terça-feira, 27 de maio de 2014

GANÂNCIA DA FIFA E BOICOTE DA REDE GLOBO IMPEDEM A DECORAÇÃO DE RUAS PARA COPA NO RIO DE JANEIRO

TODA COPA DO MUNDO AS RUAS DO RIO DE JANEIRO FICAVAM ENFEITADAS, MAS...




...A COPA SENDO AQUI NO BRASIL, A GANANCIOSA DA FIFA QUER COBRAR PARA PERMITIR A TRANSMISSÃO EM TVs E TELÕES E A GLOBO NÃO FEZ SEU TRADICIONAL CONCURSO - ESSA RUA É FERA - PARA ESCOLHER A RUA MAIS BONITA.


Outros fatores estão contribuindo para impedir ou atrapalhar as comemorações e festas de rua. Há um clima de medo em relação às manifestações. As badernas promovidas durante e após passeatas criaram o medo de aglomerações e muita gente que organizava a brincadeira resolveu não arriscar. Uma pena misturar futebol com política. Mas , tem muita gente apostando e investindo para que a COPA DO MUNDO fracasse, e com isso conseguir uns votinhos em outubro.

UM VÍDEO QUE EXPLICA UMA PARTE DO QUE ESTÁ ACONTECENDO

3 comentários:

LRM disse...

O Se. Bond já achou uma explicação para o desinteresse da população diante da Copa da Corrupção ou, a Copa do PT: a FIFA e a GLOBO.

A FIFA e a GLOBO estão impedindo o torcedor de torcer. Parece piada de Groucho Marx ( o comediante, não o ideólogo do comunismo).

A desilusão com tanta corrupção, a queda do poder aquisitivo pela inflação, a violência, os hospitais, as escolas......nada disso interfere no ânimo do torcedor, na opinião do vetusto blogueiro.

A Globo, que não para de falar na Copa ( cuja insistência já está enchendo a paciência) estaria sabotando a divulgação, quá quá quá quá quá .....

Foi um de seus posts mais sem sentido, Sr. Bond. Com todo o respeito.

Malco Antonio Canedo disse...

Veja o que fazem para desqualificar o Brasil e a copa do mundo aqui:
Según un periodista danés, las autoridades del país carioca perpetran las matanzas

¿Están asesinando a niños en Brasil para 'limpiar' su imagen de cara al Mundial?

"He decidido que no voy a seguir aquí. El sueño se ha convertido en una pesadilla"

Periodista Digital, 28 de mayo de 2014 a las 06:55




"A menudo, los matan cuando están durmiendo, en una zona donde hay muchos turistas"



Da cuenta de la atroz noticia, -de la que muchos no quieren saber nada tildándola de sensacionalista o poco veraz-, 'Voz Populi', haciéndose eco de la revista danesa 'Placar', y de las imágenes dantescas de los cadáveres da cuenta en Facebook 'El Show de Nacha'.

Mikkel Jensen, un periodista freelance de Dinamarca, es el que ha levantado la liebre, tras haber viajado a Brasil para cumplir su sueño de cubrir el Mundial; pero lo que se encontró estaba en las antípodas de lo que se esperaba: las autoridades brasileñas estarían matando a los niños de la calle por la noche para ofrecer una visión amable del país a turistas y prensa extranjera durante el mundial de fútbol.


Su relato es el siguiente:


‹ "Desde hace casi dos años y medio llevo soñando con cubrir el Mundial de Brasil. El mejor deporte del mundo en un país maravilloso. Hice un plan, me fui a estudiar a Brasil, aprendí portugués y estaba preparado para volver. ›

‹ Y en septiembre de 2013 volví. El sueño se iba a cumplir. Pero hoy, dos meses antes de la fiesta de la Copa del Mundo, he decidido que no voy a seguir aquí. El sueño se ha convertido en una pesadilla. ›

‹ Durante cinco meses fui documentando las consecuencias que provoca la celebración del Mundial. Son varias: remodelaciones, fuerzas armadas y policía militar en las comunidades, corrupción, abandono de proyectos sociales... Descubrí que todos los proyectos y los cambios se deben a gente como yo -un extranjero y también un periodista internacional-. Estoy siendo utilizado para causar buena impresión. ›

‹ En marzo estuve en Fortaleza para conocer la ciudad más violenta de todas las sedes de la Copa del Mundo. Hablé con algunas personas que me pusieron en contacto con niños de la calle y luego supe que algunos habían desaparecido. A menudo, los matan por la noche, cuando están durmiendo en una zona donde hay muchos turistas. ¿Por qué? ¿Para dejar limpia la ciudad para los extranjeros y la prensa internacional? O sea, ¿por mi culpa? ›

‹ En Fortaleza conocí a Allison, 13 años, que vive en las calles de la ciudad. Un chaval con una vida muy dura. Él no tenía nada, sólo un paquete de cacahuetes. Cuando nos conocimos él me dio todo lo que tenía, los cacahuetes. Este niño, que no tiene nada, ofreció la única cosa de valor que tenía a un extranjero que llevaba cámaras por valor de 10.000 dólares y una tarjeta Master Card en el bolsillo. Increíble. ›

‹ Pero su vida está en peligro debido a gente como yo. Corre el riesgo de convertirse en la próxima víctima de la limpieza que están efectuando en la ciudad de Fortaleza. ›

‹ No puedo cubrir este evento después de enterarme de que el precio de la Copa no sólo es el más alto de la historia en dinero, sino que estoy convencido de que ese precio incluye también las vidas de niños. ›

‹ Hoy voy a volver a Dinamarca y no volveré a Brasil. Mi presencia sólo está contribuyendo a un desagradable espectáculo en Brasil. Un espectáculo en el que hace dos años y medio soñaba participar, pero hoy voy a hacer todo lo que esté en mi mano para criticar y dar a acoocer el precio real de la Copa del Mundo de Brasil". ›
Isto foi publicado em www,periodistadigital.com/mundo/americalatina.

José Antônio disse...


Prezado Marco Antônio,

Este "jornalista" dinamarquês, Mikkel Jensen, é um exemplo de um péssimo jornalista.

Um jornalista de verdade, procuraria tentar distinguir aquilo que é uma política de estado, daquilo que ainda constituem resquícios de um país e de uma sociedade que lutam, com muitas dificuldades, para saírem de um passado de trevas.

As lutas na sociedade brasileira, como em outras sociedades, são muito violentas. Algumas sociedades, como a Dinamarquesa, não fazem muito tempo conseguiram superar o flagelo desta luta fratricida entre classes.

Infelizmente, vemos agora, a Dinamarca, juntamente com vários outros países da Europa, retornarem, progressivamente a um estado que se aproxima daquele que levou a Europa a sua luta mais fratricida com milhões de mortos há menos de 70 anos.

Tudo por causa de uma suposta superioridade racial de alguns em relação a outros.

A única desculpa deste jornalista é ser um free-lance. Portanto, pouco sabemos para quem já escreveu e qual o conteúdo de seus textos.

De qualquer forma, trata-se de uma acusação muito grave ao Brasil. Se houver qualquer resquício de veracidade, ela deverá ser acompanhada e investigada pelos poderes públicos brasileiros para interromper esse ciclo vicioso que assola nossa sociedade há séculos.

Receio, entretanto que tudo não passe da exploração de um caso lamentável e isolado para fazerem-se generalizações que atingem o Brasil. E isso não parece ser de forma inocente.

O Brasil, principalmente dos últimos 12 anos para cá, tem procurado, justamente, combater tal tipo de coisas.

Se ainda não conseguiu uma vitória completa sobre esse flagelo de nossa sociedade é por que a luta é por demais cruenta. Há adversários poderosíssimos. Principalmente entre as classes dominantes e a sua imprensa que os representa.

Dados de organizações internacionais, entretanto atestam imparcialmente o progresso já alcançado nesses últimos anos.

Já, segundo o periódico britânico "The Guardian", a Dinamarca foi mais um dos países europeus onde a extrema-direita foi amplamente vitoriosa, praticamente dobrando o número de seus representantes no parlamento europeu.

http://www.theguardian.com/world/2014/may/25/danish-peoples-party-triumphant-in-european-elections

Se o "jornalista" dinamarquês fosse mais escrupuloso, poderia, antes de fazer declarações tão bombásticas, procurar se inteirar mais sobre a nossa estrutura feudal que, ainda, luta com muita dificuldade para entrar em uma sociedade menos arcaica.

Misturar alhos com bugalhos não ajuda àqueles que o jornalista pretensamente pretende ajudar. Ao contrário.

Se fizéssemos generalizações como as realizadas por este "jornalista" diríamos, após os últimos resultados eleitorais na Europa, que jamais poríamos os pés novamente na Dinamarca.

É irônico observar que enquanto nós lutamos para sair de uma estrutura feudal, sob os olhos míopes de um "jornalista" dinamarquês, a Dinamarca, hoje, se esforça para retornar ao tenebroso passado que destruiu a Europa não faz mais de 70 anos.

Teria sido ingenuidade do "jornalista" ou seu texto está inserido em algum plano inconfessável de procurar rebaixar nosso país, nossas lutas e conquistas que, sabemos todos, ainda são bastante difíceis e dolorosas?

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