segunda-feira, 24 de março de 2014

COMPLEXO DA MARÉ SERÁ OCUPADO POR EXÉRCITO E MARINHA - CABRAL FAZ PEDIDO OFICIAL DAS FORÇAS FEDERAIS


Por tempo indeterminado, visando cobrir o DÉFICIT de contingente da Polícia Militar e dar o necessário apoio ao PROJETO VITORIOSO de implantação das UPPs, Forças Federais do Exército e da Marinha vão ocupar o COMPLEXO DA MARÉ. Ainda não se tem a data da invasão e nem o contingente de homens e equipamentos que serão empregados, mas, a segurança da população que ali reside e de todos os que transitam pela Avenida Brasil, Linhas Vermelha e Amarela, pede pressa.

Conforme o BLOG já havia defendido, o apoio das Forças Armadas se faz absolutamente necessário e, tendo em vista o momento que atravessamos de AFIRMAÇÃO da importância das UPPs e a necessidade de aperfeiçoamento do PROJETO, precisa ser mais amplo, indo ainda reforçar o policiamento no Complexo do Alemão e chegando até comunidades na Região de Madureira, Zona Oeste e Baixada. O ideal seria não necessitar lançar mão das Forças Armadas, mas, o Brasil não tem a nível FEDERAL uma tropa capaz, numericamente falando, de dar esse apoio. É preciso partir para dar um caráter permanente a FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA, além de dotar a POLÍCIA FEDERAL de uma TROPA de INTERVENÇÃO.

Isso exige, para ser de fato um CONTINGENTE capaz de dar respostas rápidas e eficientes, um investimento altíssimo, pois, seriam precisos no mínimo 5.000 homens além de equipamentos próprios. Como o país não dispõe de recursos para isso, que se empregue essa reserva do nosso Exército e Marinha.

Faz bem o governo do Rio em pedir, e faz melhor o governo Federal em participar dessa parceria. 

Muito se investiu para retomar essas regiões de volta para as mãos do ESTADO, e seria vergonhoso e perigoso, assistir que o poder paralelo voltasse a dominar essas comunidades.


Tropas federais ficarão o tempo necessário no Complexo da Maré, diz Cardozo
24/03/2014 - 
Brasília
Vinicius Lisbôa - Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pediu hoje (24) a intervenção das Forças Armadas no Complexo da Maré, na zona norte do Rio. O pedido de intervenção se baseia na Garantia da Lei e da Ordem (GLO), instrumento previsto na Constituição Federal que dá poder de policiamento às Forças Armadas.

A solicitação foi feita ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que estava acompanhado do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, general José Carlos De Nardi. "É uma situação definitiva a presença do Estado na comunidade. As forças federais ficarão o tempo que for necessário [na área]", disse o ministro.

Os detalhes técnicos da intervenção, inclusive o número de soldados e a duração da intervenção, serão definidos em outra reunião da cúpula de segurança estadual com representantes dos ministérios da Justiça e da Defesa. O encontro ocorreu no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) no Rio de Janeiro.

Ao justificar o pedido, o governador afirmou que eles têm relação direta com os ataques recentes às unidades de Polícia Pacificadora. O pedido, segundo ele, reforça a vontade do governo de cumprir o cronograma de instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora na Maré no segundo semestre.

"É um passo decisivo para a segurança, em uma área estratégica do Rio, pelo ir e vir nas linhas Vermelha e Amarela, na Avenida Brasil e na Transcarioca, que passam por ali e por uma população trabalhadora que vive ali", disse o governador.

Cabral também disse que o complexo hoje serve de refúgio para vários tipos de crime.

2 comentários:

José Antônio disse...


Bond,

Que seja acompanhada de intervenções sociais: creches; escolas; assistência social; áreas de lazer; quadras de esporte; atendimento médico e odontológico; juizados especiais; delegacia policial; posto do INSS; horti-frutis; atendimento para fornecimento de documentos tais como, certidões de nascimento, carteiras de identidade, carteiras de habilitação, título de eleitor, etc.

É uma comunidade com população bastante numerosa e concentrada que não pode ficar sem a atenção normalmente dada pelo estado a outras comunidades com mais recursos.

Tudo isso pode ser concentrado em um único complexo. Barateia o custo, cria uma área de relativa segurança e facilita a vida do cidadão que passa a se sentir protegido pelo estado da mesma forma com que áreas mais afluentes costumam ser.

Em pouco tempo a intervenção de tropas federais deixa de ser necessária.

BONDeblog S. O. disse...

José

Boa tarde

O governo federal deve cobrar, e também participar nesse aspecto que é o de fato relevante. A ocupação policial/militar, é necessária para dar ao governo condições de urbanizar, e gerar oportunidades à população, além de cumprir com sua obrigação de levar saúd ee educação.

Só Polícia não resolve.

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