terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

PRÉ-SAL TEM PRODUÇÃO RECORDE DE MAIS DE 400 MIL BARRIS DE PETRÓLEO/DIA

ESSA É A PETROBRAS 


Produção no pré-sal bate novo recorde e ultrapassa 400 mil barris de petróleo por dia
Publicada em 25/2/2014 12:33:22
Foto: Agência Petrobras / Jose Cesar Martins Pacheco

A produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras na chamada província do pré-sal nas bacias de Santos e Campos atingiu, no dia 20 de fevereiro, a marca de 407 mil barris de petróleo por dia (bpd), configurando novo recorde de produção diária.

Essa produção foi alcançada oito anos após a primeira descoberta, ocorrida em 2006, tempo inferior ao que foi necessário para se chegar ao mesmo patamar em outras importantes áreas de produção marítima no mundo. Na porção americana do Golfo do México, por exemplo, foram necessários 19 anos, depois da primeira descoberta, para se alcançar a produção de 400 mil barris de petróleo por dia. Na Bacia de Campos, foram 16 anos. E no Mar do Norte, nove. Diferentemente dessas áreas, na camada pré-sal toda a produção de petróleo ocorre em águas profundas, o que torna o resultado obtido ainda mais expressivo.

O presente recorde de produção está associado à entrada em operação do poço 9-SPS-77, ocorrida em 18/fev, o primeiro poço produtor a entrar em operação por meio da primeira Bóia de Sustentação de Risers (BSR), instalada no FPSO Cidade de São Paulo, no campo de Sapinhoá. A produção inicial do poço SPS-77 alcançou o patamar de 36 mil barris de petróleo por dia. No dia 07 de fevereiro, foi concluída a instalação da segunda BSR, sendo esta no FPSO Cidade de Paraty.

A marca de 407 mil bpd foi obtida com a contribuição de somente 21 poços produtores. Isso evidencia a elevada produtividade dos campos já descobertos na camada pré-sal. Desses poços, dez estão localizados na Bacia de Santos, que responde por 59% da produção (240 mil barris por dia). Os demais 11 poços estão localizados na Bacia de Campos e respondem por 41% da produção (167 mil barris por dia). Atualmente, a produção do pré-sal ocorre em 10 diferentes plataformas.

Ainda em 2014, entrarão em operação mais três novas plataformas no pré-sal, a P-58, campo de Norte Parque das Baleias (1o trimestre), o FPSO Cidade de Ilhabela (3o trimestre), no campo de Sapinhoá e o FPSO Cidade de Mangaratiba (4o trimestre), no campo de Lula/área de Iracema Sul.
Entre 2015 e 2016, outras oito novas plataformas entrarão em operação para a produção do pré-sal da Bacia de Santos. Isso permitirá que a produção de petróleo operada pela Petrobras na camada pré-sal supere, já em 2017, um milhão de barris de petróleo por dia.

Além do recorde na produção de petróleo, foi obtido novo recorde no tempo de construção de poços na camada pré-sal. O poço produtor SPH-5, localizado no campo de Sapinhoá, a uma profundidade d'água de 2.126 metros e com profundidade final de 5.334 metros, foi concluído em 26/jan com duração total de 109 dias.

7 comentários:

LRM disse...

Que beleza! Um país de commodities. Igual à Venezuela e Arábia Saudita, onde os povos vivem na miséria. O petróleo é uma maldição. Israel e Japão, por exemplo, não têm uma gota de petróleo mas suas populações vivem muito bem, em meio à tecnologia e prosperidade. Naqueles países ninguém morre de verminose, nem grávida dá a luz em cima de uma pia fétida.
Comemore, Sr. Bond!

BONDeblog S. O. disse...

Senhora Lucia.....

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José Antônio disse...

Que saudades dos tempos em que o Brasil não era um país produtor de commodities.

Que saudades da época em que produzíamos "plataformas submarinas. Submergiam com uma facilidade que nenhuma Venezuela ou Arábia Saudita podia competir conosco.

Que saudades da época em que saíamos da trabalho mais cedo por que havia racionamento de energia elétrica.

Que saudades da época em que o pouquinho da ciência e tecnologia, que havia levado décadas para ser obtida, foi destruído sem dó nem piedade por um governo que defendias as vantagens comparativas (baseada na produção de commodities).

Que saudades dos tempos em que a expressão "Política Industrial" era considerado um palavrão que não poderia ser pronunciado em lugares chiques onde o neo-liberalismo imperava.

Ah... quantas saudades desses tempos que não voltarão nunca mais.

José Antônio disse...


Bond... acho que fiquei nostálgico recordando tantas coisa boas que acabaram...

Anônimo disse...

