segunda-feira, 16 de junho de 2014

A TRAGÉDIA DO IRAQUE - INVADIDO - SUGADO - DESTRUÍDO E ABANDONADO PELOS ESTADOS UNIDOS



É muito grave a situação no IRAQUE. O atual conflito entre o governo que foi colocado no poder após a invasão americana e os chamados combatentes jihadistas / Sunitas, vai acabar por destruir o que ainda estava de pé no país.

Invadido pelos EUA com base numa NOTA FALSA de DÓLAR, de que Sadam Hussein possuía armas de destruição em massa, o então presidente George Bush afrontou o mundo e mesmo sem a aprovação da ONU perpetrou o ato criminoso e imbecil. Para o povo Iraquiano, nada melhorou, pelo contrário, se sob o domínio do tirano Hussein viviam mal, hoje, vivem muito pior. Aproximadamente 500 MIL pessoas morreram no IRAQUE após a invasão americana. A maioria delas, mulheres, crianças e idosos, todos civis que não tinham envolvimento nos combates. 

Para os Estados Unidos, além do petróleo que ainda é tomado do Iraque por preço aviltante, o saldo também não é dos melhores. Em um caixão de madeira lacrado e coberto com a bandeira do país, voltaram para o solo americano os corpos de aproximadamente 6 mil soldados. Jovens que deram suas vidas por absolutamente nada de positivo. 

O custo financeiro da GUERRA também é um desastre para os americanos. E agora, diante do momento em que se vê um conflito interno de proporções assustadoras, fica a comprovação de que, com toda essa MATANÇA, todo o sangue derramado, todas as BOMBAS e destruição, o custo MORAL também é impagável para os EUA. 
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Extremistas islâmicos divulgam execução em rede social - Militantes de grupo radical dizem ter matado 1.700 soldados iraquianos
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Obama diz que não enviará tropas ao Iraque para combater ofensiva sunita
Da Agência Lusa - Atualizado em 16.06.2014 - 06h30 - 007BONDeblog

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje (13) que não vai enviar forças terrestres para o Iraque e que estuda outras opções para combater a ofensiva sunita no país árabe.

“Não vamos enviar tropas americanas de volta para o combate no Iraque, mas pedi à minha equipe de segurança nacional que prepare outras opções que possam ajudar as forças de segurança iraquianas”, acrescentou.

Em uma declaração sobre a situação no Iraque, Obama advertiu, contudo, que cabe àquele país sanar as suas divisões.


Em Londres, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, apelou aos dirigentes políticos iraquianos para "permanecerem unidos", em resposta ao avanço dos combatentes jihadistas, que ameaçam tomar a capital, Bagdá, depois de terem tomado várias províncias. "Está na hora de os dirigentes iraquianos se unirem e se mostrarem unidos", disse Kerry, em entrevista coletiva.

Enquanto isso, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia aconselhou os cidadãos turcos a abandonarem as regiões iraquianas diretamente ameaçadas pelos combates que entre jihadistas e o Exército, incluindo a capital. "Recomendamos aos nossos cidadãos, para sua própria segurança, que saiam mediatamente de Mossul, Kirkuk, Salahuddin, Diyala, Anbar e Bagdá, onde o conflito e a insegurança são mais violentos, assim como aconselhamos que não ofereçam resistência e se rendam”, diz nota divulgada pelo ministério na internet.

4 comentários:

José Antônio disse...

Bond,

Os EUA já sabiam que isto iria fatalmente ocorrer, pelo menos 6 meses antes da brutal invasão.

O ex-presidente Bush, filho, foi advertido insistentemente, pelos seus serviços de informação de que a única força no Iraque, capaz de manter um mínimo de ordem no país, ainda que através de uma brutal ditadura, era Sadam Husseim.

Bush precisava de aliados internos no Iraque, mas foi advertido que não poderia contar com nenhuma das forças políticas, as quais eram todas fratricidas, como se revelam agora.

Bush fez ouvidos moucos à advertência e invadiu o Iraque usando a mais deslavada mentira.

Mentira, esta, que também estava informado através de seus serviços de informação.

Hoje o Iraque não é mais um país. Está destruído e vítima de atentados diários cometidos pelas múltiplas facções que disputam um poder incapaz de ser exercido por nenhuma delas sem uma repressão muito maior do que a exercida por Sadam Husseim.

A quantidade de mortos civís no Iraque, desde o início da invasão, já ultrapassou várias vezes a quantidade de vítimas no episódio do WTC.

José Antônio disse...


Muito bom o comentário do Altamiro Borges:

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/06/com-aval-da-midia-eua-detonam-o-iraque.html

LRM disse...

Eu entendi bem ou o Sr. José Antônio estava defendendo a ditadura do Sadan Hussein.

Reconhece que ali só uma ditadura mais opressora que a outra pode manter a ordem.

DIgamos que, por hipótese, o Bolsonaro desse um golpe de estado no Brasil, instalando uma ditadura e colocando todos os petistas na cadeia, a pretexto de manter a ordem, a ética e a decência. Sr. José Antônio teria que concordar. Ou ditadura só é boa em outros países?

José Antônio disse...


D. Lucia,

Ditaduras existem e existiram em vários países. Com graus muito variáveis de repressão.

Os EUA não tem a legitimidade para impedir umas e promover outras.

O pretexto para a invasão do Iraque não foi para acabar com a ditadura de Sadam Hussein.

O pretexto foram, as tais armas de destruição de massa, negadas por todos os investigadores internacionais e pelos próprios serviços de segurança norte-americanos.

Os pretextos foram os citados acima. Os motivos foram o controle do petróleo iraquiano, além de um ressentimento pelo fato do papai Bush não ter liquidado com Sadam Hussein, na guerra anterior.

Nem os pretextos, nem os motivos reais tinham a ver com a derrubada da ditadura de Sadam Hussein.

A invasão do Iraque destruiu o país. Se a senhora, hoje, fica contente em ver m país em lutas fratricidas, com atentados diários que matam milhares de civis, mulheres, crianças e idosos, e cujo fim não parece estar perto, é a sua opção.

Pior ainda, é u fortalecimento de uma força mais sanguinária do que Al Qaeda ameaçando controlar o regime fantoche do Iraque.

A tal ponto que os EUA chegam a imaginar uma possível aliança com o Irã, pais que a senhora também classifica como ditadura.

No seu raciocínio, os EUA devem preferir algumas ditaduras a outras, certo? Estão a ponto de dar apoio à do Irã contra um mal, que eles consideram pior, que provém dessas forças sunitas no Iraque.

Os diversos países do mundo se encontram com suas contradições. Os EUA também não são exceção. Hoje, tornaram-se um estado policial. A cada país de resolver seus problemas internos sem a intervenção, que nunca é desinteressada, de terceiros países.

Quanto à sua interpretação, D. Lucia, a senhora comete o seguinte equívoco. No Iraque, naquele momento, só poderia existir uma ditadura ou o caos.

Nenhum país do mundo pode provocar esse caos provocando a morte de milhares de civis inocentes.

Infelizmente, eu, José Antônio, não tenho o poder de espalhar a paz pelo mundo. E se tivesse, muita gente não me daria apoio para tanto.

E a realidade do mundo é muito mais complexa para que a senhora venha fazer falsas ilações sobre o que eu "estaria defendendo" com o comentário que fiz.

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