terça-feira, 18 de março de 2014

ECONOMIA DO BRASIL SURPREENDE POSITIVAMENTE NA VISÃO DE PAUL KRUGMAN

MAIS SÓLIDA E MENOS SUJEITA A SER ABALADA POR ATAQUES ESPECULATIVOS


É BOM LER uma análise econômica equilibrada sobre a situação do Brasil. Nada de fanfarronices e muito menos do azedume e do pessimismo partidarizado dos economistas de aquário que infestam as redações da imprensa brasileira, sempre ávidos por difundir as teorias alarmistas dos especialistas em especulação e agiotagem.

Nem tão bem como nós gostaríamos, mas, muito, muito longe de tão ruim como TORCE e procura divulgar a turma do contra

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Brasil deixou de ser tão vulnerável à especulação
A opinião é do economista Paul Krugman
Jornal do Brasil

O Brasil já não é mais um país vulnerável a ataques especulativos como no passado recente e totalmente diferente do que afirmou o Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos). A afirmação foi feita pelo economista Paul Krugman principal participante do Fórum Brasil: Diálogos para o Futuro, organizado pela revista Carta Capital. Ele ressaltou que entre os Brics, o país que mais pode causar preocupação á economia brasileira é a China que terá dificuldades em sustentar suas altas taxas de crescimento. Segundo Krugman, apesar desse quadro, o FED deverá seguir adotando medidas no rumo da recuperação da economia americana.

Paul Krugman destacou que os investidores internacionais passaram por uma fase de grande atratividade pelo Brasil e por outros países emergentes e que no momento o que ocorre é justamente o inverso. Segundo ele, esses movimentos são normais com tendências ora para alguma parte do planeta ora para outra. Krugman ressaltou que o real sofreu uma queda, mas nada que possa ser considerado como um colapso e mesmo com aumento da inflação, a dívida externa não preocupa como no passado.

Para o economista, o Brasil, além de outros emergentes, passaram de forma surpreendente pela crise de 2008, apesar dos reflexos negativos da economia dos EUA sobre a América Latina serem historicamente muito fortes. A região e especialmente o Brasil, afirmou Krugman, se saíram muito bem da crise dando a impressão de que não estavam tão expostos como no passado. 

Para Krugman, o maior problema é com a economia chinesa. O economista destacou que não há como dirigir tanto capital e por tanto tempo para uma economia. A China, disse Krugman, tem uma dívida interna que cresce rapidamente, o que pode apresentar efeitos negativos mais à frente.

De acordo com Paul Krugman, dificilmente um país tem um crescimento contínuo por tanto tempo. A China, disse ele, está muito próxima de uma crise e isso certamente vai afetar a economia mundial. O Brasil deverá ser bastante afetado, segundo o economista, por ser um dos maiores exportadores de commodities para os chineses. Apesar de preocupante, ressaltou ele, não deverá ser também uma catástrofe e o Brasil poderá contornar mais essa crise. 

Para Krugman, a economia brasileira vem se saindo melhor do que ele esperava.

2 comentários:

José Antônio disse...

"O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (foto abaixo) disse na noite desta segunda-feira, 17, que não pretende ser candidato a nenhum cargo nas eleições deste ano. Nós últimos dias, dirigentes tucanos fizeram circular o rumor de que FHC teria sido convidado para ser candidato a vice-presidente na chapa de Aécio Neves."

Assim não pode, assim não dá! Bond.

Não podemos deixar o príncipe ficar de fora dessas eleições. O nome dele não pode ser esquecido por todos nós, brasileiros.

Fernando Henrique Cardoso deve ser o vice do Aécio Neves.

Se precisar de um abaixo assinado para que o ex-Presidente seja convencido (bem... convencido ele já é) de que precisa prestigiar o afilhado, Aécio, para impulsionar sua candidatura, nós estaremos dispostos a fazê-lo.

Tudo o que vossa excelência, FHC, mandar nós faremos. Mas por favor, seja o candidato a vice do Aécio!



José Antônio disse...


"Como superar a tristeza e a revolta diante das imagens de Cláudia da Silva Ferreira sendo arrastada e escrever sobre a tragédia pela qual ela e sua família passaram? Resposta: tirando coragem do fundo da alma. Afinal, perante Claudia (e Amarildo e também as milhares de pessoas mortas da mesma forma em todo Brasil), perde-se o direito de tratar de qualquer outro assunto que não seja a barbárie cometida por policiais que personificam o ódio e o nojo que a Polícia Militar nutre contra uma parcela bem definida do povo.

Afinal, Claudia – pobre, negra, trabalhadora – por sua vez personifica os alvos preferenciais de uma corporação planejada e operada para conter qualquer um/a que se insurja contra o Estado e o patrimônio privado. Mesmo que a “insurgência” seja, como no caso de Claudia, o simples fato de existir.

É difícil acreditar que os policiais diretamente responsáveis pela morte dela sejam condenados – a possibilidade é remotíssima, diante do criminoso sistema de impunidade que a PM criou para si . Inclua-se aí a falsa consternação (de praxe, a propósito) como a emitida pelo comando da PM em nota que se lê "que este tipo de conduta não condiz com um dos principais valores da corporação, que é a preservação da vida e dignidade humana".

Com o passado que a PM tem, como acreditar em apenas uma dessas palavras?

Ainda que o protocolo para casos do tipo exijam que policiais não retirem a vítima do local do crime, para evitar danos à perícia (Perícia?! Existe mesmo perícia crível contra policiais?), é urgente revisar esse modo de atuar.

Por essa perspectiva, enquanto pavidamente policiais esperarem que o serviço médico adequado atenda a vítima – tendo de, antes, vencer as insuficiências do sistema de saúde e, até, o trânsito que imobiliza as cidades -, inúmeras outras Cláudias aumentarão os índices da tragédia de classe e étnica que se pratica diariamente no Brasil.

Mais, ainda. O currículo das autoridades em crimes do tipo autoriza a certeza de que, caso um vídeo mostrando o arraste de Cláudia por dezenas de minutos não fosse exibido pela imprensa, o assassinato de mais essa trabalhadora cairia em outro esquecimento útil.

Não! Cláudia, Amarildo, os assassinados (8, 13, 16, um número ainda não fechado, quantos a facadas?) pelo Bope na Maré em 2013 e todos os/as demais brasileiros/as que vem tombando há séculos pelo autoritarismo do Estado, não podem mais ser vistos como casos colaterais do sistema de violências banalizadas.Eles casos não são colaterais nem imprevistos.

Que ninguém se engane. Somos todos, e todas, Cláudias em potencial."

Carlos Tautz, jornalista, coordenador do Instituto Mais Democracia – Transparência e controle cidadão de governos e empresas.


http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/03/18/claudia-por-carlos-tautz-527960.asp

Bond, na minha opinião, mais um estridente motivo pelo qual, o vídeo do grupo Porta-dos-Fundos não foi exagerado.

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