quinta-feira, 24 de março de 2016

MINISTRA CÁRMEM LÚCIA NÃO FAZ A DIFERENÇA !

    TUDO IGUAL    


DISCURSO CONVENIENTE DE QUE IMPEACHMENT NÃO É GOLPE, DESDE QUE CUMPRA OS REQUISITOS DA CONSTITUIÇÃO É UTILIZADO PELO PIG GOLPISTA.

DATA VÊNIA EXCELÊNCIA. 

QUE O RECURSO DO IMPEACHMENT CONSTA DA CONSTITUIÇÃO, E POR SI SÓ NÃO PODE SER ENTÃO CONSIDERADO "GOLPE", TODOS NÓS SABEMOS. 

ESSE MESMO BLÁ BLÁ BLÁ VEM SENDO UTILIZADO PELO PIG GOLPISTA, REPRODUZINDO DECLARAÇÕES "ÓBVIAS" FEITAS PELO MINISTRO DIAS TOFFOLI E PELO APOSENTADO AYRES BRITTO.  


NO PRESENTE CASO, PORÉM, FAZ-SE NECESSÁRIO "FAZER  A  DIFERENÇA", VISTO QUE, NÃO SE TEM UM FATO DETERMINADO CONSISTENTE, NÃO HÁ COMO SE IMPUTAR À PRESIDENTE CRIME DE RESPONSABILIDADE EM NADA, E O PROCESSO É CONDUZIDO POR UM PRESIDENTE DA CÂMARA RÉU NO SUPREMO. 

QUEREM TIRAR A PRESIDENTE POR ELA SER "IMPOPULAR", QUEREM TIRÁ-LA POR FATOS (PEDALADAS FISCAIS) COMETIDAS NO MANDATO PASSADO, QUEREM TIRÁ-LA POR NÃO ACEITAREM A DERROTA NAS URNAS.

E QUANTO A OPERAÇÃO LAVA JATO RESPEITAR RIGOROSAMENTE A CONSTITUIÇÃO...DATA VÊNIA... "DATÍSSIMAS VÊNIAS", EXCELÊNCIA CÁRMEM LÚCIA. DESDE QUANDO UM JUIZ DE PRIMEIRA INSTÂNCIA VAZAR GRAMPO TELEFÔNICO DA PRESIDENTE DA REPÚBLICA TEM AMPARO NA CARTA MAGNA ?

4 comentários:

Trezentos de Esparta disse...


Relações promíscuas entre juízes do STF e empresas interessadas nos resultados dos seus julgamentos devem ser investigadas.

E, se constatadas, juízes e empresas devem ser punidos, pois isso constitui um crime de tutelamento da justiça em favor de parte interessada. Principalmente se esta empresa se utilizar do poder econômico para a manutenção dessa promiscuidade.

A meritíssima Sra. Juíza, Carmen Lucia não é a primeira juíza do STF a receber "condecorações" oferecidas pelas organzações Globo. A justificativa para essas "condecorações" invariavelmente tem sido o "mérito" deses juizes em seus julgamentos. "Mérito" este que é julgado por uma das partes interessadas poltica e financeiramente nos resultados das votações empreendidas pels juízes do STF.

Ao mesmo tempo, que por uma subversão das leis, o juiz, aquele que julga este mérito, passa a ser uma empresa a qual não lhe foi dada essa prerrogativa de direito, os demais juízes do STF se vêem diminuídos em sua condição de meritíssimos, uma vez que, aos olhos dessa empresa, não possuem os "méritos" necessários para serem "condecorados".

Isso, naturalmente caracteriza outro crime que é o de procurar influenciar o voto dos juízes no Supremo Tribunal Federal para que os "sem mérito" futuramnte possam também ser galardeados com as "condecorações" atribuídas a apenas alguns de seus pares.

Assim como aos juizes devem ser vedadas todas e quaisquer manifestações públicas de caráter político, estes também devem ser impedidos de se apresentarem em manifestações públicas promovidas, ou que delas participam de alguma maneira, entidades que são, ou posssam vir a ser, beneficiárias das decisõs da corte da qual fazem parte.

A participação ativa de juízes ao lado de políticos em jantares, casamentos, formaturas, ou ao lado de empresários, em seminários, palestras e condecorações se não for ilegal é, no mínim, moralmente inaceitavel.

À mulher de Cesar não basta ser honesta. Tem que parecer honesta.

Os senhores "meritíssimos" juízes neste quesito estão a dever muito à opinião pública, a qual, com todo o direito, passam a ter motivos de sobra para considerarem suspeitíssimas as suas decisões.


BONDeblog S. O. disse...

BOM DIA TREZENTOS

NOTA MIL para o seu comentário.

Anônimo disse...

O advogado Kakay, tem sido visto em Resorts juntamente com lewandovski ( pesquise as fotos no google para comprovar). Mas isso pode. O que não pode é um Juiz ser condecorado por uma entidade empresarial ou mesmo por uma revista internacional como a FORTUNE, que acaba de coroar Sérgio Moro o 13o homem mais influente do mundo.

Trezentos de Esparta disse...

Ao Anônimo acima:

Eu descrevi o pecado que, a meu ver não deveria ser permitido.

Citei apenas o mais flagrante pois trata-se de empresa com muito maior poder de influência do que um simples advogado.

Não acho que uns podem e outros não podem. Para mim, o pecado legal deve ser punido, independentemente dos pecadores.

Mas certamente, existe uma figura consagrada no direito que é o princípio de insignificância ou bagatela. Acho, embora não tenha a certeza, pois não sou advogado, o caso levantado pelo comentarista anônimo, se enquadraria neste princípio. Caso contrário, punam-se todos, começando pelos casos mais lesivos à sociedade.

Para saber do que se trata, que tal consultar:

http://www.direitonet.com.br/dicionario/exibir/1216/Principio-da-Insignificancia-ou-Bagatela

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