quinta-feira, 29 de maio de 2014

JOAQUIM BARBOSA ANUNCIA APOSENTADORIA - JÁ VAI TARDE !

E SAIRÁ PELA PORTA DOS FUNDOS SE DEIXAR SEM DECISÃO A QUESTÃO DO TRABALHO EXTERNO DOS CONDENADOS EM REGIME SEMIABERTO E TAMBÉM DAS DIFERENÇAS NA CADERNETA DE POUPANÇA QUANTO AOS PLANOS ECONÔMICOS.


UM FACTÓIDE, que TRANSFORMADO EM PALADINO DA JUSTIÇA, não fará falta, visto que nesse período em que esteve como Presidente do STF e do CNJ, em nada contribui para o aprimoramento da nossa JUSTIÇA. 

Pelo contrário, ofendeu repórteres e jornalistas que o questionaram, acirrou ânimos com ADVOGADOS e JUÍZES de instâncias inferiores, a quem por diversas vezes se reportou de forma agressiva e desrespeitosa. Portou-se de forma prepotente, se arvorando quase que como dono da verdade, não admitindo, sempre proferindo palavras duras e grosseiras aos seus pares de PLENÁRIO, contestação ou discordância ao seu voto e opinião.

Introduziu o deboche aos RÉUS durante transmissões de TV, e mostrou-se AUTORITÁRIO e VINGATIVO, exalando um ódio inaceitável em quem tem a missão de JULGAR de forma imparcial. 

Esteve ainda envolvido em fatos mal explicados de compra de apartamento no exterior e no recebimento de diárias. Nestes dois casos, embora não se possa dizer que cometeu ilegalidade, faltou por parte do excelentíssimo senhor ministro, considerar o cidadão brasileiro merecedor das devidas e completas satisfações sobre como se deram as coisas.

Alçado à condição de SUPER HERÓI  pela imprensa partidarizada, parece que sua saída nesse momento é para não ter que encarar e amargar mais uma derrota no PLENÁRIO da Corte, visto saber que sua intempestiva decisão de optar pelo REGIME FECHADO será derrubada. 

Dessa forma, Joaquim Barbosa, sai deixando a impressão de que, se não tivesse entrado, não faria nenhuma falta.
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FELIPÃO ESCALA TIME QUE DEVE SER O TITULAR NA COPA
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Barbosa vai anunciar aposentadoria no início da sessão do STF desta 5ª
Luiz Orlando Carneiro

Brasília - O ministro Joaquim Barbosa deve confirmar a sua aposentadoria no início da sessão plenária desta quinta-feira (29/5), em comunicação aos seus colegas. Ele almoçou com seus assessores no restaurante do Supremo Tribunal Federal, mas a segurança não permitiu a aproximação dos repórteres. Não se sabe ainda se ele se aposenta em junho, ou se depois da Copa do Mundo, em julho. Especula-se que o pedido de aposentadoria seria formalizado no dia 25 de junho, exatamente 11 anos depois de sua posse como ministro do Supremo, em 2003, nomeado pelo então presidente Luiz Inácio da Silva. Seu sucessor, pelo sistema de rodízio, é o atual vice-presidente, Ricardo Lewandowski. Em seu discurso, Barbosa deverá usar como justificativa problemas de saúde e afirmar que não tem projetos políticos.

Barbosa chegou à presidência do STF rapidamente – também pelo critério de antiguidade – em face de das aposentadorias compulsórias, aos 70 anos, de Cezar Peluso e Ayres Britto (cujo mandato foi de apenas sete meses).

Joaquim Barbosa tornou-se uma figura polêmica, considerada autoritária por seus opositores, na condição de relator da ação penal do mensalão (AP 470). Sua atuação foi marcada por discussões acaloradas com alguns de seus pares, mas sobretudo com o ministro Lewandowski, revisor da ação.

No seu discurso de posse na Presidência do STF, ele criticou o “tratamento privilegiado” pelo Judiciário dos réus de maior prestígio político ou poder econômico, e disse que aspirava a uma Justiça “célere, efetiva, justa”, “sem firulas, sem floreios, sem rapapés”.

Nesta fase final da execução das penas dos principais políticos condenados na AP 470, Barbosa tem negado, repetidamente, as petições dos advogados para que José Dirceu, José Genoino, joap Paulo Cunha e Delúbio Soares – apenados no regime semiaberto – tenham garantido o benefício do trabalho externo, antes de cumprirem um sexto das penas.

Com a aposentadoria de Barbosa, a presidente Dilma Rousseff fará o quinto ministro do STF. Os outros por ela nomeados foram Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki e Luís Roberto Barroso.

O sucessor de Dilma Rousseff terá a oportunidade de nomear os sucessores dos seguintes ministros que completarão 70 anos até o fim do ano de 2018:

1- Celso de Mello (indicado por José Sarney) em novembro de 2015

2- Marco Aurélio (indicado por Fernando Color) em julho de 2016

3- Ricardo Lewandowski (indicado por Lula) em maio de 2018

4- Rosa Weber (indicada por Dilma) em outubro de 2018

5- Teori Zavascki (indicado por Dilma) em agosto de 2018

2 comentários:

José Antônio disse...


Infelizmente, Gilmar "Dantas", indicado por FHC, continuará fazendo parte deste tribunal.

luzia do amaral disse...

Concordo em número gênero e grau com a opinião da matéria, esse Juiz, ao que se caracteriza, gosta do destaque dos holofotes da mídia e não aceita estar presente para ver derrotado as suas ações, quer sejam acertadas ou não, melhor dizendo, justas ou INJUSTAS, legal ou até ILEGAL, como de fato restou destacado em tom de sua própria voz ao ser questionado por parte de seus pares no episódio da aplicação da dosimetria da pena aos condenados do mensalão, cuja medida em destaque, atravessou as nossas fronteiras ao ser levada a Corte Internacional de Direito Humanos, por certo, esse ato, trouxe e ainda vai trazer um maior desconforto ao significado de Justiça existente em nosso País, inclusive ao assunto que se refere a IMPUNIDADE aos mesmos termos da “suposta” afirmação Constitucional de que somos todos nós iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, o que por certo, não é verdade. Ao meu ponto de vista pessoal, a iniciativa de ele ter ido até o Senado Federal e a Câmara dos Deputados depois de comparecido diante da Presidência da Republica para anunciar a sua aposentadoria, ao meio político, 30 (trinta) dias antes da efetiva oficialização da medida, não passa de uma estratégia para conseguir criar um acontecimento político sobre a sua própria pessoa, na mídia, que por certo, vão analisar as influencias “ocultas” dessa decisão, entretanto, devemos nos antever “que essa decisão de se aposentar, ainda pode ser revogada” porque a medida anunciada não passa de uma simples informação, não oficializada, embora antecipada do ponto de vista informal, deve ser considerado o fato, de que ele, antes da publicação, “ainda” pode se dizer arrependido da sua ação e querer ficar até o limite Maximo da sua idade aos 70 (SETENTA) anos de idade.

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