sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

EDUCAÇÃO AUMENTA DESPESA COM A MÁQUINA PÚBLICA - ABENÇOADOS GASTOS !

Muito ao contrário do que afirmam os economistas de aquário e os "especialistas" do mercado, o resultado obtido pelo governo federal no quesito  "GASTOS PÚBLICOS" em 2013, são animadores.

A receita subiu 12,5%, enquanto o gasto com pessoal e encargos teve elevação de 8,9%.

O investimento BRUTO em 2013 - foi R$ 3,8 BILHÕES maior do que em 2012. Percentualmente ficou em + 6,4%, acima, portanto, do índice de inflação = 5,9%, o que aponta na direção de aumento real nesse quesito.

O melhor, porém, da análise das CONTAS PÚBLICAS, é ver que foi por conta do investido em EDUCAÇÃO, é que as despesas com o chamado CUSTEIO, subiram. O governo gastou 4,5% a mais com ENSINO REGULAR E CURSOS DE QUALIFICAÇÃO do que está obrigado = 22,5% - 18% = 4,5%. Bom ainda ver que nas despesas previdenciárias a DESONERAÇÃO DA FOLHA recebeu recursos do TESOURO. É um importante incentivo ao EMPREGO e uma espécie de financiamento para as pequenas e médias empresas.

Não se vê, fazendo é claro uma análise pela ótica do interesse do povo brasileiro, nenhum descontrole e descompasso nas contas do governo. O foco é correto, pois, está em investir em EDUCAÇÃO e incentivar o setor produtivo, além de garantir os direitos dos mais pobres e investir em programas sociais e de geração de oportunidades e renda.

Despesas com a máquina pública aumentaram 20,2% em 2013
Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Agência Brasil - 31.01.2014 

Os gastos com educação e as ajudas para os municípios afetados pela seca no Nordeste foram os principais fatores que elevaram os gastos de custeio (manutenção da máquina pública) em 2013, disse hoje (30) o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Ele também citou as compensações para cobrir a desoneração da folha como uma das causas para a aceleração.

Tipo de despesa que mais subiu em 2013, o custeio aumentou 20,2%, contra 16,2% registrados em 2012. A expansão foi superior ao crescimento de 8,9% das despesas com o funcionalismo público federal. Os investimentos, no entanto, desaceleraram no ano passado, subindo 6,4% em 2013, menos da metade da expansão de 13% registrada em 2012.

Para o secretário do Tesouro, a elevação das despesas de custeio não está relacionada ao inchaço da máquina pública, mas a ações que contribuem para o crescimento da economia no médio e no longo prazo. “Os gastos em educação, embora apareçam como custeio, são importantes para elevar a produtividade do país e têm impacto econômico considerável”, disse.

De acordo com o secretário, o governo federal gastou 22,5% do Orçamento com educação no ano passado, acima do limite legal de 18%. “As despesas com programas de qualificação profissional e ensino regular são essenciais para garantir o crescimento da economia. É com orgulho que o governo aplica mais do que determina a lei”, declarou.

Em relação à desoneração da folha de pagamentos, o secretário explicou que o Tesouro Nacional desembolsou R$ 7,8 bilhões no ano passado para compensar os custos da Previdência Social. Nesse regime, as empresas dos setores beneficiados pagam as contribuições para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com base no faturamento, não na folha salarial. “A desoneração da folha cria empregos e melhora a competitividade das empresas. É uma despesa de custeio com impacto econômico positivo”, destacou.

Sobre a ajuda aos municípios do Nordeste atingidos pela seca, Augustin ressaltou que o governo federal liberou, no ano passado, R$ 6,3 bilhões em crédito extraordinário para as áreas afetadas. Esses recursos, disse ele, não estavam originalmente previstos no Orçamento e tiveram de ser incluídos em caráter emergencial.

O secretário admitiu que os investimentos federais aumentaram pouco em 2013, mas disse que é relativamente normal esse tipo de gasto se acomodar depois de anos de expansão contínua. “[O investimento] não cresceu como o esperado, mas muito foi feito nos últimos anos, com o PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] 1 e o PAC 2”, ressaltou. Augustin evitou fazer estimativas para a evolução dos investimentos em 2014.

Editor Juliana Andrade

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