terça-feira, 2 de setembro de 2014

"CORONEL" DA ANTIGA ARENA TRAI AÉCIO NEVES E VAI DE MARINA SILVA

A 'NOVA POLÍTICA" DE MARINA SILVA ENCANTA ATÉ APOIADORES DA 
DITADURA MILITAR DE 1964


3 comentários:

José Antônio disse...


A "Nova Política" da Marina, como era de se esperar, tem um cheiro de velha politicagem.

Nossa sociedade é composta por espertinhos onde todos respeitam a lei: a lei de Gerson.

Nossos políticos são oriundos dessa mesma sociedade, por isso mesmo, também respeitam a mesma lei.

Não é possível fazer política sem políticos. Quem colocaríamos no lugar? Os mergulhadores? Os seringueiros? Os banqueiros? Os militares? Os donos de jornais? O William Bonner?

Uma vez assumindo a tarefa de exercer a política, todos se tornam políticos, por definição.

Todos trarão seus velhos vícios.

Portanto, em uma sociedade democrática, temos que nos acostumar que os políticos são necessários, com suas qualidades e seus defeitos.

Só aperfeiçoaremos os nossos políticos quando a sociedade se conscientizar que precisa fazer uma reforma legal: trocar a atual lei de Gerson, em vigor e adotada por grande parte da mesma, por uma outra lei mais adequada a uma sociedade mais igualitária, mais moderna e mais ética.

Tirando isso, não há como Marina Silva ser a porta-voz de uma "nova política", conceito este que carece, ainda de definição, ainda que ela jure ser a portadora da revelação divina.

José Antônio disse...


Notícia explosiva na coluna da Mônica Bergamo, hoje, na Folha:

Entidades e ex-assessor de Lula pedem a Dilma que demita chefe do Exército

01/09/2014 02h00

"Um abaixo-assinado que pede à presidente Dilma Rousseff a demissão do general Enzo Peri, comandante do Exército, já teve a adesão de entidades como o Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro e de mais de 30 vítimas da ditadura e familiares. O texto afirma que o militar –que proibiu subordinados de dar informações sobre crimes nas dependências da corporação no período– "zomba do ordenamento jurídico" e "da luta por memória, verdade e justiça".

RECURSOS HUMANOS
Assessor da Presidência da República no primeiro mandato de Lula, o escritor e jornalista Bernardo Kucinski é um dos que assinam a carta. O Exército não comenta a decisão de Enzo Peri, que nunca se pronunciou publicamente sobre a ditadura.
"

Sem sombras de dúvidas, o comportamento do General Enzo Peri, constitui um caso típico de confronto com autoridade superior.

Estivéssemos nós em uma democracia, (o que ainda existem dúvidas) era o caso da demissão sumária do comandado responsável pela afronta às instituições e à sua superior hierárquica.

Sabedores, como somos, de que as FFAAs, ainda se julgam com direitos extra-democráticos e de não prestarem obediência a ninguém, mesmo que isto esteja na Constituição, o caso tem o potencial para se transformar em um choque de trens em altíssima velocidade.

Um pouco de bom senso, da parte do General, seria recomendável. A não ser que ele esteja jogando pelo "quanto pior melhor".

BONDeblog S. O. disse...

José

Ainda há uma parte considerável de pessoas no Brasil, entre militares e civis, que pensam poder se colocar acima da Constituição. Não se iluda, com Aécio e, infelizmente até com MARINA, a Comissão da Verdade vai se enfraquecer.

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