segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O BRASIL É O GRANDE DERROTADO COM A ELEIÇÃO DE EDUARDO CUNHA !

Dizem os analistas políticos, e em especial os inimigos de Dilma e de seu governo, que a presidente da República foi a grande derrotada com a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados.


Se Dilma queria Chinaglia, e ele foi derrotado, é óbvio que o governo perdeu.

Que Eduardo Cunha vai atrapalhar o QUANTO PUDER os planos do governo, isso é líquido e certo, exceto se...

Eduardo Cunha, porém, por toda a sua trajetória e histórico na política, significa de fato, ao vencer a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados, uma derrota para o Brasil e para a busca de um Legislativo transparente, afinado com os interesses do povo trabalhador e não com o de grupos empresariais, gigantes econômicos e com mordomias e regalias para seus pares.

O BRASIL perdeu, e perdeu FEIO. 

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3 comentários:

José Antônio disse...


Não faz muito tempo, assistimos a uma saraivada de artigos impiedosos, provenientes da mídia, contra os sarneys, os renans e outros, outrora grandes aliados da mesma mídia.

Ora, sarneys, renans i tutti quanti, não são, sabidamente, flores que se cheire, mesmo. De modo que podíamos ser levados a crer que a mídia, ao atacá-los, estava defendendo princípios republicanos.

Hoje vemos essa mesma mídia de braços dados com Eduardo Cunha. Político cuja folha corrida em nada deixa a dever aos sarneys e renans.

No entanto, a mídia entra em estado de júbilo ao vê-lo eleito Presidente da Câmara, terceiro na linha de sucessão, ameaçando inviabilizar as realizações de um governo pelos quais os brasileiros tanto necessitam e anseiam.

Hoje, os sarneys e renans, foram, esquecidos pela mídia. Já não são mais atacados como o foram há tão pouco tempo. Ao contrário, alguns órgãos dessa imprensa, deixam escapar, assim, sem querer, alguns disfarçados elogios a um ou a outro.

A mídia, ao querer se mostrar defensora de valores e princípios éticos, esquecia, propositalmente, que tanto os sarneys quantos os renans, haviam sido legitimamente eleitos. Portanto, eram políticos que representavam parcelas expressivas da população.

Em um governo democrático, no qual o partido do(a) Presidente eleito não possui maioria no parlamento (Câmera/Senado), existe a necessidade imperiosa de alianças entre as correntes legitimamente representadas em ambas as casas. Do contrário, seria uma ditadura de um partido minoritário, mesmo que com expressiva votação.

Conclui-se que a mudança de comportamento da mídia em relação aos sarneys e renans, não se deve a nenhuma mudança de comportamento de nenhum deles. Fica claro que "os antigos amiguinhos da mídia" só se tornaram a encarnação do diabo na face da Terra, provisoriamente, enquanto o interesse principal era o de atacar, por meios oblíquos, o governo do PT.

Este, sim, o verdadeiro inimigo a ser abatido, quaisquer que sejam os meios a serem empregados.

Se, agora, Eduardo Cunha vem a se tornar o grande paladino da mídia, convenhamos, cara de pau e a falta de caráter jorra aos quatro cantos.

Hipócritas!


José Antônio disse...

jorram

José Antônio disse...

Câmara

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