sábado, 8 de fevereiro de 2014

CiNEGRAFISTA FERIDO EM MANIFESTAÇÃO - ROJÃO MORTAL É VENDIDO LIVREMENTE


Um artefato desses nas mãos de um desequilibrado ou pessoa violenta e de má índole (e isso é o que não falta) pode causar sérios problemas, incêndios, ferimentos e até morte.

Como admitir que em pleno ano de 2014, ainda se fabrique e venda artefatos como MORTEIROS, ROJÕES e outros explosivos de "pirotecnia", todos potencialmente perigosos, livremente, sem nenhum tipo de controle sobre como, onde e por quem, eles serão empregados.

Já passou da hora de se ter uma nova LEGISLAÇÃO a respeito do assunto, visto que a existente, data de 1942, e convenhamos, os tempos eram outros.

Rojão usado no ataque pode matar, dizem especialistas


Especialistas ouvidos pelo DIA disseram que o rojão que atingiu o cinegrafista alcança até 1.680 metros por segundo de velocidade depois da detonação da pólvora que o compõe (60 gramas), o que pode matar na hora uma pessoa. Rodrigo Muller, instrutor da Muller Consultoria e Treinamento, alerta que o explosivo pirotécnico, com amplos feixes de luz, vem sendo amplamente usado em protestos por manifestantes, que o manipulam para que fique sem direção quando acionado.

“Manifestantes retiram a cabeça pontuda e a vareta que serve para lhe dar estabilidade. Assim, o transformam em algo perigoso e potencialmente mortal e sem trajetória definida”, explicou Muller. Segundo ele, o produto é regulado pela Lei Federal 4.238, de abril de 1942.

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