terça-feira, 1 de outubro de 2013

DÓLAR TERMINA SETEMBRO EM BAIXA - COTAÇÃO = R$ 2,216

Brasília – O dólar perdeu 1,82% no último pregão de setembro e encerrou o dia de ontem (30/09) cotado a R$ 2,216 para venda. A moeda norte-americana desvalorizou-se 7,08% no mês, depois de quatro meses seguidos em alta, mas ainda mantém valorização de 8,41% no ano. Foi a maior queda mensal desde outubro de 2011, quando o dólar perdeu 9,51%.
Stênio Ribeiro - Agência Brasil

2 comentários:

Anônimo disse...

TUCANOS E "MEIOS" TUCANOS(a Globo sempre ABAFOU a "bronca"): PRA ELES DOLAR É DOLAR.

SÃO PAULO, NAS PATAS DA DIREITA, UMA GERAÇÃO INTEIRA DE DESGRAÇAS!

DESPOLUIÇÃO DO TIETÊ E MANIPULAÇÃO DE RECURSOS

O primeiro contrato de remoção de lama do Rio Tietê foi firmado em 1986, na gestão FRANCO MONTORO. Desde então, seguidas são as DENÚNCIAS DE SUSPEITAS DE IRREGULARIDADES EM OBRAS DESSE PORTE, por sua envergadura e pela total ausência de instrumentos de monitoramento e controle das obras e dos recursos nelas aplicados.
Em 1990, no governo Quércia, a empreiteira Badra foi contratada para obras de "desassoreamento" ao preço, em valores da época, de CR$ 4,6 bilhões. O conselheiro-relator, Antônio Carlos Mesquita, amigo de Quércia, considerou o contrato "regular". Na fase de recurso, Citadini julgou-o irregular por causa de pagamentos indiretos "elevados".
Em 1992, o governador Luiz Antonio Fleury Filho anunciou como uma "meta prioritária" a limpeza do Tietê e autorizou dois contratos do DAEE com quatro empreiteiras, no valor de US$ 88 milhões. Os dois foram considerados IRREGULARES pelo TCE. Os auditores descobriram que pelo mesmo tipo de serviço (desmobilização e remoção do canteiro de obras às margens do rio), a Badra cobrou US$ 40,5 milhões no governo Quércia, e no de Fleury foram cobrados US$ 2,4 milhões.
Os recentes casos de contaminação por chumbo em Bauru; os casos da Shell no Ipiranga; as centenas e até milhares de áreas contaminadas inventariadas pela CETESB em São Paulo; o recente caso de área contaminada por um lixão desativado da COFAP em Mauá...".

Anônimo disse...

Retificação: "....a Badra cobrou US$ 40,5 milhões no governo Quércia, e no de Fleury foram cobrados US$ 2,4 milhões.."
Para: "...a Badra cobrou US$ 40,5 mil no governo Quércia, e no de Fleury foram cobrados US$ 2,4 milhões..".

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