da Região Serrana do Rio não se repitam, ao menos com a intensidade catastrófica que assistimos nesse momento.

A faixa presidencial lhe caiu muito bem, esperamos que seu governo seja um marco na vida dos brasileiros, trazendo justiça social e prosperidade, e que em 2014, tenhamos avançado na questão de um sistema nacional de Defesa Civil, mais habitação digna e menos tragédias fruto da imprevid~encia e descaso.

Indico a seguinte matéria do Blog Filha do Céu

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

RECADO PARA MERVAL PEREIRA – O ”POSTE” OU “A LARANJA DO LULA” É A 16ª. NA LISTA DA REVISTA FORBES.


A recém eleita Presidente da República do Brasil, Dilma Rousseff, está em 16º. Lugar na última lista das mais influentes personalidades do mundo, publicada pela Revista FORBES.

Apenas duas mulheres estão à frente de Dilma Rousseff segundo a Revista, e são a Primeira Ministra da Alemanha Angela Merkel, e a Presidente do Congresso da Índia, Sonia Gandhi.

Os critérios de escolha da FORBES giram em torno de “poder, influência sobre muitas pessoas, capacidade financeira”, e, eu aqui da minha humilde posição de não integrante do Ranking da Forbes, não dou muita importância a isso, mas, é curioso notar como de uma hora para outra, a roda gira e a coisa muda de figura. Dilma mereceu até capa da Revista #%&@ (perdão, mas não quero escrever palavrão aqui no blog).

Particularmente a imprensa brasileira sempre se excedeu na atitude agressiva e desrespeitosa em relação à pessoa de Dilma Rousseff, e sempre menosprezou sua capacidade como técnica, administradora pública e figura política. Não me refiro às críticas e questionamentos pertinentes, mas sim a postura preconceituosa mesmo e até ofensiva.

Nesse aspecto, ninguém que eu tenha visto e lido, superou o jornalista Merval Pereira, que se referiu por diversas vezes à candidata Dilma, com termos vulgares, tipo, um “poste”, ou pior, “a laranja de Lula”, adotando um linguajar absolutamente impróprio e vergonhoso para a posição que ocupa nas “organizações”

Não é por acaso, que Merval também apresenta hoje aquela cara de quem lhe caiu um “poste na cabeça” ou que está engasgado com o caroço da Laranja.

Vale à pena conhecer os muito poderosos, alguns dos quais, infernizam a nossa vida.

O Link para o Ranking Geral da Forbes

O Link para a página de Dilma na Forbes

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