quarta-feira, 30 de abril de 2014

PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF ANUNCIA REAJUSTE DA TABELA DO IR E DO BOLSA FAMÍLIA EM PRONUNCIAMENTO PELO DIA DO TRABALHO

A CHANCE DE SER OUVIDA PELOS BRASILEIROS JÁ QUE É BOICOTADA 
PELA IMPRENSA

A Presidente Dilma Rousseff, sem fugir do que manda a DATA, Dia do Trabalho, comemorado amanhã dia 01 de Maio, fez hoje um pronunciamento aos brasileiros. Aproveitou bem a oportunidade, dirigindo uma fala direta e objetiva, além de anunciar mediadas importantes para om conjunto de trabalhadores, como o reajuste da Tabela do Imposto de Renda e do Bolsa Família, a valorização do salário mínimo e abusca de garantir emprego. Aproveitou ainda para defender a Petrobras e repudiar a exploração político-eleitoral feita através da insidiosa e vergonhosa campanha contra a empresa.

REDAÇÃO BONDEBLOG

=============================================

Quarta-feira, 30 de abril de 2014 às 20:32 (Última atualização: 30/04/2014 às 21:51:50)
A presidenta Dilma Rousseff afirmou, em pronunciamento, nesta quarta-feira (30), que a luta pelo emprego e pelo salário está sendo vencida. Ela ainda revelou ter assinado uma medida provisória que corrige a tabela do Imposto de Renda, como nos últimos anos, garantindo mais dinheiro no bolso do trabalhador. Dilma ainda assinou decreto que atualiza em 10% os valores do Bolsa Família, que é recebido por 36 milhões de brasileiros. A medida assegura que os beneficiários continuem acima da linha da extrema pobreza definida pela ONU.

“Estamos vencendo a luta mais difícil e mais importante: a luta do emprego e do salário. Não tenho dúvida, um país que consegue vencer a luta do emprego e do salário nos dias difíceis que a economia internacional atravessa, esse país é capaz de vencer muitos outros desafios. (…) Nosso governo tem o signo da mudança e, junto com vocês, vamos continuar fazendo todas as mudanças que forem necessárias para melhorar a vida dos brasileiros, especialmente dos mais pobres e da classe média”, disse.

Dilma também destacou que o governo vai continuar com a política de valorização do salário-mínimo, apesar das críticas de que o pagamento tem crescido mais do que devia. Para a presidenta, é um instrumento efetivo para a diminuição da desigualdade e para o resgate da grande dívida social que ainda existe com os trabalhadores mais pobres.

“Nosso governo nunca será o governo do arrocho salarial, nem o governo da mão dura contra o trabalhador. Nosso governo será sempre o governo dos direitos e das conquistas trabalhistas, um governo que dialoga com os sindicatos e com os movimentos sociais e encontra caminhos para melhorar a vida dos que vivem do suor do seu trabalho”, afirmou.

Estabilidade

Dilma afirmou que, mesmo que, em alguns períodos do ano, tenham ocorrido aumentos localizados de preços, motivados, na maioria das vezes, por fatores climáticos, os últimos 11 anos foram o período mais longo de inflação baixa da história brasileira. Ela ainda lembrou que o salário do trabalhador cresceu 70% acima da inflação, com a geração de mais de 20 milhões de novos empregos com carteira assinada, sendo que 4,8 milhões no atual governo.

“E esses aumentos causam incômodo às famílias, mas são temporários e, na maioria das vezes, motivados por fatores climáticos. Posso garantir a vocês que a inflação continuará rigorosamente sob controle, mas não podemos aceitar o uso político da inflação por aqueles que defendem ‘o quanto pior, melhor’”, destacou.

Combate à corrupção

Dilma reafirmou o compromisso do governo no combate incessante e implacável à corrupção e que são órgãos do governo federal que têm revelado novos casos, caso da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União. Segundo ela, mesmo que a exposição dos fatos cause indignação e revolta de todos, isso não inibirá as instituições de apurar e denunciar mais, lutando para os investigados sejam punidos com rigor.

“O que envergonha um país não é apurar, investigar e mostrar. O que pode envergonhar um país é não combater a corrupção, é varrer tudo para baixo do tapete. O Brasil já passou por isso no passado e os brasileiros não aceitam mais a hipocrisia, a covardia ou a conivência”, destacou Dilma.

