sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

ECONOMIA/BRASIL - GOVERNO ANTECIPA DIVULGAÇÃO DO SUPERÁVIT PRIMÁRIO PARA ACALMAR OS 'NERVOSINHOS DO MERCADO'

O SUPERÁVIT FICOU R$ 2 BILHÕES ACIMA DA META


É revelador do quanto de ESPECULAÇÃO os "MERCADOS" estão tomados, o fato de o governo federal precisar divulgar com antecedência o resultado do SUPERÁVIT primário do governo central, sem nem poder esperar pelo chamado resultado consolidado, que inclui contas de estados, municípios. Os AGIOTAS DA BANCA vivem de más notícias, de cenários pessimistas, de expectativas em ambiente de incertezas. Por isso, dia sim outro também, com a prestimosa ajuda da MÍDIA partidarizada que joga no time do "quanto pior melhor", lá se vão ONZE ANOS em que eles, juntos, apostam no CAOS, semeia TEMPESTADES e divulgam BOATOS como se fossem verdades incontestáveis. Até aqui isso atrapalhou, mas, não deu o resultado por eles esperado. 

O governo Dilma precisa parar de se deixar acuar por essa "quadrilha" formada pela turma do contra, que escondida sob a capa de "especialistas e homens de negócios" fomenta o tempo todo um ambiente de incerteza, manipulando dados e forjando crises, com os propósitos  sórdidos de ganhar dinheiro via JUROS ALTOS e ESPECULAÇÃO, além de aplicar um GOLPE NA PRAÇA visando ganhar por meios ilegítimos às próximas eleições.

Mantega: anúncio antecipado do superávit foi para acalmar mercado
Kelly Oliveira - Agência Brasil - 03.01.2014 -

Brasília – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que anúncio do resultado do superávit primário foi feito antecipadamente para reduzir a ansiedade do mercado financeiro. Segundo Mantega, havia analistas que acreditavam que a meta de superávit não seria cumprida em 2013, e não seria bom manter a expectativa até o final de janeiro. “Vai acalmar os nervosinhos”. Ele disse que os números consolidados, incluindo as contas de estados e municípios, serão divulgados no final do mês.

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Hoje (3), o ministro informou que o superávit primário do Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social) ficou em R$ 75 bilhões em 2013, acima da meta ajustada de R$ 73 bilhões. Geralmente, o Tesouro Nacional divulga os resultados mensais e acumulados do ano ao final de cada mês. Superávit é a economia acumulada para pagamento de juros da dívida pública.

Para Mantega, o resultado fiscal de 2013 foi possível porque a arrecadação está crescendo. O aumento, de acordo com o ministro, é devido à melhoria da atividade econômica. “A arrecadação de dezembro foi recorde, em torno de R$ 116 bilhões”, disse.

Segundo o ministro, neste ano, o Brasil continuará a crescer, sobretudo devido ao melhor desempenho da economia internacional. Isso vai garantir, segundo ele, aumento das exportações. “Estamos em trajetória positiva da economia brasileira, melhoria do investimento, do emprego, do consumo e das concessões. Tudo isso vai convergir para que tenhamos um 2014 melhor que 2013. As condições estão dadas para que isso aconteça”, acrescentou.

Segundo o ministro, a arrecadação de dezembro mostra que o crescimento ocorre independentemente de receitas extraordinária oriundas do Refis, parcelamentos especiais para bancos, seguradoras e multinacionais brasileiras que renegociaram tributos em atraso. “A arrecadação de dezembro tem pouco Refis. O Refis se concentrou em novembro. Não temos ainda o número preciso, mas é pequeno”, acrescentou.

Ele destacou também que o governo está empenhado em reduzir despesas de custeio da máquina pública, mas os gastos continuarão a subir no caso de investimentos em saúde e educação, de acordo com as regras do orçamento.

O ministro não quis adiantar se o governo mudará a Lei de Diretrizes Orçamentárias, e aumentar a meta de superávit primário deste ano. Segundo ele, no início de fevereiro, será divulgado como será a execução do orçamento. “Não vou definir parâmetros para 2014”, disse. Em 2014, a meta cheia do superávit primário do setor público é R$ 167,4 bilhões ou 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Mas foi estimado o abatimento de investimentos e desonerações do Governo Central em R$ 58 bilhões. Com isso, o resultado primário pode ficar em R$ 109,4 bilhões ou 2,1% do PIB. Da meta de 2,1% do PIB, 1,1% tem que ser atingido pelo Governo Central e o restante por estados e municípios.

Edição: Beto Coura

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