quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

VAQUINHA DO PT X VAQUINHA DE GILMAR MENDES - QUAL DAS DUAS VAI PARA O BREJO ?

Fez declaração de forma imprópria a um Ministro da Suprema Corte, mais parecendo um membro de partido de oposição. Levantou suspeitas, sem ter nenhum dado concreto, de que as doações feitas para que os condenados ligados ao PT paguem suas multas impostas pela JUSTIÇA ?? poderiam ser fruto de lavagem de dinheiro. 


Até agora, não há nada que confirme as suspeitas e colocações ofensivas e agressivas do Ministro. Quem iria LAVAR dinheiro fazendo propaganda do ato ? Se fosse para doar dinheiro de origem ilegal, o fato se daria de forma camuflada. Lavar dinheiro fornecendo nome, número de depósito bancário identificado para um fim específico e CPF, é coisa que não existe. Mas, de toda sorte, é bom que o MPF investigue e tire qualquer dúvida sobre o fato. Quem doou, LEGALMENTE,  e quem recebeu a DOAÇÃO DE FORMA LEGAL E DECLARADA, poderá acionar o Ministro Gilmar Mendes, que, não está ACIMA DAS LEIS e portanto imune à punição.

Vamos ver que VAQUINHA vai para o BREJO, se, a dos doadores do PT, ou a do MINISTRO, que poderá sair do episódio mais desmoralizado como um falastrão que vive de perseguir o PT e seus membros.

PT recorre ao plenário do STF contra Gilmar Mendes
Presidente do partido, Rui Falcão entrou com recurso nesta quarta-feira


O Partido dos Trabalhadores não desistiu de questionar, no Supremo Tribunal Federal (STF), as acusações do ministro Gilmar Mendes sobre as campanhas de arrecadação organizadas pela internet para pagar as multas dos condenados na Ação Penal 470. Gilmar sugeriu ao Ministério Público que investigue as 'vaquinhas', que, segundo ele, podem ser fruto de "lavagem de dinheiro".

O presidente do PT, Rui Falcão, entrou nesta quarta-feira 19 com recurso para que o plenário da corte avalie o prosseguimento da interpelação judicial que questiona se as acusações do ministro são ofensivas. O processo foi apresentado anteriormente, mas julgado pelo ministro Luiz Fux, que o arquivou. Fux concluiu que a ofensa, se houvesse, seria contra os doadores das campanhas, e não contra o partido em si.

Desde então, os doadores têm organizado, pela internet, entrar com uma interpelação judicial nos mesmos moldes de Rui Falcão. A ação será movida pelo escritório Alonso Freire Chryssocheris Advogados Associados, de acordo com o blogueiro Eduardo Guimarães, que lidera a iniciativa. "Será uma ação coletiva, visando reduzir custos. Além disso, não haverá pedido de indenização, apenas pedido de explicações ao ministro Gilmar Mendes", disse Guimarães, do Blog da Cidadania.

Juntos, o ex-deputado José Genoino e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares arrecadaram mais de R$ 1,7 milhão. O excedente arrecadado por Delúbio foi transferido ao ex-deputado João Paulo Cunha, que também já pagou sua multa. Atualmente, o ex-ministro José Dirceu arrecada doações pelo site Eu Apoio Zé Dirceu, que até o final da tarde desta terça-feira 18, havia arrecadado mais de R$ 500 mil. Somando os excedentes das campanhas dos correligionários, o ex-ministro soma R$ 643 mil.

9 comentários:

H.P. disse...

É INCOMPATÍVEL. TOTALMENTE INCOMPATÍVEL!
LEIS DE PRIMEIRO MUNDO COM JUIZES DE TERCEIRO MUNDO.

Não adianta termos uma CONSTITUIÇÃO(*) E LEIS DE PRIMEIRO MUNDO(nós a TEMOS SIM!), COM JUIZES DE TERCEIRO MUNDO.
Não há como dar certo.
Juizes de TERCEIRO MUNDO que atuam dessa forma, se juntam a essa MÍDIA ALIENÍGENA GLOBO DE QUINTO MUNDO.
(*) LEIAM A CONSTITUIÇÃO. MOSTREM-NA PARA SEUS PARENTES, SEUS AMIGOS, SEUS CONHECIDOS. POLITIZE-OS.
EXIJAM QUE SE CUMPRA A REVOLUCIONÁRIA CONSTITUIÇÃO. SÓ A CONSTITUIÇÃO. NADA ALÉM DA CONSTITUIÇÃO!
POLITIZAR É LIBERTAR!

