terça-feira, 19 de agosto de 2014

MARINA SILVA E O PSB COM A PULGA ATRÁS DA ORELHA

PARTIDO NÃO SABE COMO FAZER PARA QUE ELA SEJA CANDIDATA E HONRE OS COMPROMISSOS ASSUMIDOS POR EDUARDO CAMPOS.


O atual Presidente do PSB, Roberto Amaral, negou hoje que o PSB pretenda apresentar uma CARTA COMPROMISSO, e impor sua aceitação por parte de Marina Silva, para que ela seja efetivada como substituta de Eduardo Campos na disputa pela presidência da República. 

Os socialistas estão com medo de que ela se negue e aceitar uma série de condições referentes aos acordos e alianças firmados em Estados como SÃO PAULO E SANTA CATARINA por exemplo.

Ao mesmo tempo, há uma expressiva parcela de integrantes do PSB que consideram uma temeridade deixar MARINA SILVA livre para fazer a sua própria campanha e AGENDA. O PSB teme ganhar e não levar.

O dilema dos socialistas é GRANDE, e o tamanho das incertezas de MARINA SILVA não é menor.

Surge assim, com absoluta clareza, que o projeto político que Eduardo Campos e Marina Silva firmaram, não tinha um mínimo de proximidade e identidade.

Para além das frases de efeito e do MARKETING de uma "nova forma de fazer política",  sobraram as diferenças que só serão agora superadas, se um dos lados ceder  praticamente em tudo do que considera ser a melhor prática.

O PSB e Marina PARECE QUE "NÃO DESISTIRAM DO BRASIL", mas, nem um nem outro sabe nesse momento, como fazer para governá-lo.

Um comentário:

Vincent van Blogh disse...

Senhor Bond:

O PSB somente dará de mão beijada a cabeça de chapa para Marina Silva em uma atitude francamente suicida.

A morte de Eduardo Campos deixou o partido segurando o pincel na mão, com Marina prestes a retirar a escada.

É difícil, para quem tinha o domínio da situação, ver-se de repente diante de uma situação onde o mundo afundou diante de seus olhos.

Mas o PSB tem que tomar consciência de que a morte de Eduardo Campos acabou com seus sonhos e que não será a sonhática Marina que irá trazê-los de volta à realidade.

A insistência do PSB em dar a cabeça da chapa à Marina, ao contrário, pode significar, para o partido, o aparecimento de diversos pesadelos.

Mesmo com o apoio da Renata Campos que, hoje, está por demais abalada para se dar conta das consequências políticas dessa decisão.

Marina não deverá vencer as eleições, nem ajudar a eleger parlamentares do PSB, partido que vinha aumentando sua participação no parlamento, ainda que às custas de vários "socialistas" de mentirinha.

Marina irá ajudar apenas à constituir seu partido, a Rede de Sustentabilidade. Por definição, esta é uma Rede que não dará sustentabilidade nenhuma ao PSB.

Dado ao clima de comoção midiática causado pela morte de Eduardo Campos, dificilmente o PSB será capaz de adotar uma estratégia racional.

E o emocional deverá contribuir para afundar o PSB pelos próximos 4 anos.

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