sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

PICHADOR DA ESTÁTUA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE JÁ FOI IDENTIFICADO

ACUSADO DE VANDALISMO


Segundo o RJTV ele já responde a processo por outras pichações - Conhecido por Pablo, ele foi identificado e teria sido denunciado por outros 'colegas' de pichação. Ele é de Uberaba e mora no Bairro da Taquara no Rio de Janeiro. A polícia está a sua procura, da mesma forma que da namorada do rapaz, que também tem o mau hábito de destruir o patrimônio público e privado. A JUSTIÇA deveria, depois de comprovada a culpa dos dois, colocá-los, além de presos, para limpar a sujeira que já fizeram pela Cidade.

3 comentários:

Anônimo disse...

Pichadores, imbecis, porcos, falta de educação e punição.

Outros bandidos.

Conspiração?
RIO - O incêndio ocorrido na tarde da última quinta-feira na plataforma P-20, situada no campo de Marlim, na Bacia de Campos, foi de grandes proporções, apesar de não ter provocado ferimentos graves nos trabalhadores.
........................

Relembrando.
Governo FHC-Globo(P-36, a maior do mundo, Roncador Bacia de Campos):

"Na madrugada do dia 15 de março de 2001 ocorreram duas explosões em uma das colunas da plataforma, a primeira às 0h22m e a segunda às 0h39m. Segundo a Petrobras, 175 pessoas estavam no local no momento do acidente das quais 11 morreram, todas integrantes da equipe de emergência da plataforma. Depois das explosões, a plataforma tombou em 16 graus, devido ao bombeio de água do mar para o seu interior, o suficiente para permitir alagamento que levou ao seu afundamento...".

H.P. disse...

MIRIAM LEITÃO faz "balanço" geral dos acontecimentos de 2013, hoje 28/12/2013, em sua coluna.
Como ela diz, no trecho a seguir, estava fora do Brasil, estava no "mato do Maranhão". Saindo do mato e "voltando" ao Brasil, em junho, a primeira cena que viu foram seus comparsas, a quadrilha de "jornalistas", apanhando nas ruas.

A melianta relata:

"...Depois de vários dias mergulhada no mato, tentando entender o mundo Awá e as ameaças vividas pelos índios no Maranhão, peguei a estrada de volta. Na aldeia, a comunicação era difícil, quase impossível.

Foi assim que cheguei a Zé Doca sem saber de nada do que se passava no Brasil. Era junho. Paramos para comer, e as cenas de guerra de rua convocaram todos para perto da televisão. Repórteres apanhando foi a primeira cena que vimos. E o jornalista falava: no quarto dia de manifestações...".

Anônimo disse...

Não seria a mulher, cúmplice desse pichador, essa tal Lucia?

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