José Antônio disse...

Bond, a renuncia de Azeredo tem causado análises esquizofrênicass.

Dora Kramer, do Estadão, por exemplo, não pode deixar de criticar o próprio Azeredo e seu partido. Tenta fazê-le, entretanto com luvas de pelica para não arruinar a "boa" reputação do partido.

Ao mesmo tempo solta farpas contra o PT, no caso, chamado de "aluno que ensinou algumas coisas ao professor" durante o processo de julgamento.

Ou seja, as manobras de Azeredo são apenas fruto daquilo que ele "aprendeu" com a defesa dos réus petistas. A simples hipótese de que as condições são muito diferentes sequer passa pela cabeça da analista política do Estadão:

(continua..)

José Antônio disse...

(continuação...)

Vamos ao artigo de Dora Kramer no Estadão de hoje:

Lição Invertida

"A modelagem do mensalão nasceu em Minas Gerais, na campanha do tucano Eduardo Azeredo para a reeleição ao governo do Estado em 1998.

O esquema viria a ser ampliado e usado em âmbito nacional quando o PT assumiu o poder: desvio de dinheiro público, empréstimos bancários fraudulentos e distribuição de recursos por intermédio das empresas de Marcos Valério de Souza.

A renúncia de Azeredo ao mandato de deputado mostra que o professor aprendeu alguma coisa com os erros cometidos pelo aluno durante o processo e julgamento que aconteceu antes porque o crime de Minas só foi descoberto depois, durante as investigações do mensalão petista.

Se, conforme alega, o PSDB não pressionou Azeredo a renunciar, ao menos fez fortes gestões, o que dá no mesmo. O agora ex-deputado não deixará por isso de pertencer ao partido nem o caso deixará de ser chamado de mensalão mineiro ou mensalão tucano.

Mas, se a decisão do Supremo Tribunal Federal for devolver o processo à primeira instância em decorrência da perda do foro de função, dito privilegiado, o caso perde muito de seu potencial de repercussão.


José Antônio disse...

(continuação...)

Um réu sem mandato em processo tramitando na Justiça de Minas, convenhamos, não tem o mesmo atrativo. Para o PSDB é uma boa redução de danos. Estratégia esta já posta em prática nas declarações de defesa discreta e apenas em relação ao caráter do correligionário.

Uma palavra não se ouviu de tucano algum que pudesse ser entendida como ataque ou mera desconfiança da lisura do tribunal para julgar Azeredo. Gestos feitos com a evidente intenção de se diferenciar do PT.

A renúncia ao mandato antes do início do julgamento, enquanto o processo ainda não saiu das mãos do relator Luís Roberto Barroso, enquadra-se nessa tentativa de diferenciação.

Mais que isso: a antecedência busca contar com a boa vontade do STF em devolver o processo para Minas Gerais e aí levar as coisas praticamente à estaca zero.

Dois precedentes com resultados diferentes: em 2007, o então deputado Ronaldo Cunha Lima (já falecido) renunciou ao mandato de deputado federal cinco dias antes de ir a julgamento por tentativa de assassinato do ex-governador Tarcísio Buriti. A manobra deu certo e o caso voltou à justiça da Paraíba.

Três anos depois, Natan Donadon renunciou ao mandato na véspera de ser julgado pelo STF por corrupção, mas o tribunal entendeu o gesto como chicana e resolveu prosseguir com o processo.

Naquele mesmo ano o réu candidatou-se e foi eleito deputado. A história seguinte é conhecida: condenado, preso, absolvido na Câmara com voto secreto, julgado de novo, cassado com voto aberto.

Embora o ministro Barroso tenha sugerido a possibilidade do envio do processo de Azeredo para a primeira instância, nada é garantido. O colegiado pode perfeitamente entender que se trata de uma manobra. Até porque é difícil ver de outra forma.

