quarta-feira, 26 de março de 2014

ECONOMIA DO BRASIL - "SÓ" MÍRIAM LEITÃO APOIA A MANOBRA DA AGIOTAGEM VIA AGÊNCIA DE RISCO S&P

PAÍS CONTINUA APRESENTANDO RESULTADOS POSITIVOS E GOVERNO REAGE AO QUE SE PODE CHAMAR DE MANOBRA ESPECULATIVA DA AGÊNCIA.


Fazenda critica, em nota, rebaixamento feito pela S&P



Por Eduardo Rodrigues e Renata Veríssimo

O Ministério da Fazenda divulgou nota na noite desta segunda-feira, 24, criticando a decisão da agência Standard & Poor's (S&P) em rebaixar a nota de crédito do País. De acordo com o documento, a avaliação da agência de rating é "inconsistente com as condições da economia brasileira" e "contraditória com a solidez e os fundamentos do Brasil". O ministério afirmou que, embora a S&P tenha alegado que uma das razões para o rebaixamento foi o crescimento econômico do País, o Brasil teria crescido 17,8% no período da crise internacional, iniciada em 2008. "É uma das maiores taxas acumuladas de crescimento entre os países do G-20. No ano passado, o País cresceu 2,3%, desempenho superior à maioria dos países deste grupo", informou a nota.

A Fazenda também se defendeu da avaliação fiscal feita pela S&P, julgando-a não procedente. O ministério argumentou que o Brasil tem feito um dos maiores superávits primários do mundo nos últimos 15 anos. "Em 2013, cabe salientar, fizemos um superávit primário de 1,9% do PIB, suficiente para reduzir o endividamento público, tanto bruto (de 58,8% do PIB para 57,2% do PIB) quanto líquido (de 35,3% do PIB para 33,8% do PIB)", relatou o documento. A nota ainda classificou como equivocada o questionamento da S&P em relação à suficiência do Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil. O ministério destacou que o Brasil tem estado entre os cinco maiores receptores mundiais desse tipo de investimento e citou os US$ 65,8 bilhões que entraram no País nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro deste ano. Para a Fazenda, a economia brasileira tem baixa vulnerabilidade externa, pois possui o quinto maior volume de reservas internacionais no G-20.

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Brasil tem forte resistência a choques externos, nota Moody's 



"A agência de classificação de risco Moody’s avalia que o Brasil tem forte resistência a choques externos e limitada exposição a uma reversão do fluxo de recursos globais, segundo relatório sobre os mercados emergentes divulgado nesta terça-feira. O documento traz análises sobre diversos países desse grupo e não é uma resposta direta à decisão da Standard & Poor’s (S&P) de cortar o rating do Brasil. 

Pela Moody’s, o país conta com nota “Baa2” - no segundo degrau da faixa considerada grau de investimento - e perspectiva estável.

Ao mencionar a baixa exposição do Brasil aos fluxos globais, a Moody’s cita que o país atraiu liquidamente recursos equivalentes a apenas 4,8% do PIB no período de 2010 a 2012. Também menciona que as reservas internacionais estão entre as mais fortes da região, “dando forte resiliência a choques externos, apesar dos níveis de dívida pública relativa mente altos e da inflação persistente”.

Colaborou: José Antonio
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Após corte de rating pela S&P, dólar cai ao menor nível desde novembro 



"O baixo risco de um novo rebaixamento do rating soberano brasileiro neste ano e um cenário internacional favorável sustentaram a valorização do real frente ao dólar, um dia após a agência Standard & Poor’s ter rebaixado a nota de classificação de risco de “BBB” para “BBB-", mantendo a perspectiva estável para o grau de investimento. Nesse cenário, analistas não veem, pelo menos no curto prazo, uma reversão do ingresso de recursos, que tem levado a moeda americana a se desvalorizar - a baixa soma 1,66% só neste mês."

Colaborou: José Antonio
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'Que significado isso tem? Isso é coisa de estelionatários', afirma Belluzzo 

"Belluzzo acredita que mercado deve ser pouco afetado por causa da baixa credibilidade das agências de risco
Luiz Guilherme Gerbelli - O Estado de S.Paulo

O ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda Luiz Gonzaga Belluzzo classificou de "estelionatária" a decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) de rebaixar a nota do Brasil de BBB para BBB-. "O que vem a ser isso, essa decisão das agências? Que significado isso tem? Isso é coisa de estelionatários. Eles, na verdade, participaram de um estelionato na crise de 2008." 

Na avaliação de Belluzzo, haverá um "tremelique" no mercado, mas pouca coisa deve mudar por causa da baixa credibilidade das agências.

Colaborou: José Antonio
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Um comentário:

Anônimo disse...

A STANDARD & PUM's (S&P), tal qual outras de igual "calibre", era e é só mais um cipó, agarrado pela GLOBO, nessa IMENSA FLORESTA DE NADA, DE ABSOLUTAMENTE NADA que essa DESGRAÇADA E SONEGADORA GLOBO tem para tentar arrumar mais uma "IMENSA CRISE" para o governo federal. A direita globo NÃO SE EMENDA. NASCERAM BANDIDOS E PERMANECEM BANDIDOS.
Para que ninguem esqueça, principalmente os IMBECÍS COXINHAS DESPOLITIZADOS, A CADA CONFISSÃO DE TORTURAS E MORTES, feitas pelos "milicos" no banco dos réus, A GLOBO É CO-PARTICIPE! A FIESP É CO-PARTICIPE! Eles estavam lá, nas masmorras, torturando e matando pessoas, pagando outros bestas feras, para não sujarem suas mãos/patas de sangue.

A Globo tem influência total, sobre imbecís despolitizados. Em são paulo, sobre 51% de paulistas/paulistanos, que submetem outros 30% de mesmos paulistas/paulistanos, combativos e politizados, a todo tipo de agruras oriundas dessa DIREITA TORPE, EMPEDERNIDA E BANDIDA que governa são paulo.
Esses COXINHAS DESPOLITIZADOS, serão sempre os PUM's da STANDARD. O odor desses PUM's DESPOLITIZADOS, que acreditam na Globo e suas "crises" montadas, É INSUPORTÁVEL. INSUPORTÁVEL!

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