quinta-feira, 22 de maio de 2014

IBOPE - DILMA ROUSSEFF CRESCE E CONTINUA NA LIDERANÇA DAS PESQUISAS

POR ENQUANTO SEM SEGUNDO TURNO

A PESQUISA IBOPE VAZOU (Mais um item a depor contra a confiabilidade das pesquisas), e o Instituto resolveu antecipar sua divulgação para "EVITAR ESPECULAÇÃO".

O certo é que a presidente Dilma Rousseff continua liderando, e muito mais do que o movimento já percebido de estancar a queda, recuperou pontos importantes em relação a pesquisa anterior. 

O resultado sinaliza que, com o governo melhorando sua comunicação, mostrando o que tem sido feito no país, e rebatendo com altivez as acusações da oposição, a candidatura de Dilma Rousseff mantém o seu favoritismo. Outro fator de terminante para a recuperação de Dilma foi a entrada de Lula na campanha. O ex-presidente tem mantido um tom bastante interessante de apresentação de discursos e entrevistas, capitalizando atenção, e furando o boicote da MÍDIA no que diz respeito as realizações do governo Federal.

LEIA SOBRE A PESQUISA IBOPE


Aécio e Campos crescem, mas Dilma Rousseff permanece na liderança em disputa pela presidência
22/05/2014
40% dos eleitores mencionam que votariam na atual presidente, aumento de 3 pontos percentuais em relação ao levantamento de abril

​Pesquisa do IBOPE Inteligência sobre as intenções de voto para presidente da República em 2014 aponta a atual presidente Dilma Rousseff (PT) como a que detém o maior percentual de citação dos eleitores.

No cenário com dez pré-candidatos, Dilma tem 40% das menções (tinha 37% em abril e 40% em março), Aécio Neves (PSDB) cresce seis pontos percentuais em relação ao levantamento de abril e aparece com 20% das menções (tinha 14% em abril e 13% em março), enquanto Eduardo Campos (PSB) tem 11% das intenções de voto (aumento de cinco pontos percentuais em comparação com o estudo de abril, quando tinha 6%, mesmo percentual da pesquisa de março). Pastor Everaldo (PSC) tem 3% contra 2% em abril e 3% em março. As menções a José Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Levy Fidélix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Randolfe Rodrigues (PSOL) somam 3%. Votos brancos e nulos totalizam 14% e os que não sabem em quem votar ou preferem não responder, 10%.

Espontânea

Quando os nomes dos pré-candidatos não são apresentados aos entrevistados, 22% declaram espontaneamente que votariam em Dilma Rousseff para presidente, nível de citação que, ao levar em conta a margem de erro, é o mesmo registrado na última pesquisa, quando Dilma era citada espontaneamente por 23% dos eleitores. Na sequência, os eleitores também citam Aécio Neves (PSDB), com 8% (7% em abril), o ex-presidente Lula (PT), com 6%, mesmo percentual de abril, Eduardo Campos (PSB), com 4% (2% no mês anterior), Marina Silva (PSB), com 2% (4% em abril), e José Serra (PSDB), com 1%, mesmo percentual de citação registrado no mês passado. Os demais possíveis candidatos somam 1% das menções. Os que ainda não sabem dizer espontaneamente em quem votar totalizam 37% e outros 18% afirmam que votariam em branco ou nulo.

Segundo turno 

Em uma eventual disputa entre Dilma e Aécio Neves, a atual presidente tem 43% das intenções de voto contra 24% do senador mineiro. Votos brancos e nulos somam 24% e os indecisos, 10%.

Se a disputa for com Eduardo Campos, Dilma também leva vantagem, com 42% das menções ante 22% de Campos. Votos brancos e nulos totalizam 25% e os que não sabem em quem votar ou preferem não responder, 12%.

Rejeição
O IBOPE Inteligência perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum para presidente. Dilma Rousseff é citada por 33% dos eleitores, seguida por Aécio Neves com 20%, Lula com 17% e Pastor Everaldo com 16%. Levy Fidélix é mencionado por 15%, Eymael e José Maria por 14%, Eduardo Campos por 13% e Mauro Iasi, Randolfe Rodrigues e Eduardo Jorge por 12% cada. Aqueles que afirmam poder votar em qualquer um dos candidatos somam 10%, enquanto 24% não sabem ou não respondem à pergunta. Vale lembrar que o entrevistado poderia citar mais de um candidato.

