sábado, 5 de outubro de 2013

GREVE DOS BANCÁRIOS CONTINUA - BANQUEIROS SOVINAS NÃO MELHORAM PROPOSTAS

Os BANCOS apresentam lucros ALTÍSSIMOS. Coisa que praticamente nenhuma outra atividade consegue. Ganham muito dinheiro, com os juros escorchantes e com as TARIFAS que são cobradas dos clientes, verdadeiro ASSALTO à conta corrente dos depositantes.

Mas, na hora de conceder aumento aos seus funcionários, todo ano é a mesma coisa. Agem como se não tivessem com as burras cheia de dinheiro, e querem dar um reajuste miserável, sem praticamente nenhum ganho real.

É a prática da USURA, da MESQUINHARIA, da AVAREZA. Banqueiro é assim, "QUANTO MAIS TEM, MAIS QUER", ainda que isso signifique explorar milhares de BANCÁRIOS, lhe negando direitos e impondo condições de trabalho aviltantes.

Nem os BANQUEIROS do Jogo do Bicho parecem ser tão sem vergonha quanto os BANQUEIROS da BANCA reunida na FENABAN / FEBRABAN.

Bancários rejeitam proposta e greve continua
04/10/2013 -
Nacional - 
Marcelo Brandão - 
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Em nota divulgada na noite de hoje (4), a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) indicou a rejeição da proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e a manutenção da greve, que completou 16 dias nesta sexta-feira (4). A nota informa que o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, vai orientar os sindicatos do país a rejeitar a proposta em assembleias.

De acordo com Carlos Cordeiro, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, os bancos podem fazer propostas mais vantajosas aos seus funcionários. “Até setores da economia muito menos lucrativos estão fazendo acordos com seus trabalhadores com reajustes salariais maiores. Os bancários estão fazendo a maior greve dos últimos 20 anos e os bancos têm condições de melhorar a proposta”.

Os bancários pedem índice de 11,93% (aumento real de 5%), piso salarial de R$ 2.860,21 e PLR de três salários base, mais parcela adicional fixa de R$ 5.553,15. Além disso, eles pedem a valorização dos vales refeição e alimentação (no valor de um salário mínimo, R$ 678,00) e melhores condições de trabalho, com o fim das metas individuais e abusivas.

Edição: Fábio Massalli
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Um comentário:

Anônimo disse...

Em homenagem a FUSÃO:

EDUARDO E MARINA
Legião Urbana(com adaptações)

Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pela coação? E quem irá dizer
Que não existe razão?

Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Marina tomava um conhaque
No outro canto da cidade
Como eles disseram

Eduardo e Marina um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse
- Tem uma festa legal e a gente quer se divertir
Festa estranha, com gente esquisita
- Eu não estou legal, não aguento mais birita
E a Marina riu e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho "aécio" que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
- É quase duas, eu vou me ferrar

Eduardo e Marina trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Marina queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Marina de moto e o Eduardo de camelo
O Eduardo achou estranho é melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo

Eduardo e Marina eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes
Do Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda estava
No esquema "escola, cinema, clube, televisão"

E, mesmo com tudo diferente
Veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia
Como tinha de ser

Eduardo e Marina fizeram natação, fotografia
Teatro e artesanato e foram viajar
A Marina explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Em que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa
Que nem feijão com arroz

Construíram uma casa uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana e seguraram o Leal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Marina voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias não vão viajar
Porque o "partidinho" do Eduardo
Tá de recuperação

E quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?

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