terça-feira, 24 de junho de 2014

DITADURA DA CANETA CHEGA AO FIM - STF DEVE RESTABELECER JUSTIÇA ANTES DO RECESSO


Os últimos instantes de Joaquim Barbosa como presidente e ministro do STF acontecem amanhã. Para os que gostam de espetáculos midiáticos e bravatas condenatórias sob o manto de severidade e combate aos "criminosos", a aposentadoria de Barbosa será uma perda irreparável. Para aqueles, porém, que prezam ato de JUSTIÇA de forma isonômica e sem beirar a linha do justiçamento para "servir de exemplo', sua Excelência não vai deixar saudades. 

O legado de Barbosa é péssimo, mas isso, só com o tempo será fato comprovado de forma cabal. No futuro, se Joaquim Barbosa entrar para a política e ficar do lado contrário ao dos monopólios de comunicação ou elite bolorenta, nós ouviremos falar dele, e não será de forma a mantê-lo na condição de Paladino da Justiça.

Genoino apresenta novos exames ao STF e pede prisão domiciliar
André Richter - Agência Brasi


Os advogados do ex-deputado José Genoino, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, apresentaram hoje (24) ao Supremo Tribunal Federal (STF) novos exames médicos para reafirmar que ele deve cumprir prisão domiciliar definitiva. O recurso de Genoino para voltar para casa será julgado amanhã (25) pelo plenário da Corte.

Na petição, a defesa reafirma que o estado de saúde do ex-deputado piorou depois de ele ter retornado à prisão, por determinação do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Os advogados anexaram ao pedido um laudo de médico particular.

“Desde seu retorno ao presídio, o sentenciado apresentou alguns episódios de crise hipertensiva, com elevação importante dos níveis pressóricos, que requereram uso de medicação de urgência e perda gradativa do controle terapêutico da anti-coagulação", justifica a defesa no recurso.

Nesta quarta-feira, além de julgar o pedido de Genoino para voltar a cumprir prisão domiciliar, o Supremo vai julgar os recursos dos condenados na Ação Penal 470, que tiveram o direito a trabalho externo cassado ou negado pelo ministro Joaquim Barbosa.

3 comentários:

José Antônio disse...


Caro Bond,

Ao contrário do que algumas pessoas de má fé propagam aos quatro ventos, nós queremos, sim, que a justiça seja feita.

Mas justiça nada tem a ver com justiciamento.

Na verdade, essas palavras, embora ambas possuam uma raiz comum, elas significam exatamente uma o inverso da outra.

Que a justiça no Brasil retorne ao caminho de onde nunca deveria ter saído. Longa da disputa política; longe da interferência econômica; longe das pressões midiáticas, na maior parte das vezes representativas apenas de pequenos grupelhos econômicos com interesses próprios.

Que aquela escultura, simbolizada por uma mulher com uma balança e uma venda nos olhos, ilumine os homens que lhe dizem representar, de modo a que estes não façam distinções entre a origem dos réus, e que saibam medir com precisão, usando os pesos adequados a cada caso, de modo a que para alguns a justiça não seja sempre leve, enquanto para outros, sempre lhes pese nos ombros.

BONDeblog S. O. disse...

José

Mais uma vez você foi muito feliz no seu comentário.

Grato

Um abraço

LRM disse...

"Ao contrário do que algumas pessoas de má fé propagam aos quatro ventos, nós queremos, sim, que a justiça seja feita."
********************
No quintal dou outros.

Sem mais comentários.....

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