quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

MINISTRO JOAQUIM BARBOSA E AS DIÁRIAS NA EUROPA - "TREMENDA BOBAGEM" OU "ROLEZINHO" COM DINHEIRO PÚBLICO ??



Férias: Joaquim Barbosa esteve ontem em um centro de compras de Paris.
Foto: Luiz Azevedo/Estadão - 22/01/2014


Objeto de críticas, (até mesmo dos que lhe tem na conta de PALADINO da JUSTIÇA), por estar de férias na Europa e receber diárias no valor aproximado de R$ 14 MIL, visto que, fará algumas poucas palestras nesse período, o ministro Joaquim Barbosa disse que o assunto é uma "TREMENDA BOBAGEM" e que "nós temos mais coisas a tratar". Curioso, porém, é que o presidente do STF, não defendeu a legalidade e principalmente a MORALIDADE das referidas diárias. Como, quem cala consente, fica a impressão de que, as diárias recebidas são mesmo indevidas, ou, no mínimo impróprias, mas, como o valor é "pequeno", uma "bobagem" de R$ 14 MIL, recebeu e pronto.

Já o advogado 
Alberto Toron, para quem caberia ao presidente do STF assinar o mandado de prisão do Deputado João Paulo Cunha, pegou pesado: “Ele deixou de cumprir o dever dele e está confortavelmente dando seu rolezinho pela Europa.”

23/01/2014 - 
Ministro Joaquim Barbosa diz que que diárias de R$ 14 mil são ‘besteira’
Em Paris, presidente do STF alega que vai receber extra nas férias porque suas palestras e entrevistas são de ‘interesse público’. E ainda critica colegas do Tribunal

França - O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, disse ontem em Paris, onde está em viagem de férias, que considera “uma tremenda bobagem” a discussão em torno dos R$ 14 mil que receberá do Tribunal para fazer palestras na Europa. “Nós temos mais coisas a tratar”, afirmou.

Ele argumenta que receberá o pagamento de 11 diárias, mesmo estando de férias, porque seus compromissos são de interesse público. E porque, ao fazer palestras e conceder entrevistas a jornalistas, estará representando o Poder Judiciário brasileiro no exterior.

Além dos que condenaram o pagamento de diárias a ele por atividades nas férias, Joaquim Barbosa atacou seus colegas de Supremo Carmem Lúcia e Ricardo Lewandowski, que o substituíram no período. Segundo o presidente do Supremo, ambos poderiam assinar o mandado de prisão contra o deputado João Paulo Cunha, condenado por participação no mensalão. Barbosa, que rejeitou os recursos do parlamentar e determinou sua prisão, mas não assinou o mandato, alegou que não teve tempo antes das férias.

O argumento de Barbosa foi contestado pelo advogado de João Paulo, Alberto Toron, para quem caberia ao presidente do STF assinar o mandado. “Ele deixou de cumprir o dever dele e está confortavelmente dando seu rolezinho pela Europa.”

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