Todos os detentores de mandatos envolvidos no esquema de Marcos Valério tinham plena certeza de que não seriam punidos. Eles podem ser padecido do excesso de confiança na tradição de impunidade ou do erro de cálculo dos advogados.

Mas, se era para manobrar no sentido de escapulir do foro único deveriam tê-lo feito em tempo hábil. Ou renunciando aos mandatos antes do julgamento ou não cometendo a temeridade de se candidatarem.

Sem nos esquecermos dos eleitores que a eles delegaram mandatos. Parceiros no delito.

O "russo". Fala-se no desejo do governador Eduardo Campos de ter o ministro Joaquim Barbosa como candidato do PSB ao Senado pelo Rio de Janeiro.

Mas ninguém fala se houve combinação prévia com Romário, que recentemente anunciou sua candidatura pelo partido ao Senado - que, na eleição deste ano, só dispõe de uma vaga para cada Estado.
"

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,licao-invertida,1132328,0.htm

D. Dora Kramer insiste na tese, cada vez mais controversa, posto que carece de provas, de desvio de dinheiro público cometido pelos réus petistas.

E assim, esses analistas ganham seus salários para mostrar análises que não passam, na maioria das vezes de opiniões envergonhadas e de torcida pelo seu time.

Assim, eu também quero ser "analista político".

José Antônio disse...

Bond, a outro "analista" no Estadão. É menos político e supostamente mais técnico, pois sua função consiste primordialmente em "analisar" os dados estatísticos provenientes das diversas pesquisas de opinião e pelos diversos programas que permitem extrair as palavras mais empregadas nos discursos dos candidatos.

Trata-se de José Roberto de Toledo.

Mesmo sendo supostamente mais técnico, salta aos olhos como o "analista" tem problemas de miopia e ou estigmatismo ao ver tantos dados numéricos.

Sua última conclusão sobre a pesquisa, publicada nesta semana pela MDA/CNT, é de uma "candura a toda a prova:

"O resumo da pesquisa MDA/CNT é que a situação não é confortável para nenhum dos candidatos. Dilma estancou. Não fica mais popular do que está desde outubro. Se não ganha novos eleitores, corre o risco de perder parte dos que já tem. Mas os oposicionistas não conseguem entusiasmar o eleitorado independente, apenas quem já é antipetista."

http://blogs.estadao.com.br/vox-publica/

Até eu que não sou "analista" muito menos "estatístico" consigo extrair, dos dados divulgados, um pouco mais de profundidade.

Além de ter descoberto a subida espetacular de 100% de Geraldo Alckmin, entre aqueles que declararam seu voto espontaneamente, consegui detectar algo até agora não comentado por mais ninguém. Pelo menos até onde estou sabendo.

Na pesquisa anterior, realizada em novembro de 2013, Dilma ganharia de todos os adversários no primeiro turno, com a possível exceção de Marina da Silva, a única com potencial de levar o pleito para um segundo turno. A vantagem era de Dilma. Mas a vantagem era muito pequena, dentro da margem de erro, o que, estatisticamente é considerado como "empate técnico".

Já na pesquisa atual, Dilma ganha indiscutivelmente, no primeiro turno, em todas as configurações.

Um dado que é bastante importante e que, pela antecedência em relação ao pleito, certamente ainda pode ter modificações consideráveis.

Entretanto, se for para preocupar alguém, a simples lógica diria que Dilma ficou mais tranquila enquanto seu adversários ainda buscam como alterar o ritmo do jogo.

José Antônio disse...

Corrigindo, logo na primeira frase: Bond, outro "analista"...

José Antônio disse...

Mais ainda, Bond:

Este final semana teremos a publicação da pesquisa realizada pelo Datafolha que poderá, ou não, confirmar os dados da pesquisa MDA/CNT. Entretanto, desde já, é possível prever um certo jogo sujo do Data Folha. Muito sujo, por sinal.

Entre as perguntas incluídas em seu questionário, encontram-se um conjunto delas, que buscam aferir a simpatia da população pela volta do regime militar.

Esta, por exemplo, é um primor de pergunta que procura confundir bastante o entrevistado, uma vez que parte de uma premissa totalmente infundada:

"Você é a favor ou contra a anulação da Lei da Anistia para que os que praticaram torturas, assassinatos, sequestro e os que cometeram crimes na luta contra a ditadura possam ser julgados e presos?

