sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

INFLAÇÃO CONTINUA CAINDO E DESMORALIZANDO OS "ESPECIALISTAS" QUE ANUNCIARAM O CAOS DO ESTOURO DA META

Os "Especialistas e Economistas de aquário", erraram mais uma vez. A inflação de 2013 não só não estourou a meta, como vai ficar abaixo da inflação de 2012, encontrando-se nesse momento em trajetória de ida ao encontro do centro da meta. OS ARAUTOS do CAOS PERDERAM MAIS UMA.


Inflação medida pelo IPCA alcançou 0,54% em novembro
06/12/2013 -
Economia - 
Vinícius Lisboa - 
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou para 0,54% em novembro, divulgou hoje (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, a inflação se afasta do teto da meta do governo (6,5%), com uma taxa acumulada em 5,77 % nos últimos doze meses.

O índice de novembro caiu 0,03 ponto percentual em relação ao de outubro, que foi de 0,57%. No ano, a inflação acumula 4,95%. O IPCA é considerado o índice oficial de inflação do país.

O período de coleta do IPCA vai do dia 1º ao dia 30 ou 31, dependendo do mês. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios (para verificar valores de aluguel) e concessionárias de serviços públicos. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor, para pagamento à vista.

A inflação acumulada em 12 meses foi a menor desde novembro de 2012 (5,53%). Em uma trajetória de alta que começou em junho do ano passado (4,92%), o IPCA iniciou o ano com 6,15% e subiu até 6,70% em junho. Desde então, a taxa vem caindo.

Os grupos que contribuíram para a queda da inflação em novembro são liderados pelos alimentos (de 1,03% para 0,56%), que correspondem a cerca de 23% do índice. Artigos de residência (de 0,81% para 0,35%) e
vestuário (de 1,13% para 0,85%) também caíram. Com a exceção de educação, que variou de 0,09% para 0,08%, a inflação aumentou em todos os outros grupos, com destaque para despesas pessoais, de 0,43% para
0,87%, transportes (de 0,17% para 0,36%) e habitação (de 0,56% para 0,69%).

Os itens que exerceram maior impacto na taxa foram empregado doméstico (0,97%), energia elétrica (1,63%) e passagens aéreas (6,52%). O aumento de 13% dos cigarros que vigora desde 2 de novembro fez o item
também ganhar importância, com alta de 3,19%.

Entre as capitais brasileiras pesquisadas, a taxa subiu de 0,44% para 0,99% em Fortaleza; de 0,55% para 0,61%, em Porto Alegre; de 0,46% para 0,55%, em Brasília; de 0,42% para 0,53%, em Belo Horizonte; e de 0,14% para 0,39%, em Salvador. As demais registraram queda, incluindo São Paulo (de 0,69% para 0,45%), que correspondeu a 31,68% da taxa em novembro.

Edição: José Romildo//Matéria atualizada às 10h50 para acréscimo de informações. 
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Inflação dos alimentos cai e puxa queda do resultado geral
Vinícius Lisboa - Agência Brasil

Rio de Janeiro- O recuo do Índice de Preços ao 
Consumidor Amplo (IPCA) em novembro se deve principalmente ao grupo alimentos, que registrou variação de 0,56%, quase a metade do 1,03% de outubro.

Hoje (6), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou que o indicador que mede a inflação oficial retrocedeu 0,03 ponto percentual, chegando a uma taxa mensal de 0,54% e a um índice acumulado em 12 meses de 5,77%.

O arroz (-1,04%) e o feijão-carioca (-7,96%) estão entre os destaques do resultado. Alho (-6,52%), cebola (-5,13%), leite longa vida (-2,44%) e óleo de soja (-0,78%) também se inserem no grupo que
influenciou a queda, assim como outras variedades de feijão, o mulatinho (-1,98%) e o preto (-1,04%).


A desaceleração do índice também incluiu ítens importantes da mesa do brasileiro: carnes, de 3,17% para 0,92%; pão francês, de 1,48% para 1,05%; e o tomate, de 18,65% para 11,58%. A cerveja, de 1,17% para 1,09%, e a farinha de trigo, de 3,75% para 1,67%, foram outros que recuaram na variação.

O macarrão subiu de 1,39% para 2,33%; e as hortaliças e verduras, de -2,34% para 2,86%. Os açúcares também tiveram aumento da inflação, com uma alta de 0,13% para 2,42% (refinado), e de 0,04% para 1,58% (cristal).

A inflação dos alimentos se comportou de maneira diferente nas capitais, registrando queda de 0,04% em Curitiba e alta de 1,08% em Fortaleza, por exemplo. No ano, os produtos que acumulam maior alta foram farinha de trigo (32,56%), feijão preto (24,58%) e o leite em pó (21,85%). Os que mais caíram foram óleo de soja (-17,64%), açúcar refinado (-14,50%) e cebola (-14,48%).

Edição: José Romildo

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