Período de campo: pesquisa realizada nos dias 15 a 19 de maio de 2014
Tamanho da amostra: foram entrevistados 2.002 eleitores
Margem de erro: a margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

Nível de confiança: O nível de confiança utilizado é de 95%. 
Solicitante: pesquisa contratada por IBOPE INTELIGÊNCIA PESQUISA E CONSULTORIA LTDA.
Registro eleitoral: Registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo Nº BR-00120/2014.

3 comentários:

José Antônio disse...


Bond, com tenho feito desde algum tempo, gostaria de comparar os resultados das pesquisas de outubro de 2013 com os de agora.

Na época, os nanicos estavam de fora e por isso minhas comparações excluíam-nos.

Agora, gostaria de fazer igual. Mas a última pesquisa do IBOPE passou a incluir os nanicos e não faz mais pesquisas exclusivamente com os três mais cotados.

Assim, embora a comparação que faço agora, perca um pouco de consistência com aquela que eu vinha fazendo há algum tempo, ainda assim, acho que merece ser destacada. Ainda que, com razão, alguns considerem que elas não são comparáveis ao pé da letra.

Assim, vamos aos números:

Na pesquisa do Ibope, em outubro de 2013 (repito, sem os nanicos). Dilma possuía 41%; Aécio 14% e Dudu Campos, 10%.

Hoje, com os nanicos, é natural uma queda significativa nas intenções de votos em Dilma.

Bem... não é o que ocorre:

Dilma se encontra com praticamente o mesmo resultado de outubro: 40%; Aécio subiu para 20% e Dudu Campos para 11%.

Nanicos possuem, hoje, 5% das intenções.

Resumindo: de outubro até hoje, mesmo sabendo que as comparações possam ser distorcidas pela inclusão dos nanicas, Dilma passou de 41% para 40%, portanto estável dentro da faixa de erro.

Aécio teve um grande acréscimo de 14% para 20%, relativizado pelo longo período necessário para que esse acréscimo tenha ocorrido.
E Dudu Campos teve um acréscimo muito pouco significativo, dentro da margem de erro: de 10% para 11%.

A maior parte dessas variações podem ser atribuídas à redução dos indecisos/brancos e nulos, o que é natural em qualquer pleito, a medida em que a data vai se aproximando.

Dilma continua vencendo no primeiro turno, mesmo com a presença dos nanicos.

Dudu Campos se encontra com alguma dificuldade para agregar os possíveis votos de Marina. A estas horas deve estar se perguntando se fez um bom negócio ter se aliado com a dona da Rede. Parece ter sido apanhado pela mesma. Até a data das eleições eu não duvidaria de um "roque", jogada de Xadrez em que o Rei e uma Torre trocam de posições. Neste caso, Marina seria a candidata a Presidente e Dudu Campos a vice. Seria a desmoralização de Dudu Campos, mas poderia dar um pouco mais de emoção ao jogo.

A registrar que em 2010, mais ou menos nesta época, o IBOPE registrava empate de 3&% entre Dilma e Serra. Portanto Aécio se encontra em um patamar bastante inferior ao de Serra, enquanto Dilma se encontra acima de sua marca da época.

Já no início de junho de 2006, O IBOPE mostrava Lula com 48% e Alckmin com 19%.

Embora Dilma esteja, atualmente, muito abaixo de Lula, Alckmin se mostra empatado com Aécio.




José Antônio disse...


Corrigindo:

A registrar que em 2010, mais ou menos nesta época, o IBOPE registrava empate de 37% entre Dilma e Serra. Portanto Aécio se encontra em um patamar bastante inferior ao de Serra, enquanto Dilma se encontra acima de sua marca da época.

José Antônio disse...


Bond,

São 17:16. Neste momento, em que o IBOPE vai confirmando a vitória de Dilma no primeiro turno, a Bolsa de valores registra uma alta de 1,15%.

E queriam nos fazer de otários para que acreditássemos que a Bolsa subia a cada boato de queda de intenção de votos em Dilma?

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