1 A favor da anulação da Lei da Anistia
2 Contra a anulação da Lei da Anistia
99. Não sabe


Ou seja, para a Folha, a anulação da Lei da Anistia teria a função de fazer retornar aos cárceres todos aqueles que já foram torturados pela ditadura.

Evidentemente, essa premissa faz com que as respostas sejam estapafúrdias.

Ver questionário completo aqui:

http://pesqele.tse.jus.br/pesqele/publico/CarregarArquivoQuestionario.abrir?id=20465

Só faltaram perguntar se o eleitor é ou não a favor do retorno à escravidão. Deve haver uma parcela de leitores que pensam assim e, portanto, deve ser um bom momento para trazer o assunto à pauta de discussões.

Não devemos esquecer que o Datafolha tem uma tradição, nesta fase que antecede em muito o pleito, de inflar os candidatos oposicionistas.

Esta estratégia tem como objetivos não deixar o fluxo de doações para as campanhas arrefecerem. Serve também para dar apoio moral aos "militantes", se é que podemos chamar assim?, de alguns candidatos em relação a outros.

Como nesta fase é impossível verificar o acerto das pesquisas, os resultados das mesmas vão progressivamente convergindo para os resultados mais prováveis, apenas nas vésperas do pleito, onde um resultado discrepante desmoralizaria o instituto de pesquisa.

Aguardemos, pois, o final de semana.





José Antônio disse...

Bond, ainda há outras considerações que merecem ser feitas:

Tem a ver com a possível candidatura de Joaquim Barbosa e com as manifestações violentas, supostamente contra a Copa, mas que provocam a instabilidade e o medo na população.

No primeiro caso, uma eventual candidatura à Presidente do Joaquim Barbosa ajuda a dispersar mais os votos. Isso pode ajudar a levar as eleições para um segundo turno.

Não acredito, entretanto que este movimento faça com que Dilma perca no segundo turno.

Uma candidatura à presidência de Joaquim Barbosa enfrentará muitos questionamentos de parcelas consideráveis da sociedade. Questionamentos estes que Barbosa terá muitas dificuldades para responder de maneira coerente e sem se mostrar arrogante.

Já as apostas nos movimentos violentos de rua, possuem o potencial de transformar artificialmente o Brasil em uma Ucrânia ou Venezuela.

Há chances de manifestações de organizações e governos internacionais exigindo a libertação dos vândalos presos em atos violentos, tal como ocorre hoje tanto na Ucrânia quanto na Venezuela. Estas manifestações internacionais, como se sabe, não são inocentes. Elas têm o objetivo, sim, de ajudar às parcelas, hoje com síndrome de abstinência pelo poder, a recuperar parte de seu poder perdido. Os vândalos passam a ser considerados vítimas e "prisioneiros políticos".

São parcelas que jogam no time adversário, sim. Seja por que foram compradas por 20 merréis, sejam por que sempre jogaram no time do Brazil, com "Z".

O efeito desses atos violentos pode não ser o de inverter o resultado das eleições, mas sim o de emendar um #nãovaitercopa com um possível #nãovaitereleições.

Receio, se este tipo de acirramento ocorrer, não um golpe de estado convencional, mas uma provocação para uma guerra civil de consequências imprevisíveis.

Não deve ser descartada a combinação entre a candidatura de Joaquim Barbosa com os atos de violência. Ambos podem se complementar. Enquanto uns fazem o trabalho sujo, o outro se apresenta como "salvador da pátria".

Teríamos um novo Jãnio, Collor ou Demóstenes Torres (aquele que foi sem nunca ter sido).

Como andei comentando antes há uma única maneira da oposição levar as eleições para o segundo turno e, talvez, vence-las de forma legítima.

Até agora, esta maneira ainda não apareceu no radar dos grupos de oposição. Embora sabendo que se trata de uma engenharia política muito difícil e de pouca probabilidade de vir a ser consumada, continuo deixando a tarefa de descobrir qual é essa maneira para a oposição. Não serei eu quem irá colocar a azeitona na empada de vento da oposição.

BONDeblog S. O. disse...

José

Boa noite

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