domingo, 30 de março de 2014

RIO CENTRO - FIGUEIREDO E GENERAIS SABIAM DE TUDO - SÓ O GLOBO FINGIU ANOS E ANOS QUE NÃO SABIA DE NADA

Para O GLOBO era REVOLUÇÃO. E enquanto pode, a FAMÍLIA MARINHO aproveitou a PARCERIA com o REGIME MILITAR DITATORIAL para crescer e enriquecer.


Agora, e só agora, 50 ANOS depois, O Globo chama o GOLPE de 1964 de "GOLPE", mas, pede desculpas 'pela metade' e diz que "apoio editorial' foi um erro.


Matéria do Jornal traz a informação de que o GENERAL João Figueiredo e seus GENERAIS, sabiam que o ATENTADO DO RIO CENTRO estava prestes a acontecer. Obviamente se sabiam e nada fizeram para impedir, era por aprovarem o CRIME, que acabou se revelando a maior BOMBA contra os próprios militares. 


O artefato explodiu no COLO dos militares que o transportavam dentro de um veículo da marca Puma. Um deles morreu e o outro está aí até hoje. Parece que era sargento à época do ocorrido, e foi PROMOVIDO, chegando até CAPITÃO. Só os tolos ou os muito canalhas, sustentam a TEORIA de que a cúpula de então não sabia das TORTURAS e atos de TERRORISMO praticados pelos próprios militares, tentando jogar nas costas dos grupos armados de oposição, as lambanças que praticavam. 


QUEM acredita que um sargentinho ia se meter a BESTA de por conta própria matar centenas de pessoas no RIO CENTRO, como era o objetivo NEFASTO e CRUEL daquele dia. 


Durante anos eles negaram o fato, mas...
"Não há nada oculto que um dia não venha a ser revelado".

A MATÉRIA de O Globo você pode ler AQUI

Um comentário:

H.P. disse...

PRIMEIRO DE ABRIL DE 1964

A MENTIRA SE INSTALA NO PODER

JORNAIS GOLPISTAS, ONTEM E HOJE, APLAUDEM O 01/04:

“Escorraçado, amordaçado e acovardado, deixou o poder como imperativo de legítima vontade popular o Sr João Belchior Marques Goulart, infame líder dos comuno-carreiristas-negocistas-sindicalistas. Um dos maiores gatunos que a história brasileira já registrou., o Sr João Goulart passa outra vez à história, agora também como um dos grandes covardes que ela já conheceu.”
(Tribuna da Imprensa - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)
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“A paz alcançada. A vitória da causa democrática abre o País a perspectiva de trabalhar em paz e de vencer as graves dificuldades atuais. Não se pode, evidentemente, aceitar que essa perspectiva seja toldada, que os ânimos sejam postos a fogo. Assim o querem as Forças Armadas, assim o quer o povo brasileiro e assim deverá ser, pelo bem do Brasil”
(Editorial de O Povo - Fortaleza - 3 de Abril de 1964)
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“Desde ontem se instalou no País a verdadeira legalidade ... Legalidade que o caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares. A legalidade está conosco e não com o caudilho aliado dos comunistas”
(Editorial do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro - 1º de Abril de 1964)
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“Milhares de pessoas compareceram, ontem, às solenidades que marcaram a posse do marechal Humberto Castelo Branco na Presidência da República ...O ato de posse do presidente Castelo Branco revestiu-se do mais alto sentido democrático, tal o apoio que obteve”
(Correio Braziliense - Brasília - 16 de Abril de 1964)
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“Vibrante manifestação sem precedentes na história de Santa Maria para homenagear as Forças Armadas. Cinquenta mil pessoas na Marcha Cívica do Agradecimento”
(A Razão - Santa Maria - RS - 17 de Abril de 1964)
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“Vive o País, há nove anos, um desses períodos férteis em programas e inspirações, graças à transposição do desejo para a vontade de crescer e afirmar-se. Negue-se tudo a essa revolução brasileira, menos que ela não moveu o País, com o apoio de todas as classes representativas, numa direção que já a destaca entre as nações com parcela maior de responsabilidades”.
(Editorial do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro - 31 de Março de 1973)
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“Golpe? É crime só punível pela deposição pura e simples do Presidente. Atentar contra a Federação é crime de lesa-pátria. Aqui acusamos o Sr. João Goulart de crime de lesa-pátria. Jogou-nos na luta fratricida, desordem social e corrupção generalizada”.
(Jornal do Brasil, edição de 01 de abril de 1964.)
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E, sempre eles, GLOBO - ROBERTO MARINHO
"Participamos da Revolução de 1964 identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada".
Editorial do jornalista Roberto Marinho, publicado no jornal" (O Globo", edição de 07 de outubro de 1984, sob o título: "Julgamento da Revolução").

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