quinta-feira, 10 de julho de 2014

BRASIL RISCO ZERO - AGÊNCIA MANTÉM GRAU DE INVESTIMENTO

ECONOMIA SÓLIDA E COM CAPACIDADE DE ABSORVER CHOQUES


Houve um tempo em que os Estados Unidos espirravam e o Brasil contraia PNEUMONIA. Se a EUROPA tivesse uma leve "tonteira", o Brasil passava por grave crise de LABIRINTITE. Hoje, EUA e EUROPA estão, faz tempo, seriamente doentes, e o Brasil não se GRIPOU e continua em perfeito equilíbrio. Sinal de que as coisa mudaram para melhor. 

Os ARAUTOS DO CAOS ECONÔMICO, fizeram, como de costume, um tremendo terror quanto à possibilidade da AGÊNCIA DE RISCO FITCH RATING reduzir a nota do Brasil. Pois bem, mais uma previsão, mais um VATICÍNIO que não se confirma. 

Sem dar a estas AGÊNCIA de RISCO a importância que elas não tem, ainda assim, vale o registro. Como se vê, nem mesmo estas organizações que no fundo servem ao especuladores, deixam de reconhecer que o Brasil está solidamente capaz de superar o momento difícil da economia INTERNACIONAL.

Agência mantém nota de "grau de investimento" do Brasil
10/07/2014 12h26
Brasília
Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto

A agência de classificação de risco Fitch Ratings anunciou hoje (10) que manteve a nota do Brasil em BBB, com perspectiva estável, ou seja, não deve haver mudanças em curto prazo. A agência considerou o Brasil na classificação chamada “grau de investimento”, ou seja, há baixo risco de inadimplência, com manutenção do nível de confiança para os investidores aplicarem no país.

Segundo a Fitch Ratings, a nota reflete a diversidade da economia brasileira, a capacidade de absorção de choques e um sistema bancário adequadamente capitalizado. Esses fatores são contrabalanceados por endividamento público relativamente elevado, baixo nível de poupança e de investimento e progresso limitado na melhoria da competitividade e da flexibilidade fiscal.

A agência também cita o crescimento fraco da economia e a inflação em torno do limite superior do intervalo de tolerância da meta (6,5%). A Fitch projeta crescimento médio da economia brasileira em torno de 2%, entre 2014 e 2016.

Sobre as eleições de outubro deste ano, a agência diz que o próximo governo vai enfrentar o desafio de fazer ajustes para reduzir a inflação e fortalecer as finanças públicas.

Um comentário:

José Antônio disse...


Não estou entendendo, Bond.

Todos os jornais que leio, mais as revistas semanais, mais o jornais televisivo, mais todos os cronistas e especialistas econômicos, são unânimes ao dizer que estamos à beira do abismo?

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