quarta-feira, 25 de junho de 2014

JOSÉ DIRCEU PODE DEIXAR O PRESÍDIO PARA TRABALHAR -


A MANUTENÇÃO de José Dirceu em um Regime prisional diferente do qual recebeu condenação, foi revogada pelo PLENÁRIO do STF. A maioria dos ministros acompanhou o voto do RELATOR Roberto Barroso, que se manifestou pelo direito de Dirceu trabalhar fora do presídio, e de Delubio e outros apenados na AP 470 que tiveram esse direito cassado por Joaquim Barbosa, retomarem o trabalho externo que exerciam.

UM DIA HISTÓRICO no STF, visto que, a DITADURA MONOCRÁTICA DA CANETA chegou ao fim.

O SALDO POSITIVO DE TODA ESSA QUESTÃO

Os nossos sistemas prisional e judiciário, tiveram as aberrações existentes em ambos, colocadas de forma bastante evidentes. QUEM SABE se adotam medidas no sentido de minimizar os problemas apontados.

5 comentários:

LRM disse...

Um dia ainda vou entender esses petistas. Bastou ir pra cadeia pro Zé Dirceu querer trabalhar.

José Antônio disse...


Um dia ainda vou entender esses petistas. Bastou ir pra cadeia pro Zé Dirceu querer trabalhar."

Como sempre, D. Lucia vem com comentários maledicentes.

Ela quer insinuar que Zé Dirceu nunca trabalhou.

Motivo mais do que suficiente para um processo por calúnia.

José Antônio disse...


"MADRI — A infanta Cristina, uma das duas irmãs do rei Felipe VI, deve se sentar no banco dos réus quando começar o julgamento do Caso Nóos, num novo golpe contra a monarquia espanhola. O juiz que investiga há três anos suspeitas de desvio de dinheiro público pela empresa do marido da princesa tomou a decisão de manter o indiciamento dela nesta quarta-feira por lavagem de dinheiro e fraude fiscal, apenas seis dias depois da proclamação do novo monarca. As acusações podem levar a até 16 anos de prisão. Após tomar conhecimento da notícia nesta quarta-feira, a Casa Real expressou “total respeito à independência do poder jurídico”.

Iñaki Urdangarin, cunhado de Felipe VI e que presidia o Instituto Nóos, também se sentará no banco dos réus. O marido da infanta é acusado por nove delitos, entre os quais, desvio de verbas — € 6 milhões —, prevaricação, falsificação e fraude. No total, serão 16 acusados entre as 32 pessoas que, inicialmente, estavam implicadas no processo.

O dinheiro desviado do instituto teoricamente sem fins lucrativos foi usado por Cristina para reformar seu palacete, comprar obras de arte, pagar aulas de salsa e merengue, vestidos, viagens de luxo e festa de aniversário de seus filhos, segundo o jornal “El Mundo”.

O caso provocou um escândalo na família real que contribuiu para derrubar a popularidade do rei Juan Carlos I, antes de sua abdicação em 2 de junho. As consequências do chamado Caso Nóos constituem um dos primeiros problemas que Felipe VI deve enfrentar, depois de ter assumido o trono em 19 de junho.

Desde a denúncia, em dezembro de 2011, a Casa Real manteve diferentes reações, destacou o diário “El País”. Não houve comentários sobre o indiciamento de Urdangarin, embora o então chefe da casa, Rafael Spottorno, tenha classificado o comportamento do genro do rei de “não exemplar” e, portanto, incapaz de continuar participando de eventos oficiais da família real.

Em abril de 2013, quando Cristina foi indiciada, o Palácio da Zarzuela expressou “surpresa” pela mudança de posição do magistrado, que havia rejeitado em ocasiões anteriores processar a princesa, mas ressaltou sua “imparcialidade”. A declaração foi interpretada como interferência e, por isso, quando a infanta foi novamente convocada a depor em janeiro passado, a Casa Real manifestou “respeito às decisões judiciais”. Nem mais uma linha “para evitar erros de interpretação”.

Nesta quarta, porém, a Casa Real citou pela primeira vez a “independência” do Poder Judiciário, num movimento considerado por analistas políticos como uma tentativa de se afastar do escândalo. Partidos políticos, como o Partido Popular (PP) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), também elogiaram a independência do Judiciário após ser anunciada a decisão de manter o indiciamento da princesa.
"

http://oglobo.globo.com/mundo/uma-princesa-no-banco-dos-reus-13006816

LRM disse...

E desde quando nao trabalhar é crime Sr. José Antônio?

Crime é roubar, ops.....

José Antônio disse...


"Crime é roubar, ops....."

Justiça salva o “mensaleiro” Arruda

Para uns a "justiça" faz valer sua mão pesada. Ainda que de forma injusta.

Para outros, a justiça é leve. Ainda que de forma injusta.

Arruda, Roriz, Azeredo, Demóstenes... nenhum incomodado pela justiça.

"Crime é roubar, ops....."

Menos, D. Lucia, menos....

Depende de quem rouba.

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