O cavalheiro José Antônio é um nostálgico. E como se acha sabido. Será que o cavalheiro se lembra que a tragédia brasileira é justamente essa dependência de commodities? Primeiro foi o Pau Brasil. Depois o ouro. Veio então a Cana de Açúcar, depois o café, a soja e agora os minérios de ferro e petróleo.
Foram os militares que industrializaram o país, gostem disso ou não, depois dos pontapés dados por Getúlio e Juscelino. A era PT se sustentou com base na exportação de minério de ferro e petróleo, tudo para alimentar o dragão chinês que transformou tudo em produtos manufaturados que entraram de volta no Brasil provocando DESINDUSTRIALIZAÇÃO. A China quebrou diversas empresas de alta tecnologia no país, indústrias de calçados, têxteis e vai arrasar a Zona Franca de Manaus. Mas os petistas estão felizes pois as commodities sustentam o seu modelo econômico estagnado e ninguém sente o fracasso. Quando a bolha das Commodities estourar vamos disputar com o Congo o "honroso" lugar das nações quebradas do planeta. Mas não estaremos sós. A Argentina e a Venezuela, daquele idiota do Maduro, estarão juntos conosco.

José Antônio disse...


É uma pena Bond, que neste governo petista, esteja se investindo na criação de Universidades, de Escolas Técnicas, de Escolas de horário integral. Para que escolas de horário integral? Para que o Brasil precisa disso? Deixar as crianças, principalmente as mais pobres, presas em um ambiente em que ao invés de desenvolverem sua capacidade de trabalho para ajudarem aos pais, ficam confinados em lugares insalubres cheios de livros empoeirados é um crime, Bond.

Crianças pobres, além de ajudar os pais, devem conviver com outras crianças do mesmo meio, em plena liberdade das ruas, fortalecendo seus laços de amizade e coleguismo.

Ao invés disso, ficamos agora querendo colocar todas as crianças na escola. E desde a mais tenra infância afastamos as crianças das mães que, agora, sob o pretexto de quererem trabalhar (para quê, Bond?) colocam seus filhos em creches onde são largadas nas mãos de professoras, médicos, dentistas que não entendem nada de educação infantil.

Que vergonha esse programa "Ciência Sem Fronteira", Bond? Só podia ter partido da cabeça de petistas. Onde já se viu ciência sem fronteiras? Para que isso?

E o programa do PROUNI? Outra jabuticaba petista que faz com que nossos filhos enfrentem uma competição desnecessária, de um monte de garoto pobre, para ingressar nas melhores universidades do país. Qualquer um, mesmo filho de agricultor, porteiro, empregada doméstica, agora se acha com o direito de fazer Universidade. Muitos até querem o absurdo de fazerem mestrado e ou doutorado, Bond. E no exterior? Mal sabem falar português.

Bond, eu fico abismado com certas coisas que só acontecem neste país depois que os petistas resolveram implantar essa ditadura comunista.

Veja só este vídeo e me diga se não tenho razão, Bond?

https://www.youtube.com/watch?v=ZA5WIR20U08

Imagine um livro de Anatomia fazendo parte da decoração de uma casa de taipa? Faz sentido uma coisa dessas?

Veja, no vídeo, como este menino, que mal sabe falar português, resolveu entrar na faculdade de medicina.

Veja, quantos erros de português ele comete. Quantos filhos de gente de bem, filhos de doutor, advogado, podem estar perdendo suas vagas para meninos como este que deveriam estar trabalhando na enxada?

E não é só este caso não, Bond. Eu conheço pelo menos um filho de porteiro que se formou em direito, obteve a carteira da OAB e agora, imagine a audácia, quer fazer mestrado. E a filha da ex-empregada que já está cursando mestrado em psicologia? Como vai tratar seus pacientes?

Eu fico muito triste vendo tudo isso acontecendo neste país.

É por isso que o Brasil vai continuar sendo um país produtor de commodities.

Acabamos com a indústria naval, Bond. Não fabricamos nem mais uma simples canoa, Bond.

É por isso que aqueles que nos governaram antes, com tanta sabedoria, precisam voltar. Nem que seja à força, Bond. Onde já se viu todo o mundo querer votar? Vão acabar votando nesses petistas que os enganam trazendo médicos de fora que também não sabem falar português.

Ah, Bond... tenho muitas saudades da época em que éramos uma grande potência industrial. Tínhamos inúmeros laboratórios de pesquisa, criávamos tecnologia de ponta, e tínhamos um exército de empregadas/porteiros/babás que nos ajudavam a fazer este país crescer.

Tudo isso acabou, Bond. Trágico.








Anônimo disse...

É isso o que mata esses coxinhas de raiva: O País vai muito bem, obrigado!

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