quinta-feira, 16 de outubro de 2014

DEBATE NO SBT - 1o. BLOCO / 2o. BLOCO / 3o. BLOCO - ATÉ AQUI NADA QUE SE APROVEITE



A RADICALIZAÇÃO dessa Campanha Política está chegando a um nível insuportável. Perguntas e respostas até aqui feitas e trocadas entre Aécio Neves e Dilma Rousseff, não acrescentaram nada ao bom debate político.

Aécio começou com o ataque, trazendo notícias de jornais sobre a Petrobras, Dilma focou outra vez nos escândalos não investigados durante o período Tucano.

Os dois candidatos estão tensos, tropeçando nas palavras, e pelo visto com munição para se desconstruir um ao outro. Se continuar assim, não sobrará nada de bom, nenhuma proposta será apresentada, e em hora e meia de programa não vamos ter nada de útil.

2o. e 3o. BLOCO

As perguntas agressivas e acusatórias continuam. Aécio simplesmente não responde nada, ele apenas diz que é mentira, mesmo diante de fatos e números apresentados. A tática do TUCANO é dizer que quer elevar o debate, ou seja, ele pode acusar, mas não pode ser acusado.

Até aqui, em termos de propostas nada, nem de um lado nem de outro. As pedras no telhado de vidro de Aécio continuam pipocando e ele se mostra incomodado.

'CLAQUE' DE AÉCIO É ADVERTIDA

O apresentador do Debate no SBT advertiu os partidários de Aécio presentes.

"NÓS NÃO ESTAMOS NUM PROGRAMA DE AUDITÓRIO".

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Entre Dilma e Aécio houve empate. Já o telespectador saiu perdendo.

2 comentários:

José Antônio disse...


Bond, perdi o debate.

Mas pelo que vc conta, parece que não perdi grande coisa.

Do ponto de vista puramente eleitoral, um debate vazio de ideias e cheio de agressões, de ambas as partes, pode se mostrar neutro.

Entretanto, do ponto de vista político, é hora de sairmos dessa discussão de boteco após o jogo de futebol.

Acho que os políticos tem uma certa responsabilidade por esvaziarem o debate político e partirem rapidamente para o bate-boca.

Mas, muito mais do que os políticos, considero que o papel da imprensa trazendo o nível da análise política para o seu mínimo denominador comum, tem um efeito muito mais pernicioso ao promover o descrédito da cultura democrática.

Na minha opinião, esse comportamento da imprensa não é inocente. É de caso pensado, extrema má fé e com o objetivo, inconfessável, de criação de um clima de descrédito na política e nos políticos.

O uso abusivo desse estratagema é provocado com o objetivo de fabricar crises políticas que, pela sua excessiva repetição, poderiam justificar um possível rompimento com a normalidade democrática.

E há, sim, quem pense poder levar vantagem caso isso venha um dia a acontecer.

Lembro que o golpe de 64 foi um processo de construção paulatino que durou no mínimo 10 anos até ficar amadurecido.

Quando isso ocorreu, a população já tinha sido devidamente anestesiada e, não somente parcelas significativas aceitaram o golpe, como também o apoiaram.

O pretexto nesse momento é o que menos importa.

BONDeblog S. O. disse...

José, Boa noite.

Uma das questões que precisam mudar em nosso processo eleitoral é a forma como a imprensa faz cobertura ou entrevistas / debates. Tudo é feito para que as propostas /programas de governo / pensamento ideológico fique em segundo/terceiro plano.

No debate de hoje, a única novidade foi real, foi a divulgação de PROPINA para SERGIO GUERRA PSDB matar uma CPI.

O resto foi das acusações que sempre tem sido repetidas.

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