A presidenta também defendeu a Petrobras, que é um símbolo de luta e afirmação do Brasil, e que nunca vai se confundir com atos de corrupção. Segundo Dilma, tudo que tiver que deve ser apurado vai ser apurado com o máximo rigor.

“Não transigirei, de nenhuma maneira, em combater qualquer tipo de malfeito ou atos de corrupção, sejam eles cometidos por quem quer que seja. Mas igualmente não vou ouvir calada a campanha negativa dos que, para tirar proveito político não hesitam em ferir a imagem dessa empresa que o trabalhador brasileiro construiu com tanta luta, suor e lágrimas”, completou.

Pactos

Dilma lembrou os pactos firmados após as manifestações de junho, que já produziram resultados. Na educação, a lei que permitirá que a maior parte dos royalties e dos recursos do pré-sal sejam aplicados na educação foi aprovada. Na saúde, o programa Mais Médicos viabilizou a chegada, em seis meses, de mais de 14 mil médicos em 3.866 municípios, oferecendo uma cobertura de atenção básica para 49 milhões de brasileiros.

Já o pacto pela mobilidade urbana está investindo R$ 143 bilhões para melhorar o sistema viário e o transporte coletivo público nas cidades brasileiras, com a implantação de metrôs, veículos leve sobre trilhos, monotrilhos, BRTs, corredores de ônibus e trens urbanos. Sobre a reforma política, a presidenta afirmou que fará tudo o que estiver ao alcance para uma mudança na legislação que modifique as práticas, dando condições de construir a sociedade do futuro que todos almejamos.

“Foi assim que encaminhei ao Congresso Nacional uma proposta de consulta popular para que o povo brasileiro possa debater e participar ativamente da reforma política. Sempre estive convencida que sem a participação popular não teremos a reforma política que o Brasil exige. Por isso, além da ajuda do Congresso e do Judiciário, preciso do apoio de cada um de vocês, trabalhador e trabalhadora”, disse.

Fonte: Blog do Planalto

5 comentários:

LRM disse...

Nossa, como é boazinha essa presidenta em ano de eleição, não é mesmo?

Sentindo que pode perder as eleições, tenta, com 2 canetadas, agradar a classe média e a patuléia.

Não vai adiantar nada, a inflação vai comer tudo.

José Antônio disse...


Ué...???? Sumiu meu comentário...

Vou tentar outra vez.

José Antônio disse...


"Não vai adiantar nada, a inflação vai comer tudo"

Essa tem sido a torcida e o desejo da oposição desde 2003.

Até agora, nem a torcida, nem a mandinga, nem as profecias, se tornaram realidade.

Enquanto isso, a oposição acusa Lula/Dilma de "serem bonzinhos"

Para a oposição, "ser bonzinho", significa tratar com dignidade os mais desfavorecidos. Este só merecem dos governantes seus velhos "pacotes de maldades".

Em tucanês, ser "mauzinho" significa tratar com pão de ló às classes historicamente privilegiadas.

Em outras palavras, "ser bonzinho" ou "ser mauzinho" é apenas uma consequência de que lado a oposição pretende privilegiar.

E isso já sabemos todos. Por isso, aqueles que sempre foram atendidos em seus pedidos às grossas tetas do estado por um simples estalar de dedos, pretendem novamente um governo "mauzinho"....

Contra os explorados de sempre.

LRM disse...

Leia melhor, Sr. José Antônio!

"Bonzinhos" em ano de eleição é mole. Queria ver isso no 1o ano de mandato.

José Antônio disse...

""Bonzinhos" em ano de eleição é mole. Queria ver isso no 1o ano de mandato."

Tipo assim, o grande estelionato eleitoral cometido por feagádeus em 1998 e que explodiu em seu primeiro ano do novo mandato, em 1999?

EM DESTAQUE - LEIA AGORA

JOÃO DORIA E ACMN LEVAM UMA MERECIDA CHUVA DE OVOS EM SALVADOR - EM VÍDEO

OS OVOS CHOCARAM E APODRECERAM ASSIM QUE TIVERAM CONTATO COM A CABEÇA DOS DOIS PREFEITOS LEIA A MATÉRIA AQUI

AS DEZ MAIS LIDAS NO MÊS