sábado, 16 de novembro de 2013

PIZZOLATO ESCAPA DE SER PRESO E VAI PEDIR NOVO JULGAMENTO NA ITÁLIA - Em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial


Henrique Pizzolato era o único dos RÉUS que, com dupla nacionalidade (Brasil - Itália) poderia escapar do país e tentar em outra instância judicial, ainda na condição de homem livre, reverter sua condenação. Aos demais RÉUS, só resta agora recorrer a Corte 
Interamericana de Direitos Humanos, onde não será difícil até mesmo a decretação da anulação do JULGAMENTO da AP 470, visto que, o mesmo foi contaminado do princípio ao fim, de ilegalidades, arbitrariedades e "novidades", correndo ao sabor da mera vontade do RELATOR do processo e agora PRESIDENTE do STF, Ministro Joaquim Brabosa, que segundo o Ministro Marco Aurélio Mello, transformou o SUPREMO, num lugar onde "tudo pode".

Violados, como foram, os direitos mais elementares de vários dos RÉUS, conforme Pizzolato expõe em sua carta - desabafo - essa nova possibilidade de, direto da Itália, provas que foram ignoradas por aqui, virem à tona, muito pode acontecer. O JUDICIÁRIO BRASILEIRO corre sério risco de ser ridicularizado, caso ocorram REVISÕES, fruto de orientação da CIDH

Em carta, Pizzolato diz que vai pedir novo julgamento na Itália
 / Cirilo Junior

O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e sete meses de prisão no processo do Mensalão, divulgou carta neste sábado em que afirma que vai pleitear um novo julgamento na Itália, país onde diz que se encontra há mais de um mês. Pizzolato também tem cidadania italiana, atacou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, a imprensa e alegou que seu julgamento foi influenciado por motivações políticas.

“Por não vislumbrar a mínima chance de ter um julgamento afastado de motivações político eleitorais, com nítido caráter de exceção, decidi consciente e voluntariamente fazer valer meu legítimo direito de liberdade para ter um novo julgamento, na Itália, em um tribunal que não se submete às imposições da mídia empresarial, como está consagrado no tratado de extradição Brasil e Itália”, afirma a carta.



Em referência a Joaquim Barbosa, ele comenta estar decepcionado com a “postura agressiva daquele que deveria pugnar pela mais exemplar isenção”. Segundo ele, a Corte Interamericana de Direitos Humanos estabelece que um mesmo juiz não dever atuar em todas as fases do processo, desde a investigação, passando pela aceitação, até o julgamento.

Pizzolato acusa ainda a investigação de desmembrar a investigação em inquéritos paralelos sigilosos para encobrir documentos, laudos e perícias que comprovariam sua inocência. Ele sustenta ainda que lhe negaram o direito de ter o recurso avaliado por uma corte diferente.

“Nos últimos anos minha vida foi devassada e não existe nenhuma contradição em tudo que declarei quer seja em juízo ou nos eventos públicos que estão disponíveis na internet”, observa, salientando ter farta documentação que atesta sua inocência.

O ex-dirigente do BB afirma ainda que foi desrespeitado por setores da imprensa quando esteve no exterior para, segundo ele, acompanhar um parente que estava doente. Pizzolato alega que toda a ação penal teve como base o uso de dinheiro da Visanet, empresa que ele ressalta ser privada.

“Fui necessário para que o enredo fizesse sentido. A mentira do dinheiro público para condenar...todos. Réus, partidos, ideias, ideologia”, complementa.

3 comentários:

lucia Ramos Moreira disse...

Pior para ele. Na Itália não tem Lewandoviski e periga sua pena ser ainda maior. Lá até o Berlusconi dançou.

Por mim essa corja inteira seria julgada em Nuremberg.

José Antônio disse...


"Por mim essa corja inteira seria julgada em Nuremberg."

A falta de noção desse comentário nos deixa todos indignados.

lucia Ramos Moreira disse...

Sr. José Antônio, o senhor não quer julgamento no exterior?

Então......

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