sábado, 20 de setembro de 2014

PNAD 2014 - ERRO, REVISÃO E CERTEZA DE QUE O BRASIL VAI BEM, MAS O GOVERNO PRECISA CORRIGIR CERTOS ERROS INFANTIS.

O governo Dilma precisa fazer uma autocrítica e apresentar desde já para o funcionalismo federal uma proposta de diálogo franco e democrático com esse segmento de profissionais, como é da melhor tradição do PT. O IBGE por exemplo, sofre com déficit grave de pessoal e redução de verbas. Há uma tendência em não querer mais realizar concurso público pelo regime de contratação de ESTATUTÁRIOS, em especial na SAÚDE. São gravíssimos os problemas no INCA no Rio de Janeiro, onde vem sendo postergada até a realização de CONCURSO PÚBLICO exigido pelo MP.

Que se apure o que pode ter levado o IBGE, esse INSTITUTO RENOMADO E RESPEITADO, a ter cometido tal erro, mas, que o governo olhe com atenção agora, e numa provável reeleição, a questão de TERCEIRIZADOS, CONTRATADOS E COMISSIONADOS. É preciso valorizar o servidor de carreira, é preciso dar importância ao RH, o maior patrimônio de qualquer governo e do país na esfera administrativa. 

Quanto ao que foi mudado no PNAD em termos de indicadores, o erro acabou tornando a exploração política promovida pelo PIG e oposição em algo ridículo. Com os números corretos, foi por terra o discurso eleitoreiro. O Brasil avançou muito, continuou reduzindo a desigualdade, analfabetismo, desemprego...e a oposição só tem "bandeira" quando se pega nos erros infantis que o governo comete.

Dilma ficou 'perplexa' com erro do IBGE, diz ministra do Planejamento

IBGE admitiu 'erros graves' na Pnad e disse que desigualdade caiu no país.

Governo criou comissões para avaliar a pesquisa e buscar os responsáveis.


A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, afirmou neste sábado (20) que a presidente Dilma Rousseff ficou "perplexa" com o erro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios referente a 2013. Em uma entrevista coletiva em que quatro ministros destacaram apenas os pontos positivos do Pnad, Miriam relatou que se reuniu com a presidente e outros integrantes do primeiro escalão nesta sexta (19), logo após ser informada dos equívocos na pesquisa do IBGE.

"Ela [Dilma] reagiu como a gente disse, absolutamente perplexa que o IBGE possa ter cometido um erro tão básico, que é não ter feito o processo de checagem e rechecagem", afirmou a titular do Planejamento, em entrevista coletiva, em Brasília.

Nesta sexta, o IBGE admitiu "erros graves" na Pnad divulgada na última quinta (18). O problema está relacionado aos números das regiões metropolitanas de sete estados brasileiros, o que afetou o resultado nacional em vários segmentos.

A desigualdade de renda proveniente do trabalho, por exemplo, diminuiu em vez de aumentar, como primeiramente constava na pesquisa divulgada. O índice de desigualdade anunciado primeiramente para 2013 foi 0,498 – o número correto, segundo o instituto, é 0,495.

Depois de uma breve fala, Miriam Belchior deixou a coletiva e o ministro de Assuntos Estratégicos, Marcelo Néri, passou a fazer uma análise dos índices corrigidos da Pnad, com o objetivo de destacar que a desigualdade está em queda. Ele citou o índice que aponta queda nas diferenças de renda familiar per capta. Segundo ele, o índice foi de 0,527 em 2011 para 0,524 em 2012 e 0,522 em 2013. Quanto mais próximo de 1 mais desigual, portanto a diminuição seria positiva.

Um comentário:

José Antônio disse...


À mulher de Cesar não basta ser honesta. É preciso, também, parecer honesta.

Ninguém, de boa fé, tem dúvidas de que o IBGE é honesto. Entretanto, para pessoas de má fé, estimuladas pelo clima de guerra que se instalou às vésperas das eleições, esse tropeço, quase insignificante, ainda vai render alguns panos para mangas.

Neste sentido, é importante, tanto para o IBGE, quanto para o governo, que tais fatos não se repitam. Sabemos todos o quanto o processamento de múltiplos dados, provenientes de várias fontes, é muito difícil de ser feito sem erros. Entretanto, todo o cuidado é pouco e todo o esforço deve ser empreendido para que tais erros não venham a se repetir.

Pequenos erros, dessa monta, podem vir a prejudicar o enorme esforço que uma instituição como o IBGE empreende para manter sua credibilidade.

Do ponto de vista do governo, a exploração dos dados incorretos e da sua pronta correção, pode prejudicar também a correta execução das políticas sociais que vêm sendo aplicadas nos últimos tempos.

Não jogo pedras no IBGE nem em seus funcionários, pois reconheço a enorme batata quente que constitui o seu trabalho. Mas o exemplo das terríveis e nefastas consequências para um pequeno erro deve ser suficiente para deixar a todos muito mais atentos para não repeti-los nunca mais.

EM DESTAQUE - LEIA AGORA

JOÃO DORIA E ACMN LEVAM UMA MERECIDA CHUVA DE OVOS EM SALVADOR - EM VÍDEO

OS OVOS CHOCARAM E APODRECERAM ASSIM QUE TIVERAM CONTATO COM A CABEÇA DOS DOIS PREFEITOS LEIA A MATÉRIA AQUI

AS DEZ MAIS LIDAS